{"id":41880,"date":"2023-09-05T12:39:16","date_gmt":"2023-09-05T15:39:16","guid":{"rendered":"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/?p=41880"},"modified":"2023-09-05T15:43:59","modified_gmt":"2023-09-05T18:43:59","slug":"exportacao-de-petroleo-cru-e-recorde-lula-conduz-o-brasil-na-rota-colonial-pavimentada-por-temer-e-bolsonaro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/exportacao-de-petroleo-cru-e-recorde-lula-conduz-o-brasil-na-rota-colonial-pavimentada-por-temer-e-bolsonaro\/","title":{"rendered":"Exporta\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo cru \u00e9 recorde, Lula conduz o Brasil na rota colonial pavimentada por Temer e Bolsonaro"},"content":{"rendered":"<!--[if lt IE 9]><script>document.createElement('audio');<\/script><![endif]-->\n<audio class=\"wp-audio-shortcode\" id=\"audio-41880-1\" preload=\"none\" style=\"width: 100%;\" controls=\"controls\"><source type=\"audio\/mpeg\" src=\"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/Exportacao-de-petroleo-cru-e-recorde.mp3?_=1\" \/><source type=\"audio\/ogg\" src=\"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/Exportacao-de-petroleo-cru-e-recorde.ogg?_=1\" \/><a href=\"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/Exportacao-de-petroleo-cru-e-recorde.mp3\">https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/Exportacao-de-petroleo-cru-e-recorde.mp3<\/a><\/audio>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<blockquote><p><em>Por Felipe Coutinho, engenheiro qu\u00edmico e vice-presidente da Associa\u00e7\u00e3o dos Engenheiros da Petrobr\u00e1s (AEPET)<\/em><\/p>\n<p>Nenhum pa\u00eds continental e populoso como o Brasil se desenvolveu exportando petr\u00f3leo cru e produtos prim\u00e1rios, muito menos por multinacionais estrangeiras<\/p><\/blockquote>\n<p>A acelera\u00e7\u00e3o dos leil\u00f5es para explora\u00e7\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o do petr\u00f3leo nos governos Temer e Bolsonaro, assim como a continuidade, com Lula, das pol\u00edticas de pre\u00e7os relativamente altos dos combust\u00edveis, de baixo investimento e alta distribui\u00e7\u00e3o de dividendos da Petrobr\u00e1s, da baixa, provis\u00f3ria e j\u00e1 extinta taxa\u00e7\u00e3o da exporta\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo cru e a n\u00e3o revers\u00e3o das privatiza\u00e7\u00f5es de refinarias e da distribuidora de combust\u00edveis da estatal, s\u00e3o respons\u00e1veis pelo recorde da exporta\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo cru e importa\u00e7\u00e3o de seus derivados para o Brasil. Trata-se de rela\u00e7\u00e3o internacional do tipo colonial, onde se exporta produtos prim\u00e1rios e importa produtos industrializados de maior valor agregado.<\/p>\n<p><strong>Exporta\u00e7\u00e3o do petr\u00f3leo cru e importa\u00e7\u00e3o dos seus derivados<\/strong><\/p>\n<p>O Gr\u00e1fico 1 apresenta a exporta\u00e7\u00e3o m\u00e9dia de petr\u00f3leo cru brasileiro, em barris por dia, de 2000 at\u00e9 junho de 2023. [1]<\/p>\n<p><em>Gr\u00e1fico 1: Exporta\u00e7\u00e3o m\u00e9dia de petr\u00f3leo cru do Brasil, em barris por dia<\/em><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"size-large wp-image-19770 aligncenter\" src=\"https:\/\/aepet.org.br\/wp-content\/uploads\/expo-1024x614.png\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"480\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>No Gr\u00e1fico 1, para 2023, foi considerado o per\u00edodo de janeiro a junho, no qual a m\u00e9dia de exporta\u00e7\u00e3o di\u00e1ria alcan\u00e7ou o recorde hist\u00f3rico de cerca de 1,5 milh\u00f5es de barris por dia. Eleva\u00e7\u00e3o de 3 vezes em rela\u00e7\u00e3o a 2006, ano da descoberta da reserva do pr\u00e9-sal.