{"id":37728,"date":"2022-03-15T15:11:27","date_gmt":"2022-03-15T18:11:27","guid":{"rendered":"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/?p=37728"},"modified":"2022-03-15T17:56:44","modified_gmt":"2022-03-15T20:56:44","slug":"cinco-falacias-sobre-o-preco-paritario-de-importacao-ppi-praticado-pela-direcao-da-petrobras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/cinco-falacias-sobre-o-preco-paritario-de-importacao-ppi-praticado-pela-direcao-da-petrobras\/","title":{"rendered":"Cinco Fal\u00e1cias sobre o Pre\u00e7o Parit\u00e1rio de Importa\u00e7\u00e3o (PPI) praticado pela dire\u00e7\u00e3o da Petrobr\u00e1s"},"content":{"rendered":"<!--[if lt IE 9]><script>document.createElement('audio');<\/script><![endif]-->\n<audio class=\"wp-audio-shortcode\" id=\"audio-37728-1\" preload=\"none\" style=\"width: 100%;\" controls=\"controls\"><source type=\"audio\/ogg\" src=\"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/5-falacias-sobre-o-PPI.ogg?_=1\" \/><a href=\"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/5-falacias-sobre-o-PPI.ogg\">https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/5-falacias-sobre-o-PPI.ogg<\/a><\/audio>\n<p>Neste artigo, o vice-presidente da AEPET, Felipe Coutinho, desvenda as fal\u00e1cias divulgadas sobre o PPI. \u201cPre\u00e7os desnecessariamente altos, exporta\u00e7\u00e3o crescente de petr\u00f3leo cru, importa\u00e7\u00e3o de derivados e ociosidade das refinarias brasileiras, s\u00e3o consequ\u00eancias do Pre\u00e7o Parit\u00e1rio de Importa\u00e7\u00e3o (PPI), pol\u00edtica de pre\u00e7os in\u00e9dita e arbitrariamente adotada pelas dire\u00e7\u00f5es da Petrobr\u00e1s desde outubro de 2016. S\u00e3o decis\u00f5es de responsabilidade do Presidente da Rep\u00fablica que podem e devem ser revertidas para o bem do Brasil.\u201d, conclui Coutinho.<\/p>\n<p><strong>Leia a seguir:<\/strong><\/p>\n<p>Desde outubro de 2016 as dire\u00e7\u00f5es da Petrobr\u00e1s decidiram inovar e adotar a pol\u00edtica dos Pre\u00e7os Parit\u00e1rios de Importa\u00e7\u00e3o (PPI)[1]. Arbitram os pre\u00e7os nas refinarias da Petrobr\u00e1s como se os combust\u00edveis tivessem sido importados. Estimam o pre\u00e7o pago ao refinador estrangeiro (a maioria da Bacia do Golfo nos EUA), somam o custo do transporte, as taxas portu\u00e1rias, seguros, margem de risco, com os lucros de toda a cadeia de importa\u00e7\u00e3o e definem que este Pre\u00e7o Parit\u00e1rio de Importa\u00e7\u00e3o (PPI) deve ser cobrado para os combust\u00edveis vendidos nas refinarias da estatal.<\/p>\n<p>Com pre\u00e7os altos em rela\u00e7\u00e3o aos custos de importa\u00e7\u00e3o, os combust\u00edveis da Petrobr\u00e1s perdem competitividade e at\u00e9 30% do mercado brasileiro \u00e9 transferido para os importadores. A ociosidade das refinarias aumenta tamb\u00e9m em at\u00e9 30%, h\u00e1 redu\u00e7\u00e3o do processamento de petr\u00f3leo e da produ\u00e7\u00e3o de combust\u00edveis no Brasil. Outra consequ\u00eancia da pol\u00edtica de pre\u00e7os \u00e9 a desnecess\u00e1ria e perniciosa eleva\u00e7\u00e3o da exporta\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo cru.<\/p>\n<p>Como consequ\u00eancia dessa pol\u00edtica, no dia 10 de mar\u00e7o de 2022, a dire\u00e7\u00e3o da Petrobr\u00e1s anunciou aumentos de 16,1%, 18,8% e 24,9% para o GLP, gasolina e \u00f3leo diesel, respectivamente, nas refinarias da companhia.