{"id":41030,"date":"2023-06-28T17:00:36","date_gmt":"2023-06-28T20:00:36","guid":{"rendered":"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/?p=41030"},"modified":"2023-06-28T17:05:14","modified_gmt":"2023-06-28T20:05:14","slug":"a-independencia-do-brasil-e-a-unidade-nacional-foram-conquistadas-na-bahia-em-2-de-julho-de-1823","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/a-independencia-do-brasil-e-a-unidade-nacional-foram-conquistadas-na-bahia-em-2-de-julho-de-1823\/","title":{"rendered":"A Independ\u00eancia do Brasil e a unidade nacional foram conquistadas na Bahia em 2 de julho de 1823"},"content":{"rendered":"<!--[if lt IE 9]><script>document.createElement('audio');<\/script><![endif]-->\n<audio class=\"wp-audio-shortcode\" id=\"audio-41030-1\" preload=\"none\" style=\"width: 100%;\" controls=\"controls\"><source type=\"audio\/mpeg\" src=\"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/2-de-julho-alcoforado.mp3?_=1\" \/><source type=\"audio\/ogg\" src=\"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/2-de-julho-alcoforado.ogg?_=1\" \/><a href=\"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/2-de-julho-alcoforado.mp3\">https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2023\/06\/2-de-julho-alcoforado.mp3<\/a><\/audio>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><em>Por Fernando Alcoforado*\u00a0\u00a0 <\/em><\/p>\n<p>Em 7 de setembro de 2022, o Brasil comemorou o bicenten\u00e1rio da proclama\u00e7\u00e3o de sua independ\u00eancia e, em 2 de julho de 2023, comemora o bicenten\u00e1rio da conquista de sua independ\u00eancia e da unidade nacional que foram realizadas pelo heroico povo baiano com a luta revolucion\u00e1ria que empreendeu da qual resultou a expuls\u00e3o definitiva das tropas portuguesas da Bahia e do Brasil em 2 de julho de 1823.<\/p>\n<p>V\u00e1rios fatores contribu\u00edram para a Independ\u00eancia do Brasil de Portugal como as ideias iluministas, que serviram de base \u00e0 Revolu\u00e7\u00e3o Americana de 1776, \u00e0 Revolu\u00e7\u00e3o Francesa de 1789 e \u00e0 Revolu\u00e7\u00e3o Haitiana de 1791 contra o sistema colonial escravista que conduziu a col\u00f4nia francesa de S\u00e3o Domingos \u00e0 independ\u00eancia, e as independ\u00eancias ocorridas na Am\u00e9rica Inglesa (Revolu\u00e7\u00e3o Americana ou Guerra de Independ\u00eancia dos Estados Unidos) e na Am\u00e9rica Espanhola (Simon Bol\u00edvar liderou uma campanha militar na Venezuela, na Col\u00f4mbia e no Equador, enquanto San Mart\u00edn liderou o levante na Argentina e no Peru at\u00e9 a rendi\u00e7\u00e3o dos espanh\u00f3is) que serviram de referenciais para muitos movimentos emancipat\u00f3rios ocorridos na \u00e9poca.<\/p>\n<p>Outros fatores que contribu\u00edram para a Independ\u00eancia do Brasil de Portugal foi a morte, em 1816, da rainha de Portugal, D. Maria, que fez com que seu filho D. Jo\u00e3o se tornasse rei, sendo aclamado como D. Jo\u00e3o VI. Em 1820, a Revolu\u00e7\u00e3o Liberal do Porto em Portugal, que amea\u00e7ava a monarquia portuguesa, fez D. Jo\u00e3o VI voltar para Portugal quando transferiu para D. Pedro, seu filho, a reg\u00eancia do Brasil. Em seguida, v\u00e1rias medidas vindas de Portugal pressionaram D. Pedro a regressar a Portugal e manter o Brasil como col\u00f4nia de Portugal. As not\u00edcias repercutiram como uma declara\u00e7\u00e3o de guerra, provocando tumultos e manifesta\u00e7\u00f5es de desagrado no Brasil.