{"id":42505,"date":"2023-11-04T08:40:11","date_gmt":"2023-11-04T11:40:11","guid":{"rendered":"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/?p=42505"},"modified":"2023-11-03T12:10:40","modified_gmt":"2023-11-03T15:10:40","slug":"neoliberalismo-a-ideologia-sem-etica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/neoliberalismo-a-ideologia-sem-etica\/","title":{"rendered":"Neoliberalismo: a ideologia sem \u00e9tica"},"content":{"rendered":"<!--[if lt IE 9]><script>document.createElement('audio');<\/script><![endif]-->\n<audio class=\"wp-audio-shortcode\" id=\"audio-42505-1\" preload=\"none\" style=\"width: 100%;\" controls=\"controls\"><source type=\"audio\/mpeg\" src=\"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Neoliberalismo-a-ideologia-sem-etica.mp3?_=1\" \/><source type=\"audio\/ogg\" src=\"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Neoliberalismo-a-ideologia-sem-etica.ogg?_=1\" \/><a href=\"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Neoliberalismo-a-ideologia-sem-etica.mp3\">https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2023\/11\/Neoliberalismo-a-ideologia-sem-etica.mp3<\/a><\/audio>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>Por Pedro Pinho*<\/em><\/p>\n<p>Reflex\u00f5es cr\u00edticas sobre o Neoliberalismo: comunica\u00e7\u00e3o, energia e ideologia no S\u00e9culo 21.<\/p>\n<p>Vive-se, no s\u00e9culo 21, caso raro no pensamento social: a ideologia que n\u00e3o oculta sua falta de \u00e9tica, n\u00e3o esconde sua desonestidade.<\/p>\n<p>No passado ocorreram falsidades ideol\u00f3gicas, comuns \u00e0 esquerda e \u00e0 direita. Eram casos espec\u00edficos e causavam rep\u00fadio em seu pr\u00f3prio meio, mais conservador ou mais revolucion\u00e1rio. Hoje h\u00e1 divulga\u00e7\u00e3o dos il\u00edcitos, como se fossem a esperteza, a sagacidade neoliberal.<\/p>\n<p>Esta situa\u00e7\u00e3o envolve a religi\u00e3o, especialmente a neopentecostal, as m\u00eddias digitais, virtuais, e a transforma\u00e7\u00e3o da educa\u00e7\u00e3o fundamental em instrumento de exclus\u00e3o social.<\/p>\n<p>Embora a economia seja o objetivo, ela n\u00e3o se apresenta como meta principal, mesmo estando o poder atual com a economia financeira, que resulta na concentra\u00e7\u00e3o de renda e na aus\u00eancia da produ\u00e7\u00e3o para a acumula\u00e7\u00e3o de riqueza.<\/p>\n<p>J\u00e1 existe literatura abundante, em particular em teses de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o universit\u00e1ria, que disseca partes deste conjunto, examinando principalmente as relativas ao processo de comunica\u00e7\u00e3o social e \u00e0s quest\u00f5es de retrocesso econ\u00f4mico-social.<\/p>\n<p>Abraham Moles (1920-1992) inicia seu \u201cSociodin\u00e2nica da Cultura\u201d (1967) com a seguinte Advert\u00eancia: \u201cEste livro \u00e9 sobre cultura em sua forma cotidiana imediata. Prop\u00f5e, ao mesmo tempo, uma tese, de que existem mecanismos socioculturais, e uma s\u00edntese, a tentativa de reunir os diferentes aspectos que contribuem para seu estudo ou para manipula\u00e7\u00e3o desses mecanismos\u201d (tradu\u00e7\u00e3o livre).<\/p>\n<p>\u00c9 o pr\u00f3prio Moles quem chama aten\u00e7\u00e3o para a antiguidade da no\u00e7\u00e3o de cultura: \u201cpresente num dicion\u00e1rio alem\u00e3o de 1793\u201d, e de quanto a estat\u00edstica contribuiu para os \u201cfatos culturais\u201d. \u201cMedidas e formas s\u00e3o os dois polos da dial\u00e9tica de apreens\u00e3o do mundo e se nos tornam necess\u00e1rios\u201d. E declara adotar o m\u00e9todo cibern\u00e9tico para percorrer os caminhos da sociodin\u00e2mica da cultura.