{"id":43061,"date":"2023-12-29T07:20:39","date_gmt":"2023-12-29T10:20:39","guid":{"rendered":"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/?p=43061"},"modified":"2023-12-22T14:59:10","modified_gmt":"2023-12-22T17:59:10","slug":"a-ignorancia-administra-a-energia-brasileira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/a-ignorancia-administra-a-energia-brasileira\/","title":{"rendered":"A ignor\u00e2ncia administra a energia brasileira"},"content":{"rendered":"<!--[if lt IE 9]><script>document.createElement('audio');<\/script><![endif]-->\n<audio class=\"wp-audio-shortcode\" id=\"audio-43061-1\" preload=\"none\" style=\"width: 100%;\" controls=\"controls\"><source type=\"audio\/mpeg\" src=\"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/A-ignorancia-administra-a-energia-brasileira.mp3?_=1\" \/><source type=\"audio\/ogg\" src=\"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/A-ignorancia-administra-a-energia-brasileira.ogg?_=1\" \/><a href=\"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/A-ignorancia-administra-a-energia-brasileira.mp3\">https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/A-ignorancia-administra-a-energia-brasileira.mp3<\/a><\/audio>\n<blockquote><p><em>Por Pedro Pinho, presidente da AEPET<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>Ao fim do Governo Geisel, o Brasil despontava como exemplo de governan\u00e7a energ\u00e9tica. T\u00ednhamos a energia nuclear, a da tecnologia de ponta, hoje encaminhando para a fus\u00e3o nuclear, a energia hidrel\u00e9trica, a mais limpa e com amplas possibilidades no Brasil em raz\u00e3o da nossa malha fluvial, a energia da biomassa, cujas possibilidades apenas se anteviam com o pr\u00f3-\u00e1lcool e poderia ser de grande valia para distribui\u00e7\u00e3o de riqueza e mais equil\u00edbrio regional, e a energia do petr\u00f3leo que j\u00e1 deixava antever a autossufici\u00eancia, gra\u00e7as ao esfor\u00e7o no desenvolvimento das tecnologias envolvidas do po\u00e7o ao posto, realizado pelo Centro de Pesquisa e Desenvolvimento Leopoldo Am\u00e9rico Miguez de Mello (CENPES), \u00f3rg\u00e3o da PETROBR\u00c1S. O ano era 1980.<\/p>\n<p>Por\u00e9m a campanha das finan\u00e7as pelo dom\u00ednio dos governos mundiais estava na reta final. A d\u00e9cada de 1980 foi das desregula\u00e7\u00f5es financeiras que conclui com a divulga\u00e7\u00e3o, em novembro de 1989, do denominado \u201cConsenso de Washington\u201d, a nova constitui\u00e7\u00e3o a ser adotada por todos pa\u00edses do mundo. A d\u00e9cada seguinte tratou de implementar, com a extin\u00e7\u00e3o da Uni\u00e3o das Rep\u00fablicas Socialistas Sovi\u00e9ticas (URSS), a ideologia neoliberal que anunciava o \u201cfim da hist\u00f3ria\u201d e das guerras.<\/p>\n<p>O Brasil submergiu a este encantamento e come\u00e7a a regredir, as estat\u00edsticas passam a mostrar fatias da realidade e ocultar o que ocorria com a maioria do povo brasileiro. A fraude, a farsa, a corrup\u00e7\u00e3o e as ilus\u00f5es circenses s\u00e3o pr\u00f3prias das governan\u00e7as das finan\u00e7as.<\/p>\n<p>Mas fiquemos no Brasil.<\/p>\n<p>Toda d\u00e9cada de 1990 foi de governos financeiros neoliberais, uns mais outros menos afoitos, mas o trof\u00e9u de demolidor do Estado Nacional Brasileiro cabe a Fernando Henrique Cardoso, que extinguiu o monop\u00f3lio da Petrobr\u00e1s e criou organismo estatal, com nomea\u00e7\u00f5es de pessoas ignorantes ou ideologicamente comprometidas com o \u201cmercado\u201d para ocupar as fun\u00e7\u00f5es relevantes: Ag\u00eancia Nacional de Petr\u00f3leo (ANP), que foi alterando o nome para incorporar outras \u00e1reas da energia.<\/p>\n<p>Aos poucos o Brasil foi perdendo o controle da energia nacional, com as privatiza\u00e7\u00f5es, o encerramento de atividades, que v\u00e3o da organiza\u00e7\u00e3o das atividades a suas execu\u00e7\u00f5es, e deixando avan\u00e7ar capitais estrangeiros no planejamento, na execu\u00e7\u00e3o e at\u00e9 no controle das energias brasileiras. E como ficamos?