{"id":40825,"date":"2023-06-10T09:37:21","date_gmt":"2023-06-10T12:37:21","guid":{"rendered":"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/?p=40825"},"modified":"2023-06-10T22:04:34","modified_gmt":"2023-06-11T01:04:34","slug":"petroleo-e-energia-financas-ong-e-comunicacao-fantasias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/petroleo-e-energia-financas-ong-e-comunicacao-fantasias\/","title":{"rendered":"Petr\u00f3leo \u00e9 energia; finan\u00e7as, ONG e comunica\u00e7\u00e3o, fantasias"},"content":{"rendered":"<!--[if lt IE 9]><script>document.createElement('audio');<\/script><![endif]-->\n<audio class=\"wp-audio-shortcode\" id=\"audio-40825-1\" preload=\"none\" style=\"width: 100%;\" controls=\"controls\"><source type=\"audio\/ogg\" src=\"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/petroleo-e-energia.ogg?_=1\" \/><a href=\"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/petroleo-e-energia.ogg\">https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/petroleo-e-energia.ogg<\/a><\/audio>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>As finan\u00e7as, especialmente as brit\u00e2nicas e holandesas, dominaram o mundo por s\u00e9culos, desde a cria\u00e7\u00e3o das Companhias Inglesa (1600) e Holandesa (1602) das \u00cdndias Orientais e do Banco de Amsterd\u00e3 (1609). Pode-se excluir, no m\u00e1ximo, o per\u00edodo da Revolu\u00e7\u00e3o Francesa (1789-1799) e os 16 anos de Napole\u00e3o (1799-1815), mudando a face europeia.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, as duas Grandes Guerras do s\u00e9culo 20 (1914-1918 e 1939-1945) alteraram este poder, que se transferiu para o dos capitais industriais. Foi significativa esta mudan\u00e7a, n\u00e3o s\u00f3 econ\u00f4mica, mas social, pois para o capital industrial era necess\u00e1ria alguma distribui\u00e7\u00e3o de renda, objetivando constituir a classe dos consumidores. Nas finan\u00e7as, o rentismo dos bens fundi\u00e1rios e dos empr\u00e9stimos ao com\u00e9rcio e \u00e0s guerras n\u00e3o exigia massa de consumidores.<\/p>\n<p>A reconquista do poder pelas finan\u00e7as come\u00e7a na mudan\u00e7a dos comportamentos, buscando a liberdade e o prazer: o \u201cproibido proibir\u201d do maio de 1968, na Fran\u00e7a, e do Woodstock, em agosto de 1969, no Estado de Nova York (EUA), entre milhares de eventos similares por todo o mundo.<\/p>\n<p>Abre-se ent\u00e3o a alian\u00e7a com os movimentos ecol\u00f3gicos, preservacionistas, que j\u00e1 no s\u00e9culo 19, sem qualquer divulga\u00e7\u00e3o, condenavam a polui\u00e7\u00e3o do carv\u00e3o mineral nas Ilhas Brit\u00e2nicas e as doen\u00e7as que o grupo de m\u00e9dicos envolvidos diagnosticava.<\/p>\n<p>Desta alian\u00e7a surgem as \u201ccrises\u201d do petr\u00f3leo, 1973 e 1978, atingindo fortemente os pa\u00edses mais industrializados e os consumidores de produtos derivados do petr\u00f3leo.<\/p>\n<p>H\u00e1 evento paralelo a estas \u201ccrises\u201d, que os ec\u00f3logos-financistas ocultam. O Reino Unido e pa\u00edses escandinavos, principalmente a Noruega, descobriram petr\u00f3leo no Mar do Norte. Deveria ser \u00e1rea de preserva\u00e7\u00e3o pela fragilidade do ecossistema, a proximidade do \u00c1rtico e pela depend\u00eancia da pesca por grande parte da popula\u00e7\u00e3o local. Por\u00e9m, resultou no aumento do pre\u00e7o do barril de petr\u00f3leo, imputando a responsabilidade aos exportadores \u00e1rabes, \u00e0 Organiza\u00e7\u00e3o dos Pa\u00edses Exportadores de Petr\u00f3leo (Opep).