<\/p>\n<p>A possibilidade do uso do petr\u00f3leo do pr\u00e9-sal para o desenvolvimento brasileiro, com seu consumo no pa\u00eds, industrializa\u00e7\u00e3o e agrega\u00e7\u00e3o de valor, se transformou em mais um ciclo prim\u00e1rio exportador, equivalente aos do pau-brasil, do a\u00e7\u00facar, da minera\u00e7\u00e3o, do caf\u00e9, da borracha e do cacau.<\/p>\n<p>O Gr\u00e1fico 2 apresenta a participa\u00e7\u00e3o relativa das petrol\u00edferas privadas e estatais estrangeiras na exporta\u00e7\u00e3o do petr\u00f3leo cru brasileiro. [2]<\/p>\n<p><em>Gr\u00e1fico 2: Exporta\u00e7\u00e3o relativa do petr\u00f3leo brasileiro por petrol\u00edferas privadas e estatais estrangeiras<\/em><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"size-large wp-image-19771 aligncenter\" src=\"https:\/\/aepet.org.br\/wp-content\/uploads\/expo2-1024x614.png\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"480\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>No Gr\u00e1fico 2, onde para 2023 foi considerado o per\u00edodo de janeiro a junho, se apresenta a crescente participa\u00e7\u00e3o relativa das petrol\u00edferas privadas e estatais estrangeiras na exporta\u00e7\u00e3o do petr\u00f3leo do Brasil. Se, em 2009, elas representavam menos de 10% do total exportado, em 2023, alcan\u00e7am mais de 60%.<\/p>\n<p>Nenhum pa\u00eds, continental e populoso como o Brasil, se desenvolveu pela exporta\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo cru ou outros produtos prim\u00e1rios. A perspectiva de desenvolvimento \u00e9 ainda menor quando a exporta\u00e7\u00e3o \u00e9 feita, e beneficia, petrol\u00edferas estrangeiras.<\/p>\n<p>Enquanto se exporta cada vez mais petr\u00f3leo cru do Brasil, mais se importa de seus derivados de maior valor agregado.<\/p>\n<p>O Gr\u00e1fico 3 apresenta a importa\u00e7\u00e3o m\u00e9dia de derivados de petr\u00f3leo, entre 2000 e 2023. [1]<\/p>\n<p><em>Gr\u00e1fico 3: Importa\u00e7\u00e3o m\u00e9dia de derivados de petr\u00f3leo para o Brasil, em barris por dia<\/em><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"size-large wp-image-19772 aligncenter\" src=\"https:\/\/aepet.org.br\/wp-content\/uploads\/expo3-1024x614.png\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"480\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O Gr\u00e1fico 3 apresenta o crescimento da importa\u00e7\u00e3o de derivados desde 2005. Em 2023, de janeiro a junho, foram importados mais de 600 mil barris por dia de derivados, enquanto se exporta cerca de 1,5 milh\u00f5es de barris de petr\u00f3leo cru.<\/p>\n<p>O Gr\u00e1fico 4 apresenta o custo hist\u00f3rico pela importa\u00e7\u00e3o dos derivados, em milh\u00f5es de d\u00f3lares por ano. [1]<\/p>\n<p><em>Gr\u00e1fico 4: Disp\u00eandio anual m\u00e9dio pela importa\u00e7\u00e3o de derivados de petr\u00f3leo para o Brasil, em milh\u00f5es US$ (FOB) por ano<\/em><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"size-large wp-image-19773 aligncenter\" src=\"https:\/\/aepet.org.br\/wp-content\/uploads\/expo4-1024x614.png\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"480\" \/><\/p>\n<p>O Gr\u00e1fico 4 apresenta o disp\u00eandio projetado para 2023, a partir do custo com as importa\u00e7\u00f5es entre janeiro e junho. Em 2000, o custo total com as importa\u00e7\u00f5es de derivados foi de US$ 3,2 bilh\u00f5es, em 2023 o custo projetado alcan\u00e7a quase US$ 20 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>Apesar do impacto negativo para a economia e a balan\u00e7a comercial brasileira, h\u00e1 quem obtenha lucro na atividade empresarial de importa\u00e7\u00e3o de derivados de petr\u00f3leo para o Brasil.