<\/p>\n<p>Apesar de tantas fontes e da capacidade de produ\u00e7\u00e3o de energia em 1980, o Brasil se apresenta, de acordo com a s\u00e9rie estat\u00edstica do \u00f3rg\u00e3o estadunidense Energy Information Administration (EIA), como dos pa\u00edses de menor energia per capita do mundo, apenas superior a outras col\u00f4nias como a Col\u00f4mbia e o Equador. Para ficarmos na Am\u00e9rica do Sul, Argentina, Equador e Venezuela s\u00e3o pa\u00edses que t\u00eam maior energia per capita do que nossos 17.300 kWh.<\/p>\n<p>Em termos mundiais, somos verdadeiramente rid\u00edculos quando comparados com pa\u00edses pobres como a Tail\u00e2ndia, a \u00c1frica do Sul, Portugal, M\u00e9xico, Gr\u00e9cia, Belarus e Azerbaij\u00e3o. Pa\u00edses importadores de energia como Trinidad y Tobago e Cingapura apresentam energia per capita de 107.269 e 147.085 kWh, respectivamente.<\/p>\n<p>Em 2006, com a compet\u00eancia t\u00e9cnica j\u00e1 demonstrada quando da descoberta da enorme reserva do Campo de Majnoon, no Iraque, e com a firmeza e coragem de quem n\u00e3o se intimida, quando se trata do interesse nacional, o ge\u00f3logo brasileiro Guilherme Estrella, dirigindo a equipe de exploracionistas da Petrobr\u00e1s, descobre o pr\u00e9-sal.<\/p>\n<p>A camada do pr\u00e9-sal tem caracter\u00edsticas distintas das outras descobertas mar\u00edtimas brasileiras. Em competente e did\u00e1tico artigo, o ge\u00f3logo e mestre em Estratigrafia (UFRGS) Marco Ant\u00f4nio Pinheiro Machado exp\u00f5e em \u201cPr\u00e9-sal: maldi\u00e7\u00e3o ou reden\u00e7\u00e3o\u201d (in Patr\u00edcia Laier, Francisco Gon\u00e7alves, Orildo Lima e Silva, organizadores, \u201cA Petrobr\u00e1s Fatiada\u201d, FEBRAGEO, 2022): \u201cO rifte atl\u00e2ntico rasga o supercontinente de Gondwana \u2026 aos poucos a evolu\u00e7\u00e3o do rifte fica mais lenta e forma-se um grande lago. \u2026 \u00c9 nessa ocasi\u00e3o que se forma a rocha-reservat\u00f3rio do pr\u00e9-sal. \u2026 As entradas espor\u00e1dicas do mar salinizam o grande lago e a combina\u00e7\u00e3o com um clima extremamente \u00e1rido possibilita a precipita\u00e7\u00e3o de v\u00e1rios tipos de sal. \u2026 Estima-se que a deposi\u00e7\u00e3o ou precipita\u00e7\u00e3o de sal na Bacia de Santos ocorreu durante 500 mil anos \u2013 muito r\u00e1pido, se comparado com a idade da Terra\u201d.<\/p>\n<p>Esta condi\u00e7\u00e3o geol\u00f3gica da forma\u00e7\u00e3o do pr\u00e9-sal se estende de Santa Catarina at\u00e9 Alagoas.<\/p>\n<p>Na lista de reservas de petr\u00f3leo, o Brasil ocupa o 14\u00ba lugar, em 2022, mas h\u00e1 diversas inconsist\u00eancias e crassos erros nesta divulga\u00e7\u00e3o do Wikip\u00e9dia. O mais grave \u00e9 somar areias e folhelhos betuminosos como se fossem reservat\u00f3rios de petr\u00f3leo. O pr\u00f3prio modo de obten\u00e7\u00e3o \u00e9 diferente.<\/p>\n<p>Nos reservat\u00f3rios, sejam do pr\u00e9-sal ou do p\u00f3s-sal, terrestres ou mar\u00edtimos, \u00e9 pela press\u00e3o nas rochas reservat\u00f3rios que se extraia o petr\u00f3leo. O mais comum e inicial processo, para aumentar a energia natural do reservat\u00f3rio, \u00e9 injetar g\u00e1s, que ficar\u00e1 na parte superior, e \u00e1gua, que ficar\u00e1 abaixo do \u00f3leo, pressionando a sa\u00edda do \u00f3leo das rochas. Nas areias e folhelhos \u00e9 pela lavagem de \u00e1gua misturada com solventes em grande volume e press\u00e3o que se obt\u00e9m o betume, fase intermedi\u00e1ria que sofre processo semelhante \u00e0 destila\u00e7\u00e3o para se obter o \u00f3leo e o g\u00e1s.<\/p>\n<p>Portanto incluir areias e folhelhos betuminosos no petr\u00f3leo de reservat\u00f3rios \u00e9 misturar banana com coelhos, n\u00e3o sei como se denominar\u00e1 a resultante, mas n\u00e3o ser\u00e3o frutas nem animais.<\/p>\n<p>Exclu\u00eddos os pa\u00edses de reservas de areias e xistos betuminosos, as maiores reservas, conforme o Wikip\u00e9dia, para 2020, est\u00e3o (em bilh\u00f5es de barris) na Venezuela (303,8), na Ar\u00e1bia Saudita (297,5), no Ir\u00e3 (157,8), no Iraque (145,0), na R\u00fassia (107,8), no Kuwait (101,5), nos Emirados \u00c1rabes Unidos (97,8), na L\u00edbia (48,1), na Nig\u00e9ria (38,5) e no Cazaquist\u00e3o (30,0). L\u00edbia e Cazaquist\u00e3o com dados de 2012. Arg\u00e9lia e Brasil seriam os pr\u00f3ximos desta lista.