Somos contrários ao PP-3 e aconselhamos não fazer a migração.  Por trás da proposta de migração para o novo plano de Contribuição Definida, aberta até 31 de março, está o interesse da Petrobrás em se desobrigar de responsabilidades em eventuais déficits no plano. Nesse caso, não terá mais aporte da empresa e o prejuízo será dividido entre os ativos e assistidos.

Descubra outras armadilhas do PP-3. Tire as dúvidas com quem sabe. Participe da Live nesta sexta-feira 19/03, às 19h, no canal do Youtube e na página do Facebook da AEPET-BA

Foram convidados: o conselheiro Deliberativo da Petros e presidente da AEPET-BA, Marcos André dos Santos; o assessor jurídico e aposentado da Petrobrás, Luiz Henrique. O debate será mediado pela diretora de Comunicação, Érika Grisi.

O ativo ou assistido terá de renunciar a ações judiciais contra os PPSPs (NR e R), constituindo-se um pré-requisito para a migração. A opção pelo PP-3 implica também na renúncia de todos os direitos no plano de origem.

Além dos prejuízos evidentes e perdas de direitos, existe até o risco de que o segurado que tenha vida longa possa ficar sem Petros. Como não há benefício vitalício na nova proposta, o dinheiro pode acabar estando o segurado ainda em vida.

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