<\/p>\n<ol>\n<li>Pedro foi pressionado para ficar no Brasil, pois sua partida representaria sua divis\u00e3o territorial. D. Pedro recebe, tamb\u00e9m, duas cartas, uma de Jos\u00e9 Bonif\u00e1cio e outra da Imperatriz Leopoldina aconselhando que n\u00e3o aceitasse a ordem vinda de Portugal. Dom Pedro acata esses conselhos e corta os v\u00ednculos pol\u00edticos de submiss\u00e3o do Brasil que ainda restavam com Portugal. O Dia do Fico (9 de janeiro de 1822) por D. Pedro foi um passo importante para o rompimento definitivo do Brasil com Portugal. O Grito de Independ\u00eancia do Brasil em 7 de setembro de 1822 \u00e0s margens do riacho Ipiranga resultou deste processo. Os acontecimentos desencadearam uma crise no governo e os ministros fi\u00e9is \u00e0s Cortes portuguesas se demitiram. O pr\u00edncipe D. Pedro formou um novo minist\u00e9rio, sob a lideran\u00e7a de Jos\u00e9 Bonif\u00e1cio, um dos principais partid\u00e1rios da emancipa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica brasileira. Com a independ\u00eancia, o Brasil deixou de ser uma col\u00f4nia portuguesa, dando um passo decisivo para o in\u00edcio da organiza\u00e7\u00e3o do estado brasileiro e a manuten\u00e7\u00e3o de sua unidade territorial para evitar seu fracionamento em v\u00e1rios pa\u00edses como ocorreu nas col\u00f4nias espanholas. D. Pedro manteve a unidade do territ\u00f3rio do Brasil, agradando aos interesses dos grupos econ\u00f4micos que dominavam a col\u00f4nia. Houve, entretanto, dois fatos deplor\u00e1veis relativos \u00e0 Independ\u00eancia do Brasil: 1) ela n\u00e3o resultou da luta do povo brasileiro por sua liberta\u00e7\u00e3o, mas sim da vontade do pr\u00edncipe D. Pedro; e, 2) Portugal foi indenizado em 2 milh\u00f5es de libras esterlinas para aceitar a Independ\u00eancia do Brasil.<\/li>\n<\/ol>\n<p>\u00c9 oportuno observar que a Proclama\u00e7\u00e3o da Independ\u00eancia do Brasil por D. Pedro em 7 de setembro de 1822 n\u00e3o produziu efeitos imediatos em prov\u00edncias como a Cisplatina (atual Uruguai), Maranh\u00e3o, Gr\u00e3o\u2011Par\u00e1 e Bahia. No momento em que D Pedro declarou a independ\u00eancia do Brasil, os governos e tropas de algumas prov\u00edncias foram levadas a expressar sua incondicional fidelidade ao governo lusitano. A opress\u00e3o exercida pelos militares portugueses aumentou e foi preciso muita luta para expuls\u00e1\u2011los do Brasil. Com a decis\u00e3o de Dom Pedro de ficar no Brasil, em desafio \u00e0s determina\u00e7\u00f5es da Corte portuguesa, Portugal passou a concentrar seus esfor\u00e7os militares em Salvador. Ao menos 2.500 homens vieram de Portugal para refor\u00e7ar os contingentes que estavam na Bahia. O prop\u00f3sito da Corte portuguesa era o de manter sua domina\u00e7\u00e3o no Norte e Nordeste do Brasil j\u00e1 que o restante do Pa\u00eds era controlado por D. Pedro. Na Bahia, os militares portugueses contaram com o apoio de grandes comerciantes, quase todos oriundos de Portugal e latifundi\u00e1rios nascidos no Brasil que produziam a\u00e7\u00facar e tabaco \u00e0 custa do trabalho escravo, que temiam os movimentos emancipacionistas, que \u00e0quela altura defendiam ideias progressistas, como a autonomia pol\u00edtica do Brasil, a implanta\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica, o fim da escravid\u00e3o e a aboli\u00e7\u00e3o dos privil\u00e9gios sociais. A guerra de Independ\u00eancia da Bahia durou 21 meses, entre fevereiro de 1822 e novembro de 1823. Em 1823, o clima era de \u00f3dio na Bahia contra o colonizador portugu\u00eas.<\/p>\n<p>O povo baiano em bandos atacava os militares portugueses a pedradas em locais como a Baixa dos Sapateiros quebrando vidra\u00e7as e lanternas nas ruas, conforme conta o escritor Laurentino Gomes, autor do livro 1822.\u00a0 O escritor Laurentino Gomes afirma que a resist\u00eancia baiana foi decisiva para a manuten\u00e7\u00e3o da unidade nacional sem a qual o territ\u00f3rio do Brasil seria dividido em duas partes.<\/p>\n<p>O brigadeiro In\u00e1cio Lu\u00eds Madeira de Melo foi nomeado pela Corte portuguesa como novo comandante das Armas da Bahia que, logo ao assumir este posto bombardeou o Forte de S\u00e3o Pedro em Salvador onde militares do Regimento de Artilharia partid\u00e1rios da independ\u00eancia nacional estavam aquartelados os quais se viram for\u00e7ados a fugir para organizar a resist\u00eancia na cidade de Cachoeira no interior.