<\/p>\n<p>O Gr\u00e1fico 5 exibe a participa\u00e7\u00e3o relativa das importadoras e distribuidoras privadas na importa\u00e7\u00e3o de derivados para o Brasil.<\/p>\n<p>O Gr\u00e1fico 5 evidencia que desde 2015 a participa\u00e7\u00e3o relativa das importadoras e distribuidoras privadas se elevou muito. O aumento da lucratividade da cadeia de importa\u00e7\u00e3o se consolidou a partir de outubro de 2016, quando a dire\u00e7\u00e3o da Petrobr\u00e1s adotou a in\u00e9dita, arbitr\u00e1ria e antinacional pol\u00edtica de Pre\u00e7os Parit\u00e1rios de Importa\u00e7\u00e3o (PPI). Entre 2017 e junho de 2023, os agentes privados importaram entre 65% e 76% dos derivados de petr\u00f3leo para o Brasil. [2]<\/p>\n<p><em>Gr\u00e1fico 5: Importa\u00e7\u00e3o relativa dos derivados de petr\u00f3leo por importadoras e distribuidoras privadas<\/em><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"size-large wp-image-19774 aligncenter\" src=\"https:\/\/aepet.org.br\/wp-content\/uploads\/expo5-1024x615.png\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"480\" \/><\/p>\n<p>A hegemonia dos importadores e distribuidores privados n\u00e3o foi amea\u00e7ada pela produ\u00e7\u00e3o nacional, ou importa\u00e7\u00e3o pela Petrobr\u00e1s, nos primeiros seis meses do governo Lula, quando mantiveram 67,5% de participa\u00e7\u00e3o na importa\u00e7\u00e3o de mais de 600 mil barris por dia de derivados para o Brasil.<\/p>\n<p>O Gr\u00e1fico 6 apresenta a diferen\u00e7a m\u00e9dia entre os pre\u00e7os para importa\u00e7\u00e3o dos derivados para o Brasil e os pre\u00e7os de exporta\u00e7\u00e3o do petr\u00f3leo cru brasileiro. A diferen\u00e7a m\u00e9dia dos pre\u00e7os \u00e9 um sinal do maior valor agregado dos derivados, na compara\u00e7\u00e3o com o petr\u00f3leo.<\/p>\n<p><em>Gr\u00e1fico 6: Diferen\u00e7a m\u00e9dia entre os pre\u00e7os dos derivados importados e do petr\u00f3leo exportado, em d\u00f3lares por barril<\/em><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"size-large wp-image-19775 aligncenter\" src=\"https:\/\/aepet.org.br\/wp-content\/uploads\/expo6-1024x614.png\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"480\" \/><\/p>\n<p>O Gr\u00e1fico 6 exibe o hist\u00f3rico da diferen\u00e7a entre os pre\u00e7os dos derivados importados em rela\u00e7\u00e3o ao petr\u00f3leo brasileiro exportado. A diferen\u00e7a tem alcan\u00e7ado patamares recordes desde 2022, quando chegou a quase US$ 22 por barril, nos primeiros seis meses de 2023 se manteve alta, com m\u00e9dia superior a US$ 17 por barril.<\/p>\n<p><strong>Importa\u00e7\u00e3o e capacidade nacional de produ\u00e7\u00e3o do \u00f3leo diesel<\/strong><\/p>\n<p>O \u00f3leo diesel \u00e9 o combust\u00edvel mais importante para a circula\u00e7\u00e3o de pessoas e mercadorias no Brasil, com impactos diretos e indiretos na produtividade da economia e na infla\u00e7\u00e3o, sendo o derivado de petr\u00f3leo mais importante com rela\u00e7\u00e3o aos seus impactos econ\u00f4micos e sociais.