{"id":41451,"date":"2023-07-24T17:08:58","date_gmt":"2023-07-24T20:08:58","guid":{"rendered":"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/?p=41451"},"modified":"2023-07-24T17:49:29","modified_gmt":"2023-07-24T20:49:29","slug":"a-verdadeira-transicao-energetica-justa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/a-verdadeira-transicao-energetica-justa\/","title":{"rendered":"A verdadeira transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica justa"},"content":{"rendered":"<!--[if lt IE 9]><script>document.createElement('audio');<\/script><![endif]-->\n<audio class=\"wp-audio-shortcode\" id=\"audio-41451-1\" preload=\"none\" style=\"width: 100%;\" controls=\"controls\"><source type=\"audio\/mpeg\" src=\"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/A-verdadeira-transicao-energetica-justa.mp3?_=1\" \/><a href=\"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/A-verdadeira-transicao-energetica-justa.mp3\">https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2023\/07\/A-verdadeira-transicao-energetica-justa.mp3<\/a><\/audio>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<blockquote>\n<p class=\"jet-listing-dynamic-field__content\">Para que a transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica seja justa \u00e9 necess\u00e1rio reduzir as desigualdades da renda, da riqueza, do consumo de energia e das emiss\u00f5es per capita, tanto entre os pa\u00edses quanto dentro de cada pa\u00eds.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Os termos sustentabilidade e transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica s\u00e3o t\u00e3o repetidos quanto indefinidos, e usados como pe\u00e7as de propaganda, manipula\u00e7\u00e3o e agita\u00e7\u00e3o. Recentemente, o atual presidente da Petrobr\u00e1s, Jean Paul Prates, trouxe um adjetivo com sua \u201ctransi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica justa\u201d. [1]<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><strong>Matriz energ\u00e9tica brasileira e mundial<\/strong><\/h2>\n<p>O termo \u201ctransi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica\u201d traz a ideia que deixaremos de usar certas fontes para usar outras, geralmente se pressup\u00f5e que as piores fontes ficam para tr\u00e1s e as melhores chegam para as substituir, tamb\u00e9m \u00e9 comum se assumir que ser\u00e1 r\u00e1pida esta mudan\u00e7a.<\/p>\n<p>A realidade \u00e9 bem distinta. As transi\u00e7\u00f5es energ\u00e9ticas s\u00e3o historicamente lentas; as fontes anteriores n\u00e3o s\u00e3o simplesmente substitu\u00eddas por novas, mas se somam a elas. Se no passado energias piores foram somadas a energias melhores, como a biomassa (lenha) ao se somar com o carv\u00e3o mineral e o petr\u00f3leo, por exemplo, nas futuras transi\u00e7\u00f5es n\u00e3o existe essa garantia. As melhores energias, mais baratas de serem produzidas, mais concentradas em energia, mais flex\u00edveis e confi\u00e1veis, podem ser gradativamente extintas e se somarem a energias de pior qualidade.<\/p>\n<p>O Gr\u00e1fico 1 apresenta a consumo mundial das energias prim\u00e1rias, por fonte, de 1800 a 2022. [2]<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-large wp-image-18875\" src=\"https:\/\/aepet.org.br\/wp-content\/uploads\/energiajusta1.1-1-1024x685.jpg\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"535\" \/><\/p>\n<p><em>Gr\u00e1fico 1: Consumo mundial de energia prim\u00e1ria por fonte (1800-2022)<\/em><\/p>\n<p>O Gr\u00e1fico 1 demonstra como acontecem as transi\u00e7\u00f5es energ\u00e9ticas, as fontes prim\u00e1rias se somam, n\u00e3o s\u00e3o substitu\u00eddas. O processo \u00e9 lento e n\u00e3o h\u00e1 garantia que as fontes prim\u00e1rias que chegam para se somar \u00e0s antigas s\u00e3o melhores, mais baratas e mais capazes de realizar trabalho, aumentar a produtividade, promover o crescimento e o desenvolvimento.