<\/p>\n<p>O objetivo desse artigo \u00e9 analisar criticamente argumentos utilizados para justificar ou defender o PPI.<\/p>\n<h2><strong>FAL\u00c1CIA #1<\/strong><\/h2>\n<p>\u201cO petr\u00f3leo brasileiro \u00e9 incompat\u00edvel com nosso parque de refino, logo \u00e9 necess\u00e1rio importar petr\u00f3leo e por isso o pre\u00e7o dos combust\u00edveis t\u00eam que acompanhar o pre\u00e7o do petr\u00f3leo no mercado internacional e a cota\u00e7\u00e3o do d\u00f3lar\u201d<\/p>\n<p>Esse argumento parte da premissa que o petr\u00f3leo produzido no Brasil tem alguma caracter\u00edstica que o impede de ser processado pelas refinarias nacionais. Ora se diz que \u00e9 muito pesado, ou \u00e9 leve, ou grosso (sic).<\/p>\n<p>Em 2021 foram produzidos 2,90 milh\u00f5es de barris de petr\u00f3leo por dia no Brasil, dos quais 1,32 milh\u00f5es foram exportados (46% do total). [2]<\/p>\n<p>A Petrobr\u00e1s produziu 2,21 milh\u00f5es de barris por dia, sendo 76% do total produzido no pa\u00eds, dos quais 73% vieram do pr\u00e9-sal. Foram exportados pela Petrobr\u00e1s 575 mil e importados 154 mil barris por dia. [3]<\/p>\n<p>O parque de refino da Petrobr\u00e1s processou 95% do petr\u00f3leo nacional no 4\u00ba trimestre de 2020, em 2021 processou 92%. O que demonstra a compatibilidade entre a qualidade do petr\u00f3leo e as refinarias brasileiras. [3]<\/p>\n<p>Existe petr\u00f3leo brasileiro em qualidade e quantidade dispon\u00edvel e compat\u00edvel com o parque de refino do pa\u00eds. A premissa \u00e9 falsa e conduz a conclus\u00e3o enganosa, trata-se de uma Fal\u00e1cia de Falsa Premissa.<\/p>\n<h2><strong>FAL\u00c1CIA #2<\/strong><\/h2>\n<p>\u201cO Brasil n\u00e3o tem capacidade de refino para atender nosso mercado de combust\u00edveis, logo \u00e9 necess\u00e1rio importar e se a Petrobr\u00e1s praticar pre\u00e7os inferiores aos de importa\u00e7\u00e3o ningu\u00e9m vai import\u00e1-los e haver\u00e1 desabastecimento\u201d<\/p>\n<p>Para analisar esse argumento devemos recorrer ao desempenho hist\u00f3rico do parque integral de refino da Petrobr\u00e1s.<\/p>\n<p>Gasolina<\/p>\n<p>Em 2014 foram produzidos 181,6 milh\u00f5es de barris de Gasolina A no Brasil, equivalente a 248,8 milh\u00f5es de barris de Gasolina C (com 27% de etanol anidro). [4]<\/p>\n<p>Em 2021, o mercado brasileiro de Gasolina C foi de 247,2 milh\u00f5es de barris. Ou seja, existe capacidade instalada e provada de se produzir no Brasil a demanda pela Gasolina C de 2021. [5]<\/p>\n<p>\u00d3leo Diesel<\/p>\n<p>Em 2014 foram produzidos 312,4 milh\u00f5es de barris de diesel no Brasil. [4]<\/p>\n<p>Em 2021, o mercado brasileiro de diesel de origem f\u00f3ssil \u2013 descontada a fra\u00e7\u00e3o de Biodiesel \u2013 foi de 343,4 milh\u00f5es de barris. [5]<\/p>\n<p>O 1\u00ba trem da RNEST (refinaria de Pernambuco) entrou em opera\u00e7\u00e3o em dezembro de 2014, o que aumenta significativamente a capacidade de refino e produ\u00e7\u00e3o de \u00f3leo diesel. Em 2016, a RNEST produziu 22,2 milh\u00f5es de barris de diesel. Sua capacidade instalada para a produ\u00e7\u00e3o de diesel \u00e9 de 27,4 milh\u00f5es de barris por ano. Somada sua capacidade instalada ao que foi produzido pelo parque de refino da Petrobr\u00e1s em 2014, antes de sua entrada em opera\u00e7\u00e3o, pode se alcan\u00e7ar 339,8 milh\u00f5es de barris por ano (99% do \u00f3leo diesel vendido em 2021 no Brasil). [4]<\/p>\n<p>O 2\u00ba trem da RNEST que pode dobrar sua produ\u00e7\u00e3o do diesel e demais combust\u00edveis est\u00e1 em fase avan\u00e7ada de constru\u00e7\u00e3o e pode ser conclu\u00eddo em prazo relativamente curto, mas sua implanta\u00e7\u00e3o foi interrompida por decis\u00e3o da dire\u00e7\u00e3o da Petrobr\u00e1s.