<\/p>\n<p>Desde o Acordo de Achnacarry (1928), em castelo na Esc\u00f3cia, as grandes petroleiras, que viriam a ser denominadas \u201cSete Irm\u00e3s\u201d, dividiram o mundo entre si e fixaram o pre\u00e7o do barril de petr\u00f3leo. Com isso, o barril de petr\u00f3leo passou cerca de 40 anos com o mesmo pre\u00e7o real. Na primeira \u201ccrise\u201d (1973), pouco mais ocorreu do que o reajuste ao valor da moeda, o d\u00f3lar estadunidense (USD); apenas na \u201ccrise\u201d de 1978 houve efetivo aumento do barril de petr\u00f3leo. Mas a primeira corre\u00e7\u00e3o j\u00e1 fora suficiente para suportar a explora\u00e7\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o no Mar do Norte.<\/p>\n<p>Pessoas da realeza holandesa andando de bicicleta nas ruas de Amsterd\u00e3 e Haia na d\u00e9cada de 1970 t\u00eam mais de rid\u00edculo do que cr\u00edtica ao uso do petr\u00f3leo.<\/p>\n<p>Desde ent\u00e3o, se desenvolveu, com muitas contradi\u00e7\u00f5es, farsas e fraudes, a economia da energia pretensamente limpa e potencialmente renov\u00e1vel e proliferaram as organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o governamentais (ONGs), como a WWF em 1961 e a Greenpeace em 1971.<\/p>\n<p>Na d\u00e9cada de 1980, tomando o poder em dois grandes centros financeiros, Londres e Nova York, com as elei\u00e7\u00f5es de Margaret Thatcher (1\u00aa ministra de 4 de maio de 1979 a 28 de novembro de 1990) e Ronald Reagan (presidente de 20 de janeiro de 1981 a 20 de janeiro de 1989), as finan\u00e7as obtiveram o tr\u00e2nsito livre pelo mundo, sob a denominada \u201cdesregula\u00e7\u00e3o financeira\u201d. Verdadeira viagem sem passaporte; entram e saem dos pa\u00edses por meios eletr\u00f4nicos, sem qualquer controle das autoridades nacionais.<\/p>\n<p>\u00c9 nesse momento que os capitais il\u00edcitos se aproximam dos capitais rentistas mais tradicionais e mesmo de capitais industriais, sedentos de lucros maiores e menos trabalhosos.<\/p>\n<p>A dezena de para\u00edsos fiscais existente em 1980 passa, em 2020, a 84, desde um bairro de 3 km\u00b2, como a City londrina, ao pequeno arquip\u00e9lago de 10 km\u00b2, Toquelau, no Oceano Pac\u00edfico, subordinado \u00e0 Nova Zel\u00e2ndia, ao Estado de Delaware, nos EUA, de onde saiu o presidente Joe Biden, e aos Emirados \u00c1rabes Unidos, Luxemburgo, Panam\u00e1 etc.<\/p>\n<p>Neste s\u00e9culo 21, os capitais marginais, oriundos do tr\u00e1fico de drogas, contrabandos, crimes diversos, corrup\u00e7\u00f5es e chantagens, disputam o poder com os mais aristocr\u00e1ticos capitais europeus e de ex-industriais que optaram pelo ganho especulativo das finan\u00e7as e dos rentistas de todas as origens e endere\u00e7os.<\/p>\n<p>\u00c9 sabida a rela\u00e7\u00e3o das imprensas com os poderes, n\u00e3o necessariamente com os governos, mas quem est\u00e1 efetivamente auferindo vantagens de toda ordem naquele local.