<\/p>\n<p><em>A cultura nada salva, nem ningu\u00e9m. Mas \u00e9 um produto do homem: ele reconhece-se nela: s\u00f3 este espelho cr\u00edtico lhe oferece a sua imagem<\/em><\/p>\n<p><em>J-P Sartre<\/em><\/p>\n<p>Destacamos duas vertentes desta quest\u00e3o cultural ou dos \u201cfatos culturais\u201d, a comunica\u00e7\u00e3o e a energia, para as considera\u00e7\u00f5es deste artigo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><strong>A comunica\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h2>\n<p>Muniz Sodr\u00e9 de Ara\u00fajo Cabral (1942), intelectual baiano, autor de numerosa obra sobre comunica\u00e7\u00e3o, professor na Escola de Comunica\u00e7\u00e3o da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ\/ECO), escreveu: \u201c\u00c0s aliena\u00e7\u00f5es de ordem econ\u00f4mica, sexual, pol\u00edtica, lingu\u00edstica se junta agora a aliena\u00e7\u00e3o da express\u00e3o dialogal. A imprensa vem assegurar a transmiss\u00e3o de informa\u00e7\u00f5es sobre a vida cotidiana, mas amplia, tamb\u00e9m, em novas formas, a centraliza\u00e7\u00e3o do poder e o disciplinamento do cidad\u00e3o\u201d (O Monop\u00f3lio da Fala, 1977).<\/p>\n<p>Mais recentemente, Muniz Sodr\u00e9, na Apresenta\u00e7\u00e3o de Antropol\u00f3gica do Espelho (2002), explicita o Espelho: \u201cmet\u00e1fora para o novo ordenamento artificial do mundo e suas resultantes em termos de poder, identidade, mentalidade e conduta\u201d.<\/p>\n<p>Vejamos Arnold Gehlen (1904-1976), controvertido intelectual da Escola de Leipzig, em cuja obra principal afirma que o homem \u00e9 \u201cum ser-que-age porque \u00e9 um ser n\u00e3o-especializado e carece, assim, de um meio ambiente adaptado por natureza. A ess\u00eancia da natureza, por ele transformada em algo \u00fatil para a vida, se chama \u2018cultura\u2019, o mundo cultural \u00e9 o mundo humano\u201d (Der Mensch, seine Natur und seine Stellung in der Welt, 1940). Em suas reflex\u00f5es sobre a \u201calma na era da t\u00e9cnica\u201d, afirma que \u201ccada vez menos pessoas agem na base da orienta\u00e7\u00e3o pessoal e de valores interiorizados\u201d (Die Seele im technischen Zeitalter, 1957).<\/p>\n<p>Por que? Porque a \u201catmosfera econ\u00f4mica, pol\u00edtica e social se tornou dif\u00edcil de entender intelectualmente e de cumprir moralmente, e porque muda a passo acelerado\u201d. Gy\u00f6rgy Luk\u00e1cs (1885-1971), importante intelectual marxista-leninista, reconheceu a import\u00e2ncia de Arnold Gehlen que \u00e9 muito citado em seus \u00faltimos trabalhos.<\/p>\n<p><em>\u00c9 a nossa luz, e n\u00e3o a nossa escurid\u00e3o, que mais me assusta<\/em><\/p>\n<p><em>Nelson Mandela)<\/em><\/p>\n<p>Voltemos a Muniz Sodr\u00e9 na Antropol\u00f3gica do Espelho. Trazendo o exterm\u00ednio em campos de concentra\u00e7\u00e3o escreve: \u201cAs v\u00edtimas pagavam pela passagem de trem que as levava \u00e0 morte (tarifa excurs\u00e3o porque viajavam em grupo). Em contrapartida, a administra\u00e7\u00e3o ferrovi\u00e1ria, evidenciando a corre\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica do sistema, iniciava processos de reembolso financeiro, j\u00e1 que n\u00e3o havia viagem de volta. Funcionalidade, moeda, formalismo jur\u00eddico e moralidade gerencial substituem eficientemente o que se poderia chamar de consci\u00eancia \u00e9tica\u201d. E questiona o professor de comunica\u00e7\u00e3o: \u201csob o poder sem medida da tecnologia (entendida como racionalidade instrumental) e do mercado, cujo discurso social costuma coincidir com o do marketing, seria essa consci\u00eancia ainda hoje poss\u00edvel?\u201d ou citando Sergio Zyman, executivo, diretor de marketing da Coca Cola Company: \u201co \u00fanico objetivo do marketing \u00e9 fazer com que mais pessoas comprem mais produtos, mais vezes, por mais dinheiro\u201d (O fim do marketing como n\u00f3s conhecemos, 1999).<\/p>\n<h2><strong>A energia<\/strong><\/h2>\n<p>Steve Keen (1959), economista, professor e pol\u00edtico australiano, desconstr\u00f3i a teoria neoliberal no recente \u201cL\u2019imposture \u00e9conomique\u201d (2014).