<\/p>\n<p>A capacidade de produ\u00e7\u00e3o nacional do \u00f3leo diesel \u00e9 compat\u00edvel com a demanda, caso exista a necessidade de importa\u00e7\u00e3o seria residual.<\/p>\n<p>O argumento pressup\u00f5e que n\u00e3o h\u00e1 capacidade de refino para atender nosso mercado, o que os resultados hist\u00f3ricos demonstram que n\u00e3o \u00e9 verdade para a gasolina e, no caso do diesel, a necessidade de importa\u00e7\u00e3o \u00e9 residual em compara\u00e7\u00e3o com o que pode ser produzido aqui. A premissa \u00e9 falsa para a gasolina e pouco relevante para o diesel.<\/p>\n<p>Depois se conclui que por, supostamente, existir a necessidade de importar, caso a Petrobr\u00e1s n\u00e3o pratique o PPI, haver\u00e1 desabastecimento. Ocorre que a Petrobr\u00e1s n\u00e3o adotou o PPI desde sua cria\u00e7\u00e3o, em 1953, at\u00e9 outubro de 2016 e n\u00e3o houve desabastecimento. O argumento n\u00e3o traz nenhum fato novo que justifique porque agora a consequ\u00eancia de n\u00e3o se adotar o PPI seria diferente.<\/p>\n<p>A Petrobr\u00e1s ao praticar pre\u00e7os inferiores ao PPI tende a recuperar o mercado e, caso haja necessidade, o volume residual pode ser importado por ela. Os custos m\u00e9dios e ponderados de produ\u00e7\u00e3o e importa\u00e7\u00e3o da Petrobr\u00e1s sempre foram menores que seus pre\u00e7os. \u00c9 poss\u00edvel adotar pol\u00edtica de pre\u00e7os competitivos, baseados nos custos e na paridade de exporta\u00e7\u00e3o do combust\u00edvel brasileiro e garantir alta lucratividade da Petrobr\u00e1s. [6]<\/p>\n<p>O argumento inclui uma pressuposi\u00e7\u00e3o que n\u00e3o foi previamente esclarecida como verdadeira, a premissa de que a Petrobr\u00e1s n\u00e3o poderia importar os volumes residuais de combust\u00edveis que n\u00e3o pudessem ser produzidos no Brasil. Trata-se de uma Fal\u00e1cia da Pressuposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h2><strong>FAL\u00c1CIA #3<\/strong><\/h2>\n<p>\u201cA Petrobr\u00e1s praticou pre\u00e7os inferiores aos de importa\u00e7\u00e3o entre 2011 e 2014, essa pr\u00e1tica trouxe preju\u00edzos que quebraram (ou quase quebraram) a estatal. Por isso, n\u00e3o se pode praticar pre\u00e7os inferiores aos de importa\u00e7\u00e3o para n\u00e3o quebrar a Petrobr\u00e1s\u201d<\/p>\n<p>A Petrobr\u00e1s praticou pre\u00e7os inferiores aos de importa\u00e7\u00e3o na maior parte de sua hist\u00f3ria, inclusive entre 2011 e 2014. No entanto, a Petrobr\u00e1s nunca esteve quebrada, ou pr\u00f3xima de quebrar, por causa disso.<\/p>\n<p>A estatal \u00e9 uma grande geradora de caixa. Em 2011, foram US$ 43 bilh\u00f5es, entre 2012 e 2017, a gera\u00e7\u00e3o se manteve est\u00e1vel entre 25 e US$ 33 bilh\u00f5es por ano. Da mesma forma, entre 2018 e 2020, variou entre 28 e US$ 33 bilh\u00f5es, em valores atualizados.