<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Augusto Ribeiro, no livro A Hist\u00f3ria da Petrobr\u00e1s, editado pela Associa\u00e7\u00e3o dos Engenheiros da Petrobr\u00e1s (Aepet), conta um caso que repetia outros anteriores e se voltaria a acontecer no futuro.<\/p>\n<p>\u201cNo auge da crise de agosto de 1954, um dos subchefes do Gabinete Militar da Presid\u00eancia, o general Mozart Dornelles, foi procurar Chateaubriand, que conhecia desde a Revolu\u00e7\u00e3o de 30, ele combatente e Chateaubriand jornalista.<\/p>\n<p>Chocado com a virul\u00eancia dos ataques a Get\u00falio nas televis\u00f5es de Chateaubriand, o General perguntou por que uma campanha t\u00e3o rancorosa e mentirosa, na qual Carlos Lacerda n\u00e3o fazia a menor cerim\u00f4nia com os fatos e podia inventar o que quisesse, porque as TVs de Chateaubriand n\u00e3o abriam espa\u00e7o para o direito de resposta.<\/p>\n<p>Ao menos, prop\u00f5e o general Mozart, que Chateaubriand agisse para moderar o tom dos ataques, n\u00e3o necessariamente seu conte\u00fado. Chateaubriand interrompe para dizer:<\/p>\n<p>\u2014 Mozart, eu sou o maior admirador do presidente, eu adoro o presidente.<\/p>\n<p>E oferece.<\/p>\n<p>\u2014 Na hora que o presidente quiser, eu tiro as televis\u00f5es do Lacerda e entrego a ele, para a defesa do governo\u2026<\/p>\n<p>Mas revela seu pre\u00e7o:<\/p>\n<p>\u2014 \u00c9 s\u00f3 ele desistir da Petrobr\u00e1s\u2026<\/p>\n<p>De volta ao Pal\u00e1cio do Catete, sede do governo e acabrunhado com a chantagem de Chateaubriand, o general Mozart decidiu aconselhar-se com o ministro da Justi\u00e7a, Tancredo Neves, seu cunhado. Poderia ou deveria contar a Get\u00falio, a quem n\u00e3o revelara que iria falar com Chateaubriand, a proposta que ouvira deste?<\/p>\n<p>Tancredo sugeriu que o general contasse, que o presidente precisava saber do pre\u00e7o de Chateaubriand. Mas \u2014 acrescentou \u2014 de uma coisa ambos podiam ter certeza:<\/p>\n<p>\u2014 O presidente morre, mas n\u00e3o desiste da Petrobr\u00e1s.\u201d<\/p>\n<p>A situa\u00e7\u00e3o atual \u00e9 ainda mais grave, como se observou na campanha pela destrui\u00e7\u00e3o da Petrobr\u00e1s e da engenharia brasileira, no epis\u00f3dio que ficou conhecido como \u201cOpera\u00e7\u00e3o Lava Jato\u201d, envolvendo o Governo dos EUA, o Poder Judici\u00e1rio brasileiro, magistratura e minist\u00e9rio p\u00fablico, o Poder Executivo, as pol\u00edcias estadual e federal, e com participa\u00e7\u00e3o de parlamentares das duas casas do Congresso.<\/p>\n<p>A imprensa televisiva, a Rede Globo, no Jornal Nacional, programa de grande audi\u00eancia, colocava duto de onde n\u00e3o saia petr\u00f3leo, mas notas de dinheiro, o \u201cpropinoduto\u201d, como s\u00edmbolo das rela\u00e7\u00f5es il\u00edcitas das empresas e empres\u00e1rios brasileiros com a administra\u00e7\u00e3o da Petrobr\u00e1s. Hoje j\u00e1 se sabe que tudo foi enorme constru\u00e7\u00e3o midi\u00e1tica, alguns participantes da farsa j\u00e1 foram at\u00e9 condenados pela justi\u00e7a, por\u00e9m o mal est\u00e1 feito, e a d\u00favida ainda ocorre para muitos brasileiros.