<\/p>\n<p>A matriz energ\u00e9tica mundial depende dos f\u00f3sseis que representam 83,7% do total (Petr\u00f3leo 31,48%, Carv\u00e3o Mineral 27,36% e G\u00e1s Natural 24,84%). A energia nuclear representa 4,3% e as potencialmente renov\u00e1veis 12,0% (Hidroel\u00e9trica 6,88%, E\u00f3lica e Solar 4,66%, outras 0,47%).<\/p>\n<p>O Gr\u00e1fico 2 apresenta a origem das fontes prim\u00e1rias de energia para o mundo e os pa\u00edses selecionados em 2021.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-18862\" src=\"https:\/\/aepet.org.br\/wp-content\/uploads\/grafico-energia-2.jpg\" alt=\"\" width=\"1014\" height=\"580\" \/><\/p>\n<p><em>Gr\u00e1fico 2: Fontes prim\u00e1rias de energia por pa\u00eds para 2021<\/em><\/p>\n<p>O Brasil tem a maior participa\u00e7\u00e3o relativa das energias potencialmente renov\u00e1veis entre os principais pa\u00edses do mundo, com 39,72% (Hidroel\u00e9trica 30,48%, E\u00f3lica e Solar 7,48%, outras 1,76%). Os f\u00f3sseis representam 59,09% (Petr\u00f3leo 39,75%, Carv\u00e3o Mineral 6,35% e G\u00e1s Natural 12,99%) e a energia nuclear 1,19%.<\/p>\n<p>Enquanto o Brasil tem 39,72% da sua matriz energ\u00e9tica com fontes potencialmente renov\u00e1veis, o mundo tem apenas 12,0%, os EUA t\u00eam 8,65% e a \u00c1frica do Sul com apenas 3,35%. [3]<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><strong>Fontes prim\u00e1rias potencialmente renov\u00e1veis<\/strong><\/h2>\n<p>H\u00e1 aspectos que limitam as energias potencialmente renov\u00e1veis em cumprir papel hist\u00f3rico equivalente ao das energias de origem f\u00f3ssil em rela\u00e7\u00e3o ao desenvolvimento econ\u00f4mico e social.<\/p>\n<p>Os seus custos de produ\u00e7\u00e3o s\u00e3o relativamente mais altos, considerando os custos externalizados pelos seus produtores, como o custo de distribui\u00e7\u00e3o, o custo do complemento de suprimento de energia confi\u00e1vel para compensar a intermit\u00eancia, al\u00e9m das subven\u00e7\u00f5es diretas e indiretas tais como os impostos relativamente mais baixos, os cr\u00e9ditos de carbono, vantagem de acesso priorit\u00e1rio \u00e0 rede de distribui\u00e7\u00e3o e os subs\u00eddios de capital.<\/p>\n<p>A intermit\u00eancia na produ\u00e7\u00e3o \u00e9 t\u00edpica das energias e\u00f3lica e solar fotovoltaica. Os parques e\u00f3licos precisam de capacidade instalada maior, caso se pretenda garantir a demanda nos per\u00edodos de menor incid\u00eancia dos ventos. Tanto e\u00f3lica quanto a solar fotovoltaica precisam de complemento de fontes confi\u00e1veis, tais como as f\u00f3sseis, nuclear ou a hidrel\u00e9trica, para garantir o suprimento mesmo com sua intermit\u00eancia.<\/p>\n<p>A energia el\u00e9trica n\u00e3o serve para os mesmos fins que os combust\u00edveis l\u00edquidos e o carv\u00e3o. Os combust\u00edveis l\u00edquidos de origem f\u00f3ssil s\u00e3o fundamentais para o transporte de mercadorias e pessoas, navega\u00e7\u00e3o e avia\u00e7\u00e3o. As atividades industriais de minera\u00e7\u00e3o e siderurgia dependem das energias f\u00f3sseis.<\/p>\n<p>N\u00e3o se produz pain\u00e9is fotovoltaicos, baterias e turbinas e\u00f3licas a partir da energia el\u00e9trica. Minera\u00e7\u00e3o de metais raros, siderurgia e fus\u00e3o de metais para produ\u00e7\u00e3o de ligas dependem de energias muito concentradas e de altas temperaturas, ou seja, precisam de fontes prim\u00e1rias de energia com elevada qualidade.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m a manuten\u00e7\u00e3o da rede de distribui\u00e7\u00e3o de energia el\u00e9trica, com a substitui\u00e7\u00e3o de cabos de transmiss\u00e3o constitu\u00eddos por elementos met\u00e1licos, depende das energias f\u00f3sseis.<\/p>\n<p>Existe diferen\u00e7a entre quantidade e qualidade das energias prim\u00e1rias. Por exemplo, as energias solar, e\u00f3lica, das ondas e mar\u00e9s t\u00eam densidades energ\u00e9ticas muito baixas, relativamente baixa capacidade de realiza\u00e7\u00e3o de trabalho, elevado custo para suas obten\u00e7\u00f5es, reduzidas facilidades, flexibilidades e confiabilidades aos seus usos, al\u00e9m de que limitadas temperaturas podem ser atingidas a partir de suas aplica\u00e7\u00f5es. [4]<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><strong>Consumo per capita de energia e desenvolvimento<\/strong><\/h2>\n<p>Existe rela\u00e7\u00e3o entre consumo de energia per capita, crescimento econ\u00f4mico e desenvolvimento humano.