<\/p>\n<p>A importa\u00e7\u00e3o do diesel tem alcan\u00e7ado patamares recordes, como se v\u00ea no Gr\u00e1fico 7. [1]<\/p>\n<p><em>Gr\u00e1fico 7: Importa\u00e7\u00e3o m\u00e9dia de \u00f3leo diesel, em barris por dia<\/em><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"size-large wp-image-19776 aligncenter\" src=\"https:\/\/aepet.org.br\/wp-content\/uploads\/expo7-1024x614.png\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"480\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O Gr\u00e1fico 7 apresenta para o diesel, a mesma tend\u00eancia antes observada para o conjunto dos derivados de petr\u00f3leo. Eleva\u00e7\u00e3o e consolida\u00e7\u00e3o da sua importa\u00e7\u00e3o desde 2016, ap\u00f3s a ado\u00e7\u00e3o da pol\u00edtica de Pre\u00e7os Parit\u00e1rios de Importa\u00e7\u00e3o (PPI) pela dire\u00e7\u00e3o da Petrobr\u00e1s. Nos seis primeiros meses do governo Lula n\u00e3o se observa mudan\u00e7a, com quase 240 mil barris de \u00f3leo diesel sendo importados por dia.<\/p>\n<p>Al\u00e9m dos importadores e distribuidores privados, tamb\u00e9m os produtores estrangeiros ganham com a eleva\u00e7\u00e3o da importa\u00e7\u00e3o de derivados pelo Brasil. O Gr\u00e1fico 8 apresenta os valores pagos pela importa\u00e7\u00e3o de diesel e os pa\u00edses de origem dos seus produtores, em 2022.<\/p>\n<p>Os produtores dos Estados Unidos foram os principais beneficiados pelas pol\u00edticas que favoreceram a importa\u00e7\u00e3o de diesel para o Brasil em 2022. Aos estadunidenses foram pagos mais de US$ 8 bilh\u00f5es. Os Estados Unidos foram seguidos da \u00cdndia e Emirados \u00c1rabes Unidos que receberam cerca de US$ 2 bilh\u00f5es cada, depois a Ar\u00e1bia Saudita e a Holanda completam o grupo dos cinco pa\u00edses que mais exportaram derivados de petr\u00f3leo para o Brasil em 2022. [3]<\/p>\n<p><em>Gr\u00e1fico 8: Valores da importa\u00e7\u00e3o do \u00f3leo diesel pagos aos produtores dos cinco principais pa\u00edses da sua origem, em 2022<\/em><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"size-large wp-image-19777 aligncenter\" src=\"https:\/\/aepet.org.br\/wp-content\/uploads\/expo8-1024x636.png\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"497\" \/><\/p>\n<p>No primeiro semestre de 2023, a R\u00fassia destronou os Estados Unidos como a principal origem do \u00f3leo diesel importado para o Brasil.<\/p>\n<p>O Gr\u00e1fico 9 apresenta a participa\u00e7\u00e3o relativa dos cinco principais pa\u00edses produtores do diesel que foi vendido para o Brasil, entre janeiro e junho de 2023.<\/p>\n<p><em>Gr\u00e1fico 9: Participa\u00e7\u00e3o relativa dos cinco principais pa\u00edses de origem da importa\u00e7\u00e3o do \u00f3leo diesel para o Brasil, no primeiro semestre de 2023<\/em><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"size-large wp-image-19778 aligncenter\" src=\"https:\/\/aepet.org.br\/wp-content\/uploads\/expo9-1024x615.png\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"480\" \/><\/p>\n<p>No 1\u00ba semestre de 2023, a R\u00fassia produziu 34% do diesel que foi vendido ao Brasil, seguida pelos Estados Unidos com 31%, Emirados \u00c1rabes e \u00cdndia com 11% e Ar\u00e1bia Saudita com 4%, completam os cinco principais pa\u00edses de origem.