<\/p>\n<p>Nesta obra ele demonstra, inicialmente, que seria necess\u00e1rio sermos dotados de poder computacional infinito. Num segundo eixo, traz a aus\u00eancia de reflex\u00e3o te\u00f3rica sobre a moeda, banco e gera\u00e7\u00e3o de moeda. No terceiro, trata dos produtos financeiros e derivativos, para concluir com a quest\u00e3o institucional da regula\u00e7\u00e3o e controle, ou seja, das autonomias concedidas ao mercado.<\/p>\n<p>Agrega, do historiador econ\u00f4mico canadense Gilles Dostaler (1946-2011), a cr\u00edtica da simples descri\u00e7\u00e3o do desemprego, do ciclo vicioso da pobreza, das desigualdades, sem conseguir analisar suas origens, desequil\u00edbrios e a crise de valores.<\/p>\n<p>Finalmente coloca o lema da Associa\u00e7\u00e3o Francesa de Economia Pol\u00edtica (AFEP), fundada em 2010, questionando: \u201cpara que servem os economistas se t\u00eam todos as mesmas ideias?\u201d.<\/p>\n<p>Arist\u00f3teles (384 a.C.- 322 a.C.) na \u201cPol\u00edtica\u201d j\u00e1 separava a economia dom\u00e9stica da economia do Estado e este pensador que, 2300 anos depois de sua morte, continua sendo a mais influente reflex\u00e3o do mundo ocidental, enfatizava a moral, porque \u201co fim \u00faltimo do Estado \u00e9 a virtude, isto \u00e9, a forma\u00e7\u00e3o moral dos cidad\u00e3os e o conjunto dos meios necess\u00e1rios para isso\u201d.<\/p>\n<p>No oriente, Conf\u00facio (551 a.C.-479 a.C.) resumia no caminho \u2013 tao \u2013 a busca do conhecimento que leva \u00e0 verdade e na virtude \u2013 te \u2013 que habita em cada um, o sentido moral da exist\u00eancia, o destino do homem.<\/p>\n<p><em>Com conex\u00f5es diretas e indiretas, arrogantes ou conciliadoras, o planejamento internacional imposto ao pa\u00eds inseriu mais uma nova figura de a\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica, as Ag\u00eancias Reguladoras, que passaram a atuar, n\u00e3o mais em conson\u00e2ncia com o Estado brasileiro e sim com o capital internacional globalizado.<\/em><\/p>\n<p><em>Sylvio Massa de Campos<\/em><\/p>\n<p>A energia move o mundo e dentre as fontes prim\u00e1rias de energia o petr\u00f3leo se destaca, n\u00e3o como produtor de energia, que talvez seja seu uso menos nobre, mas como insumo important\u00edssimo da obten\u00e7\u00e3o de produtos indispens\u00e1veis \u00e0 sociedade contempor\u00e2nea, como os petroqu\u00edmicos e fertilizantes.<\/p>\n<p>O que faz o poder neoliberal para dominar este produto de maior custo-benef\u00edcio? O desconstr\u00f3i. E com as farsas da transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica.<\/p>\n<p>Que transi\u00e7\u00e3o \u00e9 essa que retrocede ao passado, ao vento e ao Sol? A Rep\u00fablica Popular da China (China) tamb\u00e9m faz sua transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica, mas para o mundo termonuclear, na express\u00e3o do g\u00eanio Darcy Ribeiro. Recentes informa\u00e7\u00f5es nos d\u00e3o contam que avan\u00e7a a fus\u00e3o nuclear, a revista Galileu (05\/01\/2022) publica:<\/p>\n<p>novo recorde anunciado pelo Instituto de F\u00edsica de Plasmas da Academia Chinesa de Ci\u00eancias (ASIPP) colocou o mundo um pouco mais perto de livrar-se da depend\u00eancia de carv\u00e3o, petr\u00f3leo e outros combust\u00edveis f\u00f3sseis. O \u201csol artificial\u201d criado pelos chineses atingiu a temperatura de 70 milh\u00f5es de graus Celsius durante o tempo recorde de 1.056 segundos. O supercondutor foi criado com o objetivo de gerar energia limpa<\/p>\n<p>Enquanto isso a Petrobr\u00e1s, que sofre o desmonte como empresa de petr\u00f3leo, anuncia:<\/p>\n<p>a Petrobr\u00e1s e a WEG firmaram uma parceria estrat\u00e9gica para o desenvolvimento de aerogerador onshore de 7 Megawatts (MW), o primeiro desse porte a ser fabricado no Brasil. A estatal investir\u00e1 aproximadamente R$ 130 milh\u00f5es, nos pr\u00f3ximos 25 meses, no projeto que j\u00e1 est\u00e1 em andamento pela WEG<\/p>\n<p>(15\/09\/2023).