<\/p>\n<p>O Gr\u00e1fico 3 apresenta o \u00cdndice de Desenvolvimento Humano (IDH) dos pa\u00edses em fun\u00e7\u00e3o do consumo de energia prim\u00e1ria per capita, com dados de 2021. [5] [6]<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-large wp-image-18876\" src=\"https:\/\/aepet.org.br\/wp-content\/uploads\/energiajusta3-1024x616.jpg\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"481\" \/><\/p>\n<p><em>Gr\u00e1fico 3: \u00cdndice de Desenvolvimento Humano (IDH) em fun\u00e7\u00e3o do consumo per capita de energia para 2021<\/em><\/p>\n<p>Quanto maior o consumo de energia per capita, maior o \u00cdndice de Desenvolvimento Humano (IDH) dos pa\u00edses. O consumo de energia est\u00e1 correlacionado, refor\u00e7a e \u00e9 refor\u00e7ado, pelo desenvolvimento das na\u00e7\u00f5es. N\u00e3o existe pa\u00eds com alto desenvolvimento humano e baixo consumo relativo de energia. [4]<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><strong>Desigualdade na emiss\u00e3o hist\u00f3rica e atual de gases de efeito estufa<\/strong><\/h2>\n<p>De maneira an\u00e1loga \u00e0 desigualdade do consumo de energia est\u00e1 disparidade das emiss\u00f5es hist\u00f3rica e atual de gases do efeito estufa, em geral, e do g\u00e1s carb\u00f4nico (CO2), em particular.<\/p>\n<p>O Gr\u00e1fico 4 apresenta o invent\u00e1rio hist\u00f3rico por regi\u00e3o dos 2.450 bilh\u00f5es de toneladas de CO2 emitidas entre 1850 e 2020. [7]<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-large wp-image-18878\" src=\"https:\/\/aepet.org.br\/wp-content\/uploads\/energiajusta4-1-1024x652.jpg\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"509\" \/><\/p>\n<p><em>Gr\u00e1fico 4: Emiss\u00f5es hist\u00f3ricas por regi\u00e3o (1850-2020), das 2.450 bilh\u00f5es de toneladas de CO2<\/em><\/p>\n<p>Am\u00e9rica do Norte e Europa emitiram 49% do invent\u00e1rio hist\u00f3rico de CO2, enquanto suas popula\u00e7\u00f5es representam apenas cerca de 12% da popula\u00e7\u00e3o mundial.<\/p>\n<p>A desigualdade tamb\u00e9m se revela nas emiss\u00f5es por regi\u00e3o atuais. O Gr\u00e1fico 5 apresenta as emiss\u00f5es de CO2 equivalente (CO2e) por pessoa e por regi\u00e3o em 2019.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-large wp-image-18879\" src=\"https:\/\/aepet.org.br\/wp-content\/uploads\/energiajusta5-1024x604.jpg\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"472\" \/><\/p>\n<p><em>Gr\u00e1fico 5: Emiss\u00f5es m\u00e9dias de CO2e, em toneladas per capita por regi\u00e3o (2019)<\/em><\/p>\n<p>A Am\u00e9rica do Norte emite 3,15 vezes mais CO2 equivalente do que a m\u00e9dia mundial, enquanto a Am\u00e9rica Latina emite 0,73 vezes e a \u00c1frica Subsaariana apenas 0,24 vezes a m\u00e9dia mundial.<\/p>\n<p>A desigualdade na emiss\u00e3o de CO2 acontece entre as regi\u00f5es e pa\u00edses, mas tamb\u00e9m entre as fra\u00e7\u00f5es das popula\u00e7\u00f5es mais ricas e mais pobres. O Gr\u00e1fico 6 apresenta as emiss\u00f5es de CO2 equivalente por grupos da popula\u00e7\u00e3o mundial.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-large wp-image-18880\" src=\"https:\/\/aepet.org.br\/wp-content\/uploads\/energiajusta6-1024x521.jpg\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"407\" \/><\/p>\n<p><em>Gr\u00e1fico 6: Emiss\u00e3o de CO2e, em toneladas per capita por grupos da popula\u00e7\u00e3o mundial (2019)<\/em><\/p>\n<p>A fra\u00e7\u00e3o dos 0,01% mais ricos emitiram 383 vezes mais CO2 do que a m\u00e9dia da popula\u00e7\u00e3o mundial e 1582 vezes mais do que os 50% mais pobres.<\/p>\n<p>O cen\u00e1rio de desigualdade entre pessoas ricas e pobres, dentro de cada pa\u00eds e entre os pa\u00edses \u00e9 apresentado no Gr\u00e1fico 7.