<\/p>\n<p>Com rela\u00e7\u00e3o a capacidade nacional de produ\u00e7\u00e3o de \u00f3leo diesel e a pol\u00edtica de Pre\u00e7os Parit\u00e1rios de Importa\u00e7\u00e3o (PPI) recomendo meu artigo \u201c<a href=\"https:\/\/aepet.org.br\/noticia\/cinco-falacias-sobre-o-preco-paritario-de-importacao-ppi-praticado-pela-direcao-da-petrobras\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Cinco Fal\u00e1cias sobre o Pre\u00e7o Parit\u00e1rio de Importa\u00e7\u00e3o (PPI) praticado pela dire\u00e7\u00e3o da Petrobr\u00e1s<\/a>\u201d. [4]<\/p>\n<p>Aqui trago dados atualizados para refutar a Fal\u00e1cia #2: \u201cO Brasil n\u00e3o tem capacidade de refino para atender nosso mercado de combust\u00edveis, logo \u00e9 necess\u00e1rio importar e se a Petrobr\u00e1s praticar pre\u00e7os inferiores aos de importa\u00e7\u00e3o ningu\u00e9m vai import\u00e1-los e haver\u00e1 desabastecimento\u201d<\/p>\n<p>Para analisar esse argumento devemos recorrer ao desempenho hist\u00f3rico do parque integral de refino da Petrobr\u00e1s.<\/p>\n<p>Em 2014 foram produzidos 312,4 milh\u00f5es de barris de diesel (f\u00f3ssil) no Brasil. [5]<\/p>\n<p>Entre janeiro e junho de 2023, o mercado brasileiro de diesel de origem f\u00f3ssil \u2013 descontada a fra\u00e7\u00e3o de Biodiesel \u2013 foi de 174,6 milh\u00f5es de barris. \u00c9 razo\u00e1vel projetar o consumo anual de 349,3 milh\u00f5es de barris. [6]<\/p>\n<p>O 1\u00ba trem da RNEST (refinaria de Pernambuco) entrou em opera\u00e7\u00e3o em dezembro de 2014, o que aumenta significativamente a capacidade de refino e produ\u00e7\u00e3o de \u00f3leo diesel. Em 2016, a RNEST produziu 22,2 milh\u00f5es de barris de diesel. Sua capacidade instalada para a produ\u00e7\u00e3o de diesel \u00e9 de 27,4 milh\u00f5es de barris por ano. Somada sua capacidade instalada ao que foi produzido pelo parque de refino da Petrobr\u00e1s em 2014, antes de sua entrada em opera\u00e7\u00e3o, pode se alcan\u00e7ar 339,8 milh\u00f5es de barris por ano (97,3% da demanda do \u00f3leo diesel estimada para 2023 no Brasil). [5]<\/p>\n<p>O 2\u00ba trem da RNEST que pode dobrar sua produ\u00e7\u00e3o do diesel e demais combust\u00edveis est\u00e1 em fase avan\u00e7ada de constru\u00e7\u00e3o e pode ser conclu\u00eddo em prazo relativamente curto.<\/p>\n<p>A capacidade de produ\u00e7\u00e3o nacional do \u00f3leo diesel \u00e9 compat\u00edvel com a demanda, caso exista a necessidade de importa\u00e7\u00e3o seria residual, de cerca de 2,7%, enquanto n\u00e3o se conclui o 2\u00ba trem da RNEST. Com sua conclus\u00e3o, o parque de refino integral da Petrobr\u00e1s alcan\u00e7aria capacidade 5,1% maior que a demanda de diesel estimada para 2023.<\/p>\n<p>O argumento pressup\u00f5e que n\u00e3o h\u00e1 capacidade de refino para atender nosso mercado, o que os resultados hist\u00f3ricos demonstram que n\u00e3o \u00e9 relevante porque a necessidade de importa\u00e7\u00e3o \u00e9 apenas residual em compara\u00e7\u00e3o com o que pode ser produzido aqui.<\/p>\n<p>Depois se conclui que por, supostamente, existir a necessidade de importar, caso a Petrobr\u00e1s n\u00e3o pratique o PPI, haver\u00e1 desabastecimento. Ocorre que a Petrobr\u00e1s n\u00e3o adotou o PPI desde sua cria\u00e7\u00e3o, em 1953, at\u00e9 outubro de 2016 e n\u00e3o houve desabastecimento. O argumento n\u00e3o traz nenhum fato novo que justifique porque agora a consequ\u00eancia de n\u00e3o se adotar o PPI seria diferente.<\/p>\n<p>A Petrobr\u00e1s ao praticar pre\u00e7os inferiores ao PPI tende a recuperar o mercado e, caso haja necessidade, o volume residual pode ser importado por ela. Os custos m\u00e9dios e ponderados de produ\u00e7\u00e3o e importa\u00e7\u00e3o da Petrobr\u00e1s sempre foram menores que seus pre\u00e7os. \u00c9 poss\u00edvel adotar pol\u00edtica de pre\u00e7os competitivos, baseados nos custos e na paridade de exporta\u00e7\u00e3o do combust\u00edvel brasileiro e garantir alta lucratividade da Petrobr\u00e1s. [7]<\/p>\n<p>O argumento inclui uma pressuposi\u00e7\u00e3o que n\u00e3o foi previamente esclarecida como verdadeira, a premissa de que a Petrobr\u00e1s n\u00e3o poderia importar os volumes residuais de combust\u00edveis que n\u00e3o pudessem ser produzidos no Brasil. Trata-se de uma Fal\u00e1cia da Pressuposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Pol\u00edticas antinacionais que levaram e mantem o Brasil no ciclo do tipo colonial e prim\u00e1rio exportador de petr\u00f3leo cru.