<\/p>\n<p>Pode-se afirmar que existem hoje, no mundo, quatro polos de reservas de petr\u00f3leo. O maior est\u00e1 no Oriente M\u00e9dio, o segundo possivelmente estar\u00e1 na Am\u00e9rica do Sul ou na R\u00fassia com os pa\u00edses da Confedera\u00e7\u00e3o de Estados Independentes (CEI), e o quarto na \u00c1frica, que passa por outro processo de liberta\u00e7\u00e3o, agora do dom\u00ednio econ\u00f4mico e cultural dos anteriores dominadores. Ou seja, o dom\u00ednio euro estadunidense, do unilateralismo, se enfraquece e mostra que o mundo multipolar, fortalecido pela Rep\u00fablica Popular da China ganha protagonismo universal.<\/p>\n<h2><strong>BRASIL NA OPEP: IGNOR\u00c2NCIA OU CORRUP\u00c7\u00c3O<\/strong><\/h2>\n<p>O Brasil segue na rota colonial, mesmo fazendo parte dos BRICS, n\u00e3o aproveita para se firmar com polo importante do mundo multipolar.<\/p>\n<p>Vimos que o Estado, ao abrir m\u00e3o do planejamento, execu\u00e7\u00e3o e controle, de autossuficiente na produ\u00e7\u00e3o de energia \u00e9, atualmente, um importador de derivados, sendo a R\u00fassia o principal fornecedor de diesel para o Brasil.<\/p>\n<p>Neste aspecto retrocedemos ao per\u00edodo da Rep\u00fablica Velha, ou da I Rep\u00fablica, quando export\u00e1vamos caf\u00e9, a\u00e7\u00facar, charque pelo Rio Grande do Sul, e import\u00e1vamos todos os derivados de petr\u00f3leo.<\/p>\n<p>Ao ingressar na Organiza\u00e7\u00e3o dos Pa\u00edses Exportadores de Petr\u00f3leo (OPEP), o Brasil confirma sua trajet\u00f3ria regressiva ao per\u00edodo colonial, de exportador de mat\u00e9rias primas, de produtos in natura, e importador de produtos industrializados, que dispensa a evolu\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica, o conhecimento e vai se afundando no pa\u00eds das desigualdades, das novas escraviza\u00e7\u00f5es, dos ubers e dos MEIs.<\/p>\n<p>O Brasil j\u00e1 produz 4.666 mil barris de petr\u00f3leo por dia (b\/d) (Ag\u00eancia Brasil, para o m\u00eas 09\/2023). O pr\u00e9-sal representa 77% da produ\u00e7\u00e3o brasileira.<\/p>\n<p>Em 2021 o petr\u00f3leo j\u00e1 se colocava como o terceiro produto mais exportado, superado somente pelo min\u00e9rio de ferro, primeiro, e pela soja, caracterizando a economia do tipo colonial do Brasil (FazComex, 10\/11\/2013).<\/p>\n<p>Na OPEP+, o Brasil estar\u00e1 nas disputas ao lado dos exportadores, e n\u00e3o dos consumidores. Isso significa que est\u00e1 abrindo m\u00e3o de agregar milhares de kWh na energia per capita, tirando o Pa\u00eds do mesmo plano do Qatar, dos Emirados \u00c1rabes Unidos, que det\u00eam melhores desempenhos nesta avalia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Se verificarmos a posi\u00e7\u00e3o do presidente da Petrobr\u00e1s, investindo em cata-ventos mar\u00edtimos para produzir energia e\u00f3lica, ou de outras autoridades na \u00e1rea de energia do Governo Federal, incentivando a energia solar, ou proibindo a pesquisa de petr\u00f3leo no territ\u00f3rio nacional, podemos concluir que \u00e9 um governo de ignorantes, no dom\u00ednio da energia.<\/p>\n<p>Ou, alternativamente, por estar subordinado ao capital financeiro ap\u00e1trida, que incentiva a substitui\u00e7\u00e3o do petr\u00f3leo por energias menos eficientes e mais caras, o Brasil na OPEP+ ser\u00e1 a voz que aquele organismo est\u00e1 perdendo, pelas mudan\u00e7as que ocorrem em antigas fidelidades estadunidense, pelo interesse \u00e1rabe no mundo multipolar e nas novas alian\u00e7as com a China e a R\u00fassia.<\/p>\n<p>Ou seja, o Brasil assume a vassalagem da qual j\u00e1 se liberara o Ir\u00e3 e a S\u00edria, e nestes anos de 2020, a Ar\u00e1bia Saudita, os Emirados \u00c1rabes Unidos, o Qatar, aderindo ao mundo de maior liberdade, de respeito a suas culturas, o mundo multipolar.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Pedro Pinho, presidente da AEPET Ao fim do Governo Geisel, o Brasil despontava como exemplo de governan\u00e7a energ\u00e9tica. 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