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m neste per\u00edodo nos quais praticou pre\u00e7os relativamente baixos (2011-2014) manteve enormes reservas em caixa, entre 13,5 e US$ 25 bilh\u00f5es, em valores nominais, superiores \u00e0s multinacionais estrangeiras. A capacidade de honrar compromissos de curto prazo sempre foi evidenciada pelo \u00edndice de liquidez corrente superior a 1,5. [6]<\/p>\n<p>Uma empresa com essa capacidade de gera\u00e7\u00e3o de caixa, disponibilidade vultosa de reservas e que sempre contou com acesso a cr\u00e9dito abundante nos mercados nacional e internacional (recursos de terceiros para investimentos e administra\u00e7\u00e3o da d\u00edvida) n\u00e3o pode ser caracterizada como falimentar. Trata-se de mais uma Fal\u00e1cia de Falsa Premissa.<\/p>\n<h2><strong>FAL\u00c1CIA #4<\/strong><\/h2>\n<p>\u201cA Petrobr\u00e1s deve maximizar seu lucro. O Pre\u00e7o Parit\u00e1rio de Importa\u00e7\u00e3o (PPI) aumenta o lucro, logo deve ser praticado\u201d<\/p>\n<p>O objetivo essencial das sociedades de economia mista, como a Petrobr\u00e1s, n\u00e3o \u00e9 a obten\u00e7\u00e3o de lucro, muito menos aquele lucro n\u00e3o recorrente e de curto prazo, mas a implementa\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas. O que legitima a a\u00e7\u00e3o do Estado como empres\u00e1rio (a iniciativa econ\u00f4mica p\u00fablica do artigo 173 da Constitui\u00e7\u00e3o de 1988) \u00e9 a produ\u00e7\u00e3o de bens e servi\u00e7os que n\u00e3o podem ser obtidos de forma eficiente e justa no regime da explora\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica privada. N\u00e3o h\u00e1 nenhum sentido em o Estado procurar receitas por meio da explora\u00e7\u00e3o direta da atividade econ\u00f4mica. A esfera de atua\u00e7\u00e3o das sociedades de economia mista \u00e9 a dos objetivos da pol\u00edtica econ\u00f4mica, de estrutura\u00e7\u00e3o de finalidades maiores, cuja institui\u00e7\u00e3o e funcionamento ultrapassam a racionalidade de um \u00fanico ator individual (como a pr\u00f3pria sociedade ou seus acionistas). A empresa estatal em geral, e a sociedade de economia mista em particular, n\u00e3o tem apenas finalidades microecon\u00f4micas, ou seja, estritamente \u201cempresariais\u201d, mas tem essencialmente objetivos macroecon\u00f4micos a atingir, como instrumento da atua\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica do Estado. [7]<\/p>\n<p>Temos aqui mais uma falsa premissa, a de que a Petrobr\u00e1s deve maximizar seu lucro.<\/p>\n<p>A pol\u00edtica de pre\u00e7os altos e vinculados \u00e0 varia\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o do petr\u00f3leo e do c\u00e2mbio, inaugurada em 2016, prejudicou tanto a Petrobr\u00e1s, quanto o consumidor brasileiro. O diesel caro da estatal encalhou nas refinarias, assim ela perdeu mercado e receita de vendas com a ocupa\u00e7\u00e3o de at\u00e9 30% do mercado brasileiro pela cadeia de importa\u00e7\u00e3o que \u00e9 multinacional e estrangeira.<\/p>\n<p>Sem conseguir escoar a produ\u00e7\u00e3o de diesel, as refinarias da Petrobr\u00e1s precisaram limitar a carga de petr\u00f3leo e se tornaram ociosas, em at\u00e9 30%. Ganharam os refinadores dos EUA, os operadores de log\u00edstica \u201ctraders\u201d estrangeiros e as distribuidoras concorrentes da Petrobr\u00e1s que operaram, lucrativamente e com baixo risco, na importa\u00e7\u00e3o de diesel. Assim como, os produtores de etanol que tomaram o mercado da gasolina cara.