<\/p>\n<p>Pol\u00edticas descritas a seguir tiveram impulso inicial com Dilma, notadamente a partir de 2015, com redu\u00e7\u00e3o dos investimentos, pre\u00e7os altos dos combust\u00edveis e o plano de privatiza\u00e7\u00e3o de US$ 58 bilh\u00f5es dos ativos da Petrobr\u00e1s, em tr\u00eas anos. Pol\u00edticas que foram aceleradas com Temer e Bolsonaro, e t\u00eam continuidade nos oito primeiros meses do governo Lula, sem sinais de revers\u00e3o. [8]<\/p>\n<p>1) Pol\u00edtica de realiza\u00e7\u00e3o de leil\u00f5es para explora\u00e7\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o do petr\u00f3leo em velocidade superior a demanda nacional pelo seu consumo.<\/p>\n<p>2) Pol\u00edtica de pre\u00e7os relativamente altos dos combust\u00edveis, com consequente ociosidade do parque de refino nacional. Menor participa\u00e7\u00e3o relativa da importa\u00e7\u00e3o de derivados pela Petrobr\u00e1s, se e quando necess\u00e1ria. Pre\u00e7os altos e menor concorr\u00eancia que promovem maior lucratividade e mercado para importadores e distribuidores privados de combust\u00edveis. [9] [10] [11]<\/p>\n<p>3) Pol\u00edtica de baixo investimento e alta distribui\u00e7\u00e3o de dividendos da dire\u00e7\u00e3o da Petrobr\u00e1s. [12]<\/p>\n<p>4) Pol\u00edtica de baixa, provis\u00f3ria e j\u00e1 extinta taxa\u00e7\u00e3o da exporta\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo cru.<\/p>\n<p>5) Pol\u00edticas de promo\u00e7\u00e3o, consolida\u00e7\u00e3o e n\u00e3o revers\u00e3o das privatiza\u00e7\u00f5es de refinarias, transportadoras e da distribuidora de combust\u00edveis da Petrobr\u00e1s.<br \/>\nS\u00e3o as pol\u00edticas respons\u00e1veis pelo recorde da exporta\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo cru e importa\u00e7\u00e3o de seus derivados para o Brasil. Trata-se de rela\u00e7\u00e3o comercial do tipo colonial, onde se exporta produtos prim\u00e1rios e importa produtos industrializados de maior valor agregado.<\/p>\n<h2><strong>Conclus\u00e3o<\/strong><\/h2>\n<p>A Petrobr\u00e1s pode praticar pre\u00e7os inferiores aos parit\u00e1rios de importa\u00e7\u00e3o (PPI) e obter excelentes resultados empresariais, com a recupera\u00e7\u00e3o da sua participa\u00e7\u00e3o no mercado brasileiro e a maior utiliza\u00e7\u00e3o da sua capacidade instalada de refino.<\/p>\n<p>Somente a Petrobr\u00e1s consegue suprir o mercado dom\u00e9stico de derivados com pre\u00e7os abaixo do parit\u00e1rio de importa\u00e7\u00e3o e, ainda assim, obter resultados compat\u00edveis com a ind\u00fastria internacional e sustentar elevados investimentos que contribuem para o desenvolvimento nacional.<\/p>\n<p>A Petrobr\u00e1s deve abastecer o mercado brasileiro aos menores custos poss\u00edveis e garantir sua sustentabilidade empresarial, ao assegurar que suas margens operacionais sejam compat\u00edveis com a ind\u00fastria internacional, com alta capacidade de investimento e resiliente \u00e0 varia\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o do petr\u00f3leo.