<\/p>\n<p>Os celulares, que acompanham pessoas de todas as idades e n\u00edveis de renda e conhecimento, s\u00e3o verdadeiros incitadores de emo\u00e7\u00f5es e mestres nas desinforma\u00e7\u00f5es. O Congresso, no entanto, est\u00e1 receoso de conter e combater as \u201cfake news\u201d, pois teme a virul\u00eancia das \u201credes sociais\u201d, singelo nome para verdadeira arma de destrui\u00e7\u00e3o de vidas e conceitos pessoais.<\/p>\n<p>E quem, sen\u00e3o os capitais ap\u00e1tridas est\u00e3o de algum modo por tr\u00e1s destas redes? Ora com recursos de publicidade, ora com imposi\u00e7\u00e3o de temas, e sempre com corrup\u00e7\u00e3o e chantagem, de que s\u00e3o profissionais.<\/p>\n<h2><strong>O neoliberalismo e o fim de uma era civilizacional<\/strong><\/h2>\n<p>Quando o neoliberalismo se instala na d\u00e9cada de 1990, j\u00e1 tinha seu dec\u00e1logo difundido, o \u201cConsenso de Washington\u201d (1989). Faltava, mas logo \u00e9 conseguido, o fim da URSS e o desmembramento deste imenso continente, que compreendia a popula\u00e7\u00e3o de 289 milh\u00f5es de pessoas em um territ\u00f3rio de 22 milh\u00f5es de quil\u00f4metros quadrados, da Europa ao extremo oriental da Sib\u00e9ria.<\/p>\n<p>Trata-se logo de \u201ccriar\u201d o Fim da Hist\u00f3ria, o mundo unipolar onde as finan\u00e7as seriam como a religi\u00e3o cat\u00f3lica na Idade M\u00e9dia europeia. Mas o neoliberalismo tamb\u00e9m trouxe sua religi\u00e3o, o neopentecostalismo, de reuni\u00f5es teatrais, onde n\u00e3o faltam as \u201ccuras milagrosas\u201d, que surgiu entre as d\u00e9cadas de 1970 e 1980, exatamente na constru\u00e7\u00e3o do sistema financeiro internacional. E contava com a presen\u00e7a de l\u00edderes carism\u00e1ticos, o uso dos meios de comunica\u00e7\u00e3o de massa, a participa\u00e7\u00e3o na pol\u00edtica partid\u00e1ria e a prega\u00e7\u00e3o da \u201ccura divina\u201d.<\/p>\n<p>N\u00e3o s\u00f3 as curas eram fantasias, a gest\u00e3o neoliberal tamb\u00e9m se afirmava com falsas evid\u00eancias.<\/p>\n<p>Em Manifesto de 24 de setembro de 2010, com 630 signat\u00e1rios, a Associa\u00e7\u00e3o Francesa de Economia Pol\u00edtica (Afep) enunciou as dez falsas evid\u00eancias neoliberais, com foco na Europa. Selecionamos as seis mais abrangentes:<\/p>\n<p>Os mercados financeiros s\u00e3o eficientes. Nove \u201ccrises\u201d, desde 1990 at\u00e9 2008, trataram de desmentir, ao exigir imenso aporte de recursos p\u00fablicos, da ordem de trilh\u00f5es de d\u00f3lares estadunidenses (USD).<\/p>\n<p>Os mercados financeiros favorecem o crescimento econ\u00f4mico. Por\u00e9m, os retornos das aplica\u00e7\u00f5es entre 15% e 25% passam a ser norma, o que reduz a capacidade de investimentos e os sal\u00e1rios, logo o consumo. Esta situa\u00e7\u00e3o reprime o desenvolvimento econ\u00f4mico.<\/p>\n<p>Os mercados s\u00e3o bons ju\u00edzes do grau de solv\u00eancia dos Estados. Apenas a d\u00edvida grega e seus desdobramentos mostram que estas avalia\u00e7\u00f5es estavam erradas; e, se os investidores exigem pr\u00eamios elevados, \u00e9 porque a insolv\u00eancia est\u00e1 pr\u00f3xima.