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-large wp-image-18881\" src=\"https:\/\/aepet.org.br\/wp-content\/uploads\/energiajusta7-1024x640.jpg\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"500\" \/><\/p>\n<p><em>Gr\u00e1fico 7: Emiss\u00f5es de CO2e, em toneladas per capita por grupos da popula\u00e7\u00e3o por pa\u00eds (2019)<\/em><\/p>\n<p>A fra\u00e7\u00e3o dos 1% mais ricos dos EUA emite 28 vezes mais CO2 do que os 50% mais pobres no seu pa\u00eds, 122 vezes mais do que os 50% mais pobres do Brasil e 269 vezes mais na compara\u00e7\u00e3o com os 50% mais pobres da \u00cdndia. [7]<\/p>\n<p>A injusti\u00e7a se revela tanto no consumo de energia quanto na emiss\u00e3o de CO2, entre os pa\u00edses e entre ricos e pobres.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><strong>Transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica justa<\/strong><\/h2>\n<p>Para se desenvolver econ\u00f4mica e socialmente o Brasil precisa consumir muito mais energia. As energias potencialmente renov\u00e1veis s\u00e3o mais caras de serem produzidas, menos confi\u00e1veis e dependem das f\u00f3sseis para serem produzidas e mantidas. O Brasil j\u00e1 tem a matriz energ\u00e9tica com maior participa\u00e7\u00e3o relativa das renov\u00e1veis entre os principais pa\u00edses do mundo e, para se desenvolver, precisa consumir muito mais energia confi\u00e1vel e relativamente mais barata, como o petr\u00f3leo e o g\u00e1s natural. Para alcan\u00e7ar padr\u00f5es de desenvolvimento norte americano ou europeu, o Brasil precisa consumir cerca de cinco vezes mais petr\u00f3leo e g\u00e1s natural. [4]<\/p>\n<p>Para que a transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica seja justa \u00e9 necess\u00e1rio reduzir as desigualdades da renda, da riqueza, do consumo de energia e das emiss\u00f5es per capita, tanto entre os pa\u00edses quanto dentro de cada pa\u00eds. Para isso \u00e9 fundamental que haja aumento significativo da participa\u00e7\u00e3o do Estado na economia, nos investimentos produtivos e no controle dos sistemas financeiro e de cr\u00e9dito. Para alcan\u00e7ar e manter a redu\u00e7\u00e3o das desigualdades \u00e9 preciso democratizar a propriedade dos meios de produ\u00e7\u00e3o, com a promo\u00e7\u00e3o de cooperativas industriais, comerciais, de servi\u00e7os e de cr\u00e9dito.<\/p>\n<p>Com a melhor distribui\u00e7\u00e3o da propriedade dos meios de produ\u00e7\u00e3o, haver\u00e1 melhor e mais sustent\u00e1vel distribui\u00e7\u00e3o da riqueza e da renda, assim como haver\u00e1 mais justi\u00e7a no consumo por pessoa e por pa\u00eds de energia, com emiss\u00f5es de carbono proporcionalmente justas.<\/p>\n<p><em>Felipe Coutinho \u00e9 engenheiro qu\u00edmico e vice-presidente da Associa\u00e7\u00e3o dos Engenheiros da Petrobr\u00e1s (AEPET)<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/h2>\n<p>[1] epbr, \u201cPrates defende Petrobras como impulsionadora da transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica no pa\u00eds\u201d.<br \/>\n[2] H. Ritchie, M. Roser e P. Rosado, \u201cEnergy,\u201d 2022.<br \/>\n[3] Our World in Data, \u201cWhich sources does our global energy come from? How much is low-carbon?\u201d.<br \/>\n[4] F. Coutinho, \u201cEntreguismo se disfar\u00e7a pintado de verde,\u201d 2023.<br \/>\n[5] Our World in Data, \u201cExplore data on Energy\u201d.<br \/>\n[6] Our World in Data, \u201cThe Human Development Index around the world\u201d.<br \/>\n[7] L. Chancel, T. Piketty, E. Saez e G. Zucman, \u201cWorld Inequality Report 2022, World Inequality Lab wir2022.wid.world,\u201d 2022.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Para que a transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica seja justa \u00e9 necess\u00e1rio reduzir as desigualdades da renda, da riqueza, do consumo de energia e das emiss\u00f5es per capita, tanto entre os pa\u00edses quanto dentro de cada pa\u00eds. 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