<\/p>\n<p>Assim, pode se concluir que pre\u00e7os mais altos, como os que t\u00eam sido praticados a partir da ado\u00e7\u00e3o do PPI, n\u00e3o necessariamente trazem maiores lucros, em consequ\u00eancia da perda do mercado.<\/p>\n<p>Aqui temos uma combina\u00e7\u00e3o de duas Fal\u00e1cias de Falsas Premissas, a de que a Petrobr\u00e1s deve maximizar seu lucro e a de que o PPI necessariamente o eleva, resultando na conclus\u00e3o enganosa de que o PPI deve ser adotado pela dire\u00e7\u00e3o da Petrobr\u00e1s.<\/p>\n<h2><strong>FAL\u00c1CIA #5<\/strong><\/h2>\n<p>\u201cA Petrobr\u00e1s tem o monop\u00f3lio do refino no Brasil, por isso n\u00e3o h\u00e1 competi\u00e7\u00e3o e os pre\u00e7os s\u00e3o altos. A solu\u00e7\u00e3o \u00e9 privatizar suas refinarias\u201d<\/p>\n<p>Desde a promulga\u00e7\u00e3o da Lei n\u00ba 9.478\/1997, a Petrobr\u00e1s n\u00e3o \u00e9 mais a executora \u00fanica do monop\u00f3lio da Uni\u00e3o nas atividades de refino no Brasil.Existem outras refinarias operando no Pa\u00eds, que podem ampliar sua capacidade, e qualquer outra empresa estatal ou privada pode exercer atividades de refino, de acordo com seu apetite de assumir riscos de investimento, assim como a Petrobr\u00e1s fez, com objetivo de atender ao crescimento do mercado brasileiro de derivados, desde que autorizada pela Uni\u00e3o.<\/p>\n<p>O mercado brasileiro do refino \u00e9 aberto e competitivo, faz parte da bacia do Atl\u00e2ntico, como demonstra a invas\u00e3o do mercado pelo diesel e a gasolina produzidos nos EUA, como resultado dos pre\u00e7os relativamente altos praticados pela Petrobr\u00e1s.<\/p>\n<p>Mais uma vez o argumento apela para uma pressuposi\u00e7\u00e3o falsa de que a Petrobr\u00e1s tem \u201cmonop\u00f3lio do refino\u201d, se referindo ao monop\u00f3lio da venda de combust\u00edveis de origem f\u00f3ssil. Depois conclui que o fim do \u201cmonop\u00f3lio\u201d traria a competi\u00e7\u00e3o e pre\u00e7os menores, mas ocorre que quando a Petrobr\u00e1s pratica pre\u00e7os menores, a lucratividade dos importadores cai, se reduz a importa\u00e7\u00e3o e a competi\u00e7\u00e3o. Logo, para que exista maior competi\u00e7\u00e3o \u00e9 preciso que a Petrobr\u00e1s pratique pre\u00e7os altos, o contr\u00e1rio da rela\u00e7\u00e3o de causalidade do que se alega com o argumento.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o existe uma invers\u00e3o de causalidade e uma invers\u00e3o no sentido da correla\u00e7\u00e3o. O suposto fim do monop\u00f3lio n\u00e3o traz a competi\u00e7\u00e3o e a redu\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os. N\u00e3o existe monop\u00f3lio e a redu\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os praticados pela Petrobr\u00e1s \u00e9 que reduz a importa\u00e7\u00e3o e a competi\u00e7\u00e3o. Temos a Fal\u00e1cia da Falsa Premissa, a Fal\u00e1cia da Invers\u00e3o de Causa e Efeito, combinada com a Fal\u00e1cia da Causa Complexa.<\/p>\n<h2><strong>Conclus\u00e3o<\/strong><\/h2>\n<p>O Brasil tem capacidade de produzir e refinar o seu petr\u00f3leo no pa\u00eds. Mas a pol\u00edtica de pre\u00e7os tem promovido a importa\u00e7\u00e3o de combust\u00edveis e a exporta\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo cru. Cerca de 50% do petr\u00f3leo cru produzido no Brasil tem sido exportado, em grande medida por multinacionais estrangeiras. Enquanto isso, at\u00e9 30% do mercado de combust\u00edveis tem sido ocupado por importados, na maior parte dos Estados Unidos, com ociosidade proporcional do parque de refino brasileiro.