<\/p>\n<p>O Brasil est\u00e1 sendo submetido \u00e0 explora\u00e7\u00e3o do tipo colonial, depois dos ciclos do pau-brasil, do a\u00e7\u00facar, do ouro, prata e diamantes, do caf\u00e9, da borracha e do cacau, \u00e9 a vez do ciclo extrativo e prim\u00e1rio exportador do petr\u00f3leo brasileiro.<\/p>\n<p>O petr\u00f3leo do Brasil tem sido exportado em volumes recordes, cerca de 1,5 milh\u00f5es de barris de petr\u00f3leo por dia, volume equivalente a 45% da produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo cru no pa\u00eds.<\/p>\n<p>Existe rela\u00e7\u00e3o entre o consumo de energia, o crescimento econ\u00f4mico e o desenvolvimento humano. O consumo per capita de energia no Brasil \u00e9 muito baixo, quase seis vezes menor em rela\u00e7\u00e3o aos Estados Unidos e quase cinco em rela\u00e7\u00e3o a Noruega. No entanto, quase metade do petr\u00f3leo produzido no Brasil n\u00e3o tem sido consumido no pa\u00eds, est\u00e1 sendo exportado, em maior parte por multinacionais estrangeiras.<\/p>\n<p>Enquanto se exporta o petr\u00f3leo cru do Brasil, o pa\u00eds importa cada vez mais seus produtos refinados. S\u00e3o importados mais de 600 mil barris de derivados de petr\u00f3leo por dia, a maior parte produzida na R\u00fassia e nos Estados Unidos.<\/p>\n<p>A pol\u00edtica de pre\u00e7os da Petrobr\u00e1s, desde 2016, \u00e9 de paridade em rela\u00e7\u00e3o aos pre\u00e7os dos combust\u00edveis importados. Apesar mudan\u00e7a na ret\u00f3rica, a dire\u00e7\u00e3o da Petrobr\u00e1s manteve a pol\u00edtica no governo Lula. [9] [10] [11]<\/p>\n<p>A pr\u00e1tica de pre\u00e7os muito mais altos que os custos de importa\u00e7\u00e3o t\u00eam viabilizado a lucratividade da cadeia de importa\u00e7\u00e3o e a competitividade dos combust\u00edveis importados, em especial da R\u00fassia e dos Estados Unidos.<br \/>\nO combust\u00edvel brasileiro arbitraria e indevidamente mais caro perde mercado para o importado, o que resulta na ociosidade das refinarias da Petrobr\u00e1s, em at\u00e9 25% da sua capacidade de processamento de carga fresca, e em 13% no primeiro semestre de 2023. [13]<\/p>\n<p>O consumidor brasileiro paga pre\u00e7os vinculados ao petr\u00f3leo no mercado internacional e \u00e0 cota\u00e7\u00e3o do d\u00f3lar, al\u00e9m dos custos estimados de importa\u00e7\u00e3o, apesar do petr\u00f3leo ser produzido no Brasil e de haver capacidade de refin\u00e1-lo no pa\u00eds, enquanto isso a Petrobr\u00e1s perde mercado.<br \/>\nDe janeiro a junho de 2023, 34% do diesel importado pelo Brasil foi produzido na R\u00fassia e 31% nos Estados Unidos.<\/p>\n<p>Nenhum pa\u00eds continental e populoso como o Brasil se desenvolveu exportando petr\u00f3leo cru e produtos prim\u00e1rios, muito menos por multinacionais estrangeiras, e importando produtos industrializados de maior valor agregado, \u00e9 preciso estancar as veias dilaceradas do Brasil e interromper este novo ciclo do tipo colonial.<\/p>\n<p>Para tirar o Brasil da rota colonial e prim\u00e1ria exportadora de petr\u00f3leo cru \u00e9 necess\u00e1rio:<\/p>\n<p>1) Interromper os leil\u00f5es para explora\u00e7\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o do petr\u00f3leo e voltar a realiz\u00e1-los em compasso com a demanda nacional pelo consumo de petr\u00f3leo e de seus derivados.<\/p>\n<p>2) Alterar a pol\u00edtica de pre\u00e7os dos combust\u00edveis, ocupar plenamente e ampliar o parque de refino da Petrobr\u00e1s. Praticar pre\u00e7os justos e competitivos, compat\u00edveis com os custos da estatal. Se, e quando necess\u00e1rio, a Petrobr\u00e1s deve importar os derivados e assumir papel de lideran\u00e7a para garantir o abastecimento nacional aos menores custos poss\u00edveis.