<\/p>\n<p>A subida espetacular das d\u00edvidas p\u00fablicas \u00e9 o resultado do excesso de despesas. No entanto, a d\u00edvida p\u00fablica europeia e a mundial s\u00e3o resultado dos planos de salvamento do setor financeiro. Recordar a \u201cbolsa banqueiro\u201d de Fernando Henrique Cardoso e da d\u00edvida brasileira que cresce com empr\u00e9stimos para especula\u00e7\u00e3o dos pr\u00f3prios agentes financeiros, dos bancos.<\/p>\n<p>\u00c9 preciso reduzir as despesas para diminuir a d\u00edvida p\u00fablica. Como se as taxas de juros elevadas n\u00e3o tivessem consequ\u00eancia na economia dos pr\u00f3prios Estados, a globaliza\u00e7\u00e3o, mesmo que trabalhasse no sentido da receita dos Estados, seria anulada pelos juros nacionais.<\/p>\n<p>A d\u00edvida p\u00fablica transfere o custo dos nossos excessos para os nossos netos. Os financistas cobram sistematicamente a redu\u00e7\u00e3o dos impostos, principalmente oriundos das receitas financeiras, como os dividendos no Brasil, e a redu\u00e7\u00e3o da carga fiscal nos EUA e na Europa. Depois imputam aos funcion\u00e1rios p\u00fablicos, aos portadores de doen\u00e7as e aos aposentados a raz\u00e3o das d\u00edvidas.<\/p>\n<p>Hoje, 2023, estamos na imin\u00eancia de uma grande crise pela falta de ativos que garantam a enorme quantidade de pap\u00e9is sem lastro, dando suporte aos financiamentos e aos fundos de investimentos por todo o mundo. Estima-se a falta de muitas centenas de trilh\u00f5es de USD para solv\u00eancia da d\u00edvida mundial.<\/p>\n<p>As finan\u00e7as ap\u00e1tridas e neoliberais est\u00e3o fazendo a civiliza\u00e7\u00e3o ocidental recuar tanto nas quest\u00f5es econ\u00f4micas quanto nos benef\u00edcios da tecnologia para o bem-estar e conforto de todos os humanos.<\/p>\n<h2><strong>Brasil sem soberania precisa sobreviver<\/strong><\/h2>\n<p>H\u00e1 pa\u00edses soberanos e pa\u00edses dependentes, mesmo considerando a exist\u00eancia da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU). Infelizmente, o Brasil n\u00e3o \u00e9 soberano, e isso n\u00e3o se deve \u00e0 inexist\u00eancia dos bens indispens\u00e1veis \u00e0 exist\u00eancia e ao desenvolvimento humano. Deve-se \u00e0 falta de poder aut\u00f4nomo capaz de adotar decis\u00f5es que beneficiem o pa\u00eds, como de algum modo tivemos nos 50 anos da Era Vargas.<\/p>\n<p>A \u201credemocratiza\u00e7\u00e3o\u201d dos anos 1980 se deu sob a orienta\u00e7\u00e3o das finan\u00e7as ap\u00e1tridas, que, naquele momento, j\u00e1 dominavam o cen\u00e1rio mundial. Exemplo irrefut\u00e1vel foi a Rede Globo promovendo, sem qualquer conte\u00fado que n\u00e3o fosse o emocional, um jovem despreparado e que a justi\u00e7a hoje considera corrupto para governar o Brasil.<\/p>\n<p>Veja-se, no extremo oposto, a despeda\u00e7ada URSS e a RPCh, com filosofias diferentes \u2014 capitalista e socialista \u2014 reconstruindo seus pa\u00edses com seus pr\u00f3prios meios e hoje se apresentando como respostas de desenvolvimento integral.<\/p>\n<p>A \u00cdndia, na descri\u00e7\u00e3o da equipe da APA Productions de Cingapura para incentivar o turismo (Destino: \u00cdndia, Cedibra Turismo, RJ, 1987), enfrentou as imensas press\u00f5es externas com pol\u00edticas nacionalistas, evitando \u201ca armadilha da d\u00edvida, principalmente porque, ao contr\u00e1rio da maior parte dos pa\u00edses em desenvolvimento, tem se apoiado quase exclusivamente em sua poupan\u00e7a interna para financiar a industrializa\u00e7\u00e3o\u201d. E, gra\u00e7as ao protecionismo dos governos e ao foco no bem-estar dos cidad\u00e3os, \u201cconseguiu superar os pre\u00e7os do petr\u00f3leo e a crise da d\u00edvida provocada pela eleva\u00e7\u00e3o das taxas de juros nos EUA\u201d.