<\/p>\n<p>Trata-se de um ciclo do tipo colonial, extrativo e prim\u00e1rio exportador do petr\u00f3leo cru do Brasil. Nenhum pa\u00eds se desenvolveu exportando petr\u00f3leo cru por multinacionais estrangeiras e importando combust\u00edveis e derivados de maior valor agregado, com o Brasil n\u00e3o ser\u00e1 diferente.<\/p>\n<p>Pre\u00e7os desnecessariamente altos, exporta\u00e7\u00e3o crescente de petr\u00f3leo cru, importa\u00e7\u00e3o de derivados e ociosidade das refinarias brasileiras, s\u00e3o consequ\u00eancias do Pre\u00e7o Parit\u00e1rio de Importa\u00e7\u00e3o (PPI), pol\u00edtica de pre\u00e7os in\u00e9dita e arbitrariamente adotada pelas dire\u00e7\u00f5es da Petrobr\u00e1s desde outubro de 2016. S\u00e3o decis\u00f5es de responsabilidade do Presidente da Rep\u00fablica que podem e devem ser revertidas para o bem do Brasil.<\/p>\n<p>https:\/\/aepet.org.br\/w3\/<\/p>\n<p>https:\/\/felipecoutinho21.wordpress.com\/<\/p>\n<h2><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/h2>\n<p>[1]\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Petrobras, \u201cAdotamos nova pol\u00edtica de pre\u00e7os de diesel e gasolina,\u201d 2016.<\/p>\n<p>[2]\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 ANP, \u201cImporta\u00e7\u00f5es e Exporta\u00e7\u00f5es de Petr\u00f3leo 2000-2020,\u201d 2022.<\/p>\n<p>[3]\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Petrobras, \u201cRelat\u00f3rio de Produ\u00e7\u00e3o e Vendas 4T21,\u201d 2022.<\/p>\n<p>[4]\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 ANP, \u201cProdu\u00e7\u00e3o Nacional de Derivados de Petr\u00f3leo (barris),\u201d 2022.<\/p>\n<p>[5]\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 ANP, \u201cVendas de derivados de petr\u00f3leo e etanol,\u201d 2022.<\/p>\n<p>[6]\u00a0\u00a0\u00a0 AEPET, \u201cProposta de nova pol\u00edtica de pre\u00e7os do diesel para a Petrobr\u00e1s,\u201d 2019.<\/p>\n<p>[7]\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Petrobras, \u201cCentral de Resultados,\u201d 2022.<\/p>\n<p>[8]\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 F. Coutinho e G. Bercovici, \u201cPetrobr\u00e1s \u00e9 a maior v\u00edtima de fake news da hist\u00f3ria do Brasil,\u201d 2021.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Neste artigo, o vice-presidente da AEPET, Felipe Coutinho, desvenda as fal\u00e1cias divulgadas sobre o PPI. \u201cPre\u00e7os desnecessariamente altos, exporta\u00e7\u00e3o crescente de petr\u00f3leo cru, importa\u00e7\u00e3o de derivados e ociosidade das refinarias brasileiras, s\u00e3o consequ\u00eancias do Pre\u00e7o Parit\u00e1rio de Importa\u00e7\u00e3o (PPI), pol\u00edtica&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":37729,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[87,10],"tags":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v19.3 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Cinco Fal\u00e1cias sobre o Pre\u00e7o Parit\u00e1rio de Importa\u00e7\u00e3o (PPI) praticado pela 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