<\/p>\n<p>3) Adotar pol\u00edtica de altos investimentos, com m\u00e1ximo conte\u00fado nacional, e de dividendos, atendendo a legisla\u00e7\u00e3o em vigor, com m\u00ednima distribui\u00e7\u00e3o pela dire\u00e7\u00e3o da Petrobr\u00e1s. Priorizar investimentos industriais que agreguem valor ao petr\u00f3leo cru, com a produ\u00e7\u00e3o de combust\u00edveis e produtos petroqu\u00edmicos.<\/p>\n<p>4) Promover pol\u00edtica para impedir, ou limitar severamente, a exporta\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo cru, como taxar elevada e permanentemente a exporta\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo para incentivar a industrializa\u00e7\u00e3o e agrega\u00e7\u00e3o de valor ao petr\u00f3leo no Brasil.<\/p>\n<p>5) Reverter as privatiza\u00e7\u00f5es, com reestatiza\u00e7\u00e3o das refinarias (RLAM, REMAN, RPCC), transportadoras (NTS, TAG) e da distribuidora de combust\u00edveis (BR) da Petrobr\u00e1s.<\/p>\n<p><em>Felipe Coutinho \u00e9 engenheiro qu\u00edmico e vice-presidente da Associa\u00e7\u00e3o dos Engenheiros da Petrobr\u00e1s (AEPET)<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/h2>\n<p>[1] ANP, \u201cDados estat\u00edsticos,\u201d 2023.<br \/>\n[2] Petrobras, \u201cProdu\u00e7\u00e3o e Comercializa\u00e7\u00e3o,\u201d 2023.<br \/>\n[3] MDIC, \u201cComexstat,\u201d 2023.<br \/>\n[4] F. Coutinho, \u201cCinco Fal\u00e1cias sobre o Pre\u00e7o Parit\u00e1rio de Importa\u00e7\u00e3o (PPI) praticado pela dire\u00e7\u00e3o da Petrobr\u00e1s,\u201d 2022.<br \/>\n[5] ANP, \u201cProdu\u00e7\u00e3o Nacional de Derivados de Petr\u00f3leo (barris),\u201d 2022.<br \/>\n[6] ANP, \u201cVendas de derivados de petr\u00f3leo e etanol,\u201d 2023.<br \/>\n[7] AEPET, \u201cProposta de nova pol\u00edtica de pre\u00e7os do diesel para a Petrobr\u00e1s,\u201d 2019.<br \/>\n[8] Di\u00e1rio do Nordeste, \u201cInvestimentos da Petrobras ter\u00e3o queda de 40%,\u201d 2015.<br \/>\n[9] F. Coutinho, \u201cPrates anuncia fim do Pre\u00e7o Parit\u00e1rio de Importa\u00e7\u00e3o (PPI), mas ajusta pre\u00e7o do Diesel ao PPI\u201d.<br \/>\n[10] F. Coutinho, \u201cO fim do Pre\u00e7o Parit\u00e1rio de Importa\u00e7\u00e3o (PPI) \u00e9 mais uma farsa,\u201d 2023.<br \/>\n[11] F. Coutinho, \u201cFim do Pre\u00e7o Parit\u00e1rio de Importa\u00e7\u00e3o (PPI) \u00e9 uma fal\u00e1cia nomot\u00e9tica,\u201d 2023.<br \/>\n[12] F. Coutinho, \u201cPrates mant\u00e9m investimento baixo e dividendo alto na Petrobr\u00e1s (2T23),\u201d 2023.<br \/>\n[13] Petrobras, \u201cRelat\u00f3rios de Produ\u00e7\u00e3o e Vendas\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Por Felipe Coutinho, engenheiro qu\u00edmico e vice-presidente da Associa\u00e7\u00e3o dos Engenheiros da Petrobr\u00e1s (AEPET) Nenhum pa\u00eds continental e populoso como o Brasil se desenvolveu exportando petr\u00f3leo cru e produtos prim\u00e1rios, muito menos por multinacionais estrangeiras A acelera\u00e7\u00e3o dos leil\u00f5es&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":41882,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[325,5,87,10],"tags":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v19.3 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Exporta\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo cru \u00e9 recorde, 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