<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m quem se aproveita da fragmenta\u00e7\u00e3o da Petrobr\u00e1s:<\/p>\n<p>atualmente o Brasil ocupa o sexto lugar no ranking global do Global Wind Energy Report 2022, com 21,5 GW de capacidade instalada e\u00f3lica onshore. Comparado com uma d\u00e9cada atr\u00e1s, quando o setor tinha menos de 1GW instalado no pa\u00eds e hoje \u00e9 a segunda maior fonte de energia do pa\u00eds, respondendo por 11,8% da matriz energ\u00e9tica brasileira. De acordo com a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Energia E\u00f3lica (ABEE\u00f3lica), a expectativa \u00e9 que at\u00e9 2024 o Brasil tenha pelo menos 30 GW de capacidade e\u00f3lica instalada, considerando apenas os leil\u00f5es j\u00e1 realizados e os contratos assinados\u2026<\/p>\n<p>(propaganda da empresa Ekko Green, 22\/11\/2022).<\/p>\n<p>Profissionais, reunidos pela Federa\u00e7\u00e3o Brasileira de Ge\u00f3logos (FEBRAGEO), produziram, em 2022, o livro den\u00fancia A Petrobr\u00e1s Fatiada: Preju\u00edzo para a Engenharia e Soberania Nacional, organizado por Patr\u00edcia Laier, Francisco Gon\u00e7alves e Souza e Orildo de Lima e Silva, com artigos que dissecam as farsas da comunica\u00e7\u00e3o de massa e as decis\u00f5es contr\u00e1rias ao interesse nacional adotadas pela Dire\u00e7\u00e3o da Petrobr\u00e1s, como a \u201cPetrobr\u00e1s Falida\u201d e o \u201cPre\u00e7o de Paridade de Importa\u00e7\u00e3o \u2013 PPI\u201d, respectivamente.<\/p>\n<p>Unem-se as fal\u00e1cias da comunica\u00e7\u00e3o com as in\u00fameras incorre\u00e7\u00f5es sobre o petr\u00f3leo para propaganda dos interesses rentistas, dos capitais ap\u00e1tridas, e para defesa do poder neoliberal.<\/p>\n<p>Retiramos do citado livro produzido pela FEBRAGEO o seguinte trecho do ge\u00f3logo Marco Ant\u00f4nio Pinheiro Machado sob o t\u00edtulo \u201cPr\u00e9-sal: maldi\u00e7\u00e3o ou reden\u00e7\u00e3o?\u201d:<\/p>\n<p>A exemplo de uma t\u00edpica \u201crep\u00fablica de banana\u201d, as tentativas de abolir a desigualdade social e obter um crescimento sustent\u00e1vel consolidado foram mais uma vez abortadas pela hegemonia das oligarquias (as tais elites do atraso) se aproveitando da ignor\u00e2ncia de um pobre povo, e a melhor amostra da contradi\u00e7\u00e3o \u00e9 o caso do atual pre\u00e7o dos combust\u00edveis: equivalente ao valor internacional. Afinal, tem cabimento uma empresa estatal extrair do seu pr\u00f3prio terreno em reais (a um custo baix\u00edssimo, diga-se de passagem, quase equivalente aos do Golfo P\u00e9rsico) e vender ao pre\u00e7o de importa\u00e7\u00e3o. Pois bem, ainda h\u00e1 tempo de fugir desta maldi\u00e7\u00e3o. Basta retomar a BR Distribuidora, retomar as refinarias e malhas de dutos de g\u00e1s vendidos a pre\u00e7o de banana, em outras palavras, voltar a verticalizar o processo do \u201cpo\u00e7o ao posto\u201d em toda sua plenitude e ficarmos definitivamente imunes \u00e0s oscila\u00e7\u00f5es pol\u00edticas do pre\u00e7o Brent. A descoberta do Pr\u00e9-sal foi mais um \u201ccavalo encilhado\u201d que passou na hist\u00f3ria do Brasil e para entender a sua import\u00e2ncia nada melhor do que informar aos cidad\u00e3os e cidad\u00e3s comuns, como ele se formou e como a Petrobr\u00e1s chegou at\u00e9 ele. Conhecimento \u00e9, sobretudo, soberania.<\/p>\n<p>*Pedro Augusto Pinho, administrador aposentado, foi membro do Corpo Permanente da Escola Superior de Guerra (ESG) e Consultor das Na\u00e7\u00f5es Unidas (UN\/DTCD). 29\/10\/2023.<\/p>\n<p><strong>Fonte: Monitor Mercantil<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Por Pedro Pinho* Reflex\u00f5es cr\u00edticas sobre o Neoliberalismo: comunica\u00e7\u00e3o, energia e ideologia no S\u00e9culo 21. Vive-se, no s\u00e9culo 21, caso raro no pensamento social: a ideologia que n\u00e3o oculta sua falta de \u00e9tica, n\u00e3o esconde sua desonestidade. 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