\u00a0 Salvador virou uma pra\u00e7a de guerra, com confrontos violentos no bairro das Merc\u00eas, na Pra\u00e7a da Piedade e no Campo da P\u00f3lvora. O caos se estabeleceu na cidade. Tumultos, saques e quebra\u2011quebras obrigaram moradores a abandonarem Salvador com suas fam\u00edlias. Em poucos dias, o restante da Bahia aderiu em peso \u00e0 Independ\u00eancia do Brasil, formando um cintur\u00e3o de isolamento aos portugueses encastelados em Salvador, relata o escritor Laurentino Gomes no livro 1822. Os \u00e2nimos se acirraram entre os nativos e os portugueses. A pretexto de perseguir \u201crevoltosos\u201d, em 19 de fevereiro de 1823, militares portugueses invadiram o Convento da Lapa atr\u00e1s de revoltosos. Ao tentar impedi\u2011los de entrar, soror Joana Ang\u00e9lica foi morta a golpes de baioneta, transformando\u2011se na grande m\u00e1rtir da guerra pela independ\u00eancia do Brasil na Bahia.<\/p>\n<p>Na guerra de Independ\u00eancia do Brasil na Bahia, milhares de pessoas perderam a vida em ro\u00e7as, morros, mares e nos rios em que se travou o conflito, conta Laurentino Gomes, no livro 1822. Cachoeira passou a atrair retirantes de Salvador e de munic\u00edpios como Santo Amaro da Purifica\u00e7\u00e3o e se transformou no centro da resist\u00eancia aos portugueses. Na cidade de Cachoeira, um ato p\u00fablico que declarava lealdade a D. Pedro foi interrompido a tiros por uma escuna portuguesa que subia o rio Paragua\u00e7u, em cujas margens se situa a cidade. Revoltada, a popula\u00e7\u00e3o atacou a embarca\u00e7\u00e3o. Este conflito durou tr\u00eas dias, ao fim dos quais foi criada uma junta para defender a cidade de Cachoeira. V\u00e1rias pessoas perderam a vida, mas Cachoeira resistiu ao ataque. A chegada \u00e0 Bahia do general franc\u00eas Pierre Labatut e do almirante ingl\u00eas Thomas Cochrane foi fundamental porque eles organizaram as tropas brasileiras. Marco da luta pela independ\u00eancia do Brasil na Bahia, a Batalha de Piraj\u00e1 \u00e9 considerada a maior batalha militar das Am\u00e9ricas pelo historiador baiano Cid Teixeira. O confronto, decisivo para o desfecho da guerra, contou com uma grande participa\u00e7\u00e3o de negros, caboclos e \u00edndios, que se infiltravam \u00e0 noite pela floresta e ao amanhecer se levantavam com flechas para atacar os portugueses.<\/p>\n<p>Madeira de Melo tentou romper o cerco a Salvador atacando Itaparica, mas encontrou resist\u00eancia de soldados que haviam chegado de Alagoas e de um grupo de mulheres lideradas por Maria Felipa de Oliveira, uma negra marisqueira que se engajara na luta contra os portugueses desde que as not\u00edcias do Grito do Ipiranga chegaram \u00e0 Bahia. V\u00e1rias embarca\u00e7\u00f5es lusitanas foram incendiadas por aquelas mulheres, entre elas a Canhoneira Dez de Fevereiro, na praia de Manguinhos, e a Barca Constitui\u00e7\u00e3o, na praia do Convento. Armadas de peixeiras e galhos de cansan\u00e7\u00e3o, elas surravam os portugueses que ousavam desembarcar na ilha para, depois, atear fogo aos barcos usando tochas de palha de coco e chumbo. Houve muitos casos em que as mulheres lutaram corpo a corpo, como no caso da batalha de Itaparica, quando um grupo de mulheres impediu o desembarque de portugueses, conforme conta o historiador baiano Lu\u00eds Henrique Dias Tavares em seu livro Independ\u00eancia do Brasil na Bahia.