Pesquisa do Divast/Cesat investiga saúde no ambiente de trabalho dos petroleiros na Bahia

Informações bastante relevantes foram tratadas no 8º bate-papo da AEPET-BA com os trabalhadores do Torre Pituba, sede administrativa da Petrobrás, que fica em Salvador, na noite desta quarta-feira (06/10).

Técnicos da Diretoria de Vigilância e Atenção à Saúde do Trabalhador/Centro de Referência Estadual -DIVAST/CESAT, órgão da SESAB, prepararam um questionário sigiloso com perguntas sobre as condições de saúde no ambiente de trabalho dirigido aos empregados do administrativo enquadrados na situação de excepcionalidade, em 2020, mesmo que, durante as reavaliações, a Petrobrás tenha cessado a excepcionalidade. É muito importante a participação de todos os empregados (as) da Petrobrás para que com as informações coletadas, o DIVAST/CESAT tenha condições de avaliar mais fielmente as condições de saúde.

Preencha aqui o questionário (https://forms.gle/abbWYro3HyQXSS5i9)

O órgão de saúde disponibilizou outro questionário para os trabalhadores que não foram enquadrados na situação de excepcionalidade, mas que foram prejudicados com as decisões da Petrobrás na pandemia. Principalmente, com o fechamento das unidades na Bahia.

Preencha aqui o questionário ​https://forms.gle/qzScDshWGQt9ajfZ6

As informações serão mantidas em sigilo e os dados obtidos serão usados para efeito de análise coletiva. Por isso, responda todas as perguntas e inclua seu e-mail.

Durante a reunião, os diretores da entidade enfatizaram a importância de preencher a pesquisa do Divast/Cesat. “Caso os procuradores do Ministério Público do Trabalho requisitem o resultado dessa pesquisa, será de grande utilidade no processo contra a Petrobrás que investiga os casos de assédio moral e o descumprimento de algumas cláusulas do acordo assinado pela empresa em dezembro de 2019”, destacou o presidente da AEPET-BA, Marcos André.

Para quem perdeu a excepcionalidade, durante as reavaliações, e mantém as condições limitantes a orientação é continuar insistindo com os profissionais de saúde da Petrobrás

Ação Civil Pública

Os empregados do Conjunto Pituba lamentaram o atraso do Judiciário para julgar o pedido de tutela de urgência da ação civil pública ingressada pela assessoria jurídica da AEPET-BA, no dia 27 de julho (ACP nº 0000393-49.2021.5.05.0025). A Petrobrás, mesmo sem ter sido convocada pela juíza, apresentou defesa poucos dias após o ajuizamento da ação. Somente, dois meses depois houve manifestação da juíza solicitando que a AEPET-BA respondesse à manifestação da empresa.

 

É importante manter a mobilização dos empregados do Torre Pituba. Em caso de dúvida faça contato com os canais de comunicação da AEPET-BA.

#TorrePitubaResiste

Visite nossas redes sociais