<\/p>\n<p>O Brasil, de riqueza natural sem par no mundo, submete-se ao pior capitalismo, o dos rentistas, e, ainda mais, com forte presen\u00e7a de capitais marginais oriundos dos crimes.<\/p>\n<p>Neste momento em que a maioria da popula\u00e7\u00e3o opta por mudan\u00e7a, o governo embarca na canoa furada das ONGs e das finan\u00e7as ap\u00e1tridas, disputando a lideran\u00e7a da indefin\u00edvel \u201ctransi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica\u201d.<\/p>\n<p>O que significa isso para um pa\u00eds de baix\u00edssima energia per capita? Dispensar os mais eficientes e baratos produtores de energia? O que \u00e9 mais importante: uma farsa ecol\u00f3gica ou a realidade geol\u00f3gica?<\/p>\n<p>Em 23\/4\/2023, no Viomundo, tivemos publicado o artigo \u201cEnergia: aspectos f\u00edsicos, culturais e pol\u00edticos\u201d. Nele demonstramos que as agress\u00f5es dos combust\u00edveis f\u00f3sseis \u00e0 humanidade nada representam diante da realidade geol\u00f3gica.<\/p>\n<p>Tivemos dezenas de contesta\u00e7\u00f5es dos leitores. N\u00e3o nos surpreendemos. A pedagogia colonial n\u00e3o informa, deforma; n\u00e3o educa, mistifica. Afinal, com as finan\u00e7as por tr\u00e1s, \u00e9 f\u00e1cil obter de doutores, professores, at\u00e9 de Pr\u00eamios Nobel, como j\u00e1 ocorreu mais de uma vez (lembrar da necessidade de vitamina C), declara\u00e7\u00f5es anticient\u00edficas, atestados falsificados e estat\u00edsticas fraudadas.<\/p>\n<p>Mas a realidade se imp\u00f5e. A recente erup\u00e7\u00e3o do vulc\u00e3o em Tonga, no Oceano Pac\u00edfico, criou uma bolha, lan\u00e7ou tanto vapor d\u2019\u00e1gua na estratosfera (entre 15 e 50 km da superf\u00edcie terrestre) que seus efeitos dever\u00e3o atuar sobre as temperaturas, no entorno da Austr\u00e1lia, por uns cinco anos. E n\u00e3o foi pela m\u00e3o humana, nem se pode tratar de emiss\u00f5es de carbono, como alert\u00e1vamos no artigo no Viomundo.<\/p>\n<p>Entregar o Minist\u00e9rio do Meio Ambiente e Mudan\u00e7a do Clima \u00e0 senhora Marina Silva \u00e9 colocar os interesses do Atl\u00e2ntico Norte, por suas ONGs, no governo do Brasil. E como fica a autonomia decis\u00f3ria em favor dos brasileiros, como fizeram a \u00cdndia, a Federa\u00e7\u00e3o Russa e diversos pa\u00edses integrantes da Iniciativa do Cintur\u00e3o e Rota?<\/p>\n<p><strong>Pedro Augusto Pinho, administrador aposentado, atual presidente da Associa\u00e7\u00e3o dos Engenheiros da Petrobr\u00e1s (Aepet).<\/strong><\/p>\n<p>Fonte: Monitor Mercantil<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; As finan\u00e7as, especialmente as brit\u00e2nicas e holandesas, dominaram o mundo por s\u00e9culos, desde a cria\u00e7\u00e3o das Companhias Inglesa (1600) e Holandesa (1602) das \u00cdndias Orientais e do Banco de Amsterd\u00e3 (1609). 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