<\/p>\n<p>Sem suprimentos e abatido pelo fracasso nas batalhas de Piraj\u00e1 e de Itaparica, Madeira de Melo deixa Salvador, na madrugada de 2 de julho de 1823, \u00e0 frente de uma frota de 78 embarca\u00e7\u00f5es portuguesas. Escoltados por 13 navios de guerra, 4.500 militares portugueses singram os mares em dire\u00e7\u00e3o a Portugal, perseguidos por uma for\u00e7a naval comandada por Jo\u00e3o Francisco de Oliveira, o Jo\u00e3o das Botas. Na manh\u00e3 do dia 2 de julho de 1823, entram em Salvador 8.700 homens acompanhados por mais de mil mulheres, que os ajudaram nos combates e em servi\u00e7os de enfermagem e cozinha, para consolidar a liberta\u00e7\u00e3o da Bahia e a Independ\u00eancia do Brasil do colonizador portugu\u00eas. O 2 de julho de 1823 \u00e9 um grande marco na luta do povo baiano pela Independ\u00eancia do Brasil porque consolidou a liberta\u00e7\u00e3o do Pa\u00eds da domina\u00e7\u00e3o do colonizador portugu\u00eas ao expulsar de nosso territ\u00f3rio as \u00faltimas tropas portuguesas que n\u00e3o aceitavam a emancipa\u00e7\u00e3o do Brasil. O 2 de julho de 1823 consolidou a Independ\u00eancia do Brasil proclamada em 7 de setembro de 1822 por D. Pedro, gra\u00e7as \u00e0 luta do povo baiano que, em armas, derrotou militarmente e expulsou de nosso territ\u00f3rio as tropas portuguesas. A luta do povo baiano em 1823 representou a continuidade das lutas realizadas pelo povo brasileiro na Bahia como a abortada Conjura\u00e7\u00e3o Baiana ou Revolta dos Alfaiates ocorrida em Salvador em 1798 que tinha como objetivos separar o Brasil de Portugal, abolir a escravatura e atender \u00e0s reivindica\u00e7\u00f5es das camadas pobres da popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A proclama\u00e7\u00e3o da Independ\u00eancia do Brasil em 7 de setembro de 1822 diferiu da experi\u00eancia dos demais pa\u00edses das Am\u00e9ricas porque n\u00e3o apresentou as caracter\u00edsticas de um t\u00edpico processo revolucion\u00e1rio nacional-libertador que s\u00f3 se manifestou efetivamente em 2 de julho de 1823 quando as tropas portuguesas foram expulsas da Bahia gra\u00e7as \u00e0 luta revolucion\u00e1ria do povo baiano. A luta heroica do povo baiano em 1823 foi motivada pelos ideais do liberalismo e das grandes revolu\u00e7\u00f5es de fins do s\u00e9culo XVIII. Apesar da luta heroica do povo baiano em 1823, a Independ\u00eancia do Brasil de Portugal foi uma &#8220;independ\u00eancia sem revolu\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica e social&#8221; porque n\u00e3o houve mudan\u00e7as na base econ\u00f4mica do Pa\u00eds. O Estado que nasce da Independ\u00eancia do Brasil manteve o execr\u00e1vel latif\u00fandio que perdura at\u00e9 hoje e intensificou a n\u00e3o menos execr\u00e1vel escravid\u00e3o que durou mais de 300 anos fazendo desta o suporte da restaura\u00e7\u00e3o que realiza quanto \u00e0s estruturas econ\u00f4micas herdadas do per\u00edodo colonial. Apesar de n\u00e3o ter havido avan\u00e7os econ\u00f4micos e sociais, o hero\u00edsmo do povo baiano deveria servir de inspira\u00e7\u00e3o para todos os patriotas brasileiros que buscam a conquista da liberta\u00e7\u00e3o do Brasil dos entraves atuais ao progresso pol\u00edtico, econ\u00f4mico e social do Pa\u00eds e o 2 de julho de 1823 deveria ser celebrado nacionalmente e n\u00e3o apenas na Bahia como vem acontecendo at\u00e9 o presente momento porque a Independ\u00eancia do Brasil s\u00f3 foi conquistada e a unidade nacional foi assegurada gra\u00e7as ao hero\u00edsmo do povo baiano.<\/p>\n<h2><strong>Assista o v\u00eddeo sobre o artigo<\/strong><iframe loading=\"lazy\" title=\"YouTube video player\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/ou-CuiBltbs\" width=\"560\" height=\"315\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/h2>\n<p><strong>Sobre o autor<\/strong> &#8211; Fernando Alcoforado, 83, condecorado com a Medalha do M\u00e9rito da Engenharia do Sistema CONFEA\/CREA, membro da Academia Baiana de Educa\u00e7\u00e3o, da SBPC- Sociedade Brasileira para o Progresso da Ci\u00eancia e do IPB- Instituto Polit\u00e9cnico da Bahia, engenheiro e doutor em Planejamento Territorial e Desenvolvimento Regional pela Universidade de Barcelona, professor universit\u00e1rio (Engenharia, Economia e Administra\u00e7\u00e3o) e consultor nas \u00e1reas de planejamento estrat\u00e9gico, planejamento empresarial, planejamento regional e planejamento de sistemas energ\u00e9ticos, foi Assessor do Vice-Presidente de Engenharia e Tecnologia da LIGHT S.A. Electric power distribution company do Rio de Janeiro, Coordenador de Planejamento Estrat\u00e9gico do CEPED- Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Bahia, Subsecret\u00e1rio de Energia do Estado da Bahia, Secret\u00e1rio do Planejamento de Salvador, \u00e9 autor dos livros Globaliza\u00e7\u00e3o (Editora Nobel, S\u00e3o Paulo, 1997), De Collor a FHC- O Brasil e a Nova (Des)ordem Mundial (Editora Nobel, S\u00e3o Paulo, 1998), Um Projeto para o Brasil (Editora Nobel, S\u00e3o Paulo, 2000), Os condicionantes do desenvolvimento do Estado da Bahia (Tese de doutorado. Universidade de Barcelona,http:\/\/www.tesisenred.net\/handle\/10803\/1944, 2003), Globaliza\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento (Editora Nobel, S\u00e3o Paulo, 2006), Bahia- Desenvolvimento do S\u00e9culo XVI ao S\u00e9culo XX e Objetivos Estrat\u00e9gicos na Era Contempor\u00e2nea (EGBA, Salvador, 2008), The Necessary Conditions of the Economic and Social Development- The Case of the State of Bahia (VDM Verlag Dr. M\u00fcller Aktiengesellschaft &amp; Co. KG, Saarbr\u00fccken, Germany, 2010), Aquecimento Global e Cat\u00e1strofe Planet\u00e1ria (Viena- Editora e Gr\u00e1fica, Santa Cruz do Rio Pardo, S\u00e3o Paulo, 2010), Amaz\u00f4nia Sustent\u00e1vel- Para o progresso do Brasil e combate ao aquecimento global (Viena- Editora e Gr\u00e1fica, Santa Cruz do Rio Pardo, S\u00e3o Paulo, 2011), Os Fatores Condicionantes do Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social (Editora CRV, Curitiba, 2012), Energia no Mundo e no Brasil- Energia e Mudan\u00e7a Clim\u00e1tica Catastr\u00f3fica no S\u00e9culo XXI (Editora CRV, Curitiba, 2015), As Grandes Revolu\u00e7\u00f5es Cient\u00edficas, Econ\u00f4micas e Sociais que Mudaram o Mundo (Editora CRV, Curitiba, 2016), A Inven\u00e7\u00e3o de um novo Brasil (Editora CRV, Curitiba, 2017),\u00a0 Esquerda x Direita e a sua converg\u00eancia (Associa\u00e7\u00e3o Baiana de Imprensa, Salvador, 2018, em co-autoria), Como inventar o futuro para mudar o mundo (Editora CRV, Curitiba, 2019), A humanidade amea\u00e7ada e as estrat\u00e9gias para sua sobreviv\u00eancia (Editora Dial\u00e9tica, S\u00e3o Paulo, 2021), A escalada da ci\u00eancia e da tecnologia ao longo da hist\u00f3ria e sua contribui\u00e7\u00e3o ao progresso e \u00e0 sobreviv\u00eancia da humanidade (Editora CRV, Curitiba, 2022), de cap\u00edtulo do livro Flood Handbook (CRC Press, Boca Raton, Florida, United States, 2022) e How to protect human beings from threats to their existence and avoid the extinction of humanity (Generis Publishing, Europe, Republic of Moldova, Chi\u0219in\u0103u, 2023).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Por Fernando Alcoforado*\u00a0\u00a0 Em 7 de setembro de 2022, o Brasil comemorou o bicenten\u00e1rio da proclama\u00e7\u00e3o de sua independ\u00eancia e, em 2 de julho de 2023, comemora o bicenten\u00e1rio da conquista de sua independ\u00eancia e da unidade nacional que&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":41031,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[5,87,10],"tags":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v19.3 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>A Independ\u00eancia do Brasil e a unidade nacional foram conquistadas na Bahia em 2 de julho de 1823<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Neste artigo, o engenheiro e s\u00f3cio benem\u00e9rito da AEPET-BA, Fernando Alcoforado, fala sobre a luta revolucion\u00e1ria do heroico povo baiano que resultou a expuls\u00e3o definitiva das tropas portuguesas da Bahia e do Brasil em 2 de julho de 1823. 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