{"id":44261,"date":"2024-05-21T12:22:24","date_gmt":"2024-05-21T15:22:24","guid":{"rendered":"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/?p=44261"},"modified":"2024-05-21T12:22:24","modified_gmt":"2024-05-21T15:22:24","slug":"um-ano-sem-ppi-o-que-mudou","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/um-ano-sem-ppi-o-que-mudou\/","title":{"rendered":"Um ano sem PPI: o que mudou?"},"content":{"rendered":"<!--[if lt IE 9]><script>document.createElement('audio');<\/script><![endif]-->\n<audio class=\"wp-audio-shortcode\" id=\"audio-44261-1\" preload=\"none\" style=\"width: 100%;\" controls=\"controls\"><source type=\"audio\/mpeg\" src=\"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/Um-ano-sem-PPI-o-que-mudou.mp3?_=1\" \/><source type=\"audio\/ogg\" src=\"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/Um-ano-sem-PPI-o-que-mudou.ogg?_=1\" \/><a href=\"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/Um-ano-sem-PPI-o-que-mudou.mp3\">https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/Um-ano-sem-PPI-o-que-mudou.mp3<\/a><\/audio>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>Por Eric Gil Dantas*<\/em><\/p>\n<p>\u00c9 ineg\u00e1vel que a Petrobras avan\u00e7ou neste quase um ano e meio sob a gest\u00e3o Prates. Mas sua pol\u00edtica de n\u00e3o enfrentamento do mercado o colocou limites demais<\/p>\n<p>Em 16 de maio de 2023, o ent\u00e3o presidente da Petrobras nomeado por Lula, Jean Paul Prates, anunciou finalmente o fim do Pre\u00e7o de Paridade de Importa\u00e7\u00e3o (PPI), pol\u00edtica de pre\u00e7os adotada ainda no governo Temer e que impunha \u00e0 estatal a ado\u00e7\u00e3o de um pre\u00e7o simulado de uma importa\u00e7\u00e3o, fazendo com que pag\u00e1ssemos o pre\u00e7o de um produto importado mesmo ele sendo produzido majoritariamente em solo nacional e em grande parte por uma empresa estatal.<\/p>\n<p>Segundo comunicado publicado pela Petrobras, a nova pol\u00edtica de pre\u00e7os da estatal foi descrita da seguinte forma: \u201cA estrat\u00e9gia comercial usa refer\u00eancias de mercado como: (a) o custo alternativo do cliente, como valor a ser priorizado na precifica\u00e7\u00e3o, e (b) o valor marginal para a Petrobras. O custo alternativo do cliente contempla as principais alternativas de suprimento, sejam fornecedores dos mesmos produtos ou de produtos substitutos. J\u00e1 o valor marginal para a Petrobras \u00e9 baseado no custo de oportunidade dadas as diversas alternativas para a companhia dentre elas, produ\u00e7\u00e3o, importa\u00e7\u00e3o e exporta\u00e7\u00e3o do referido produto e\/ou dos petr\u00f3leos utilizados no refino\u201d. Isto \u00e9, n\u00e3o ter\u00edamos mais pre\u00e7os de importa\u00e7\u00e3o, mas ainda assim n\u00e3o desgarrar\u00edamos das refer\u00eancias internacionais.<\/p>\n<p>Um ano depois, como podemos avaliar a nova pol\u00edtica de pre\u00e7os na pr\u00e1tica? Ela foi o suficiente para o abrasileiramento dos pre\u00e7os, prometido por Lula na campanha eleitoral? Ou a mudan\u00e7a foi t\u00edmida, inclusive ajudando na queda de Jean Paul Prates no comando da estatal?<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><strong>Comparando os pre\u00e7os da Petrobras e o PPI antes e depois: gasolina, diesel S-10 e GLP<\/strong><\/h2>\n<p>Nesta compara\u00e7\u00e3o utilizaremos os dados para o pre\u00e7o de paridade de importa\u00e7\u00e3o publicado semanalmente pela ANP e os dados de pre\u00e7os de cada combust\u00edvel nas refinarias da Petrobras entre 16\/05\/2022 e 10\/05\/2024, um ano antes do fim do PPI e um ano depois. Para que a compara\u00e7\u00e3o seja poss\u00edvel transformamos os dados de pre\u00e7os da Petrobras (que s\u00e3o di\u00e1rios) em semanais (formato utilizado pela ANP). Faremos a compara\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os da gasolina, diesel S-10 e GLP.<\/p>\n<p>Como podemos observar no Gr\u00e1fico 1, os pre\u00e7os cobrados pela gasolina da Petrobras, em geral, n\u00e3o fugiram do PPI. Mas h\u00e1 uma diferen\u00e7a entre antes e depois do fim do PPI. Enquanto no per\u00edodo que vai de 16\/05\/2022 e 12\/05\/2023 (um ano antes do fim do PPI) a Petrobras cobrou pela gasolina o equivalente a 2,5% abaixo da refer\u00eancia internacional, no um ano ap\u00f3s o t\u00e9rmino da pol\u00edtica de pre\u00e7os foi cobrado, em m\u00e9dia, 6,1% abaixo do PPI. Ou seja, houve uma queda em rela\u00e7\u00e3o aos pre\u00e7os internacionais, mas ainda assim nenhuma mudan\u00e7a substancial.<\/p>\n<p><strong>Gr\u00e1fico 1 \u2013 Pre\u00e7o m\u00e9dio semanal para a gasolina comum das refinarias da Petrobras e as refer\u00eancias de PPI<\/strong><\/p>\n<figure class=\"image\"><img class=\"i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content\" src=\"https:\/\/revistaforum.com.br\/u\/fotografias\/m\/2024\/5\/20\/f768x1-129774_129901_5050.jpg\" alt=\"\" \/><figcaption>Reprodu\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p><em>Descri\u00e7\u00e3o: o pre\u00e7o da Petrobras \u00e9 composto pelos valores cobrados pelas seguintes refinarias: Reman (at\u00e9 a sua privatiza\u00e7\u00e3o), Reduc, Regap, RPBC, Recap, Replan, Revap, Repar, Refap e RPCC (at\u00e9 a sua privatiza\u00e7\u00e3o). O pre\u00e7o do PPI \u00e9 composto pelas refer\u00eancias de valores dos seguintes portos\/regi\u00f5es: Manaus (at\u00e9 a privatiza\u00e7\u00e3o da Reman), Duque de Caxias, Betim, Cubat\u00e3o, Mau\u00e1, Paul\u00ednia, S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos, Arauc\u00e1ria, Canoas e Guamar\u00e9 (at\u00e9 a privatiza\u00e7\u00e3o da RPCC). As fontes s\u00e3o ANP e Petrobras.<\/em><\/p>\n<p>O padr\u00e3o se repetiu para o caso do diesel S-10. Durante o \u00faltimo ano de vig\u00eancia do PPI, a Petrobras cobrou o equivalente a 0,4% abaixo do PPI pelo combust\u00edvel. J\u00e1 um ano ap\u00f3s o fim do PPI essa rela\u00e7\u00e3o foi de 6,9% abaixo do PPI.<\/p>\n<p><strong>Gr\u00e1fico 2 \u2013 Pre\u00e7o m\u00e9dio semanal para a diesel S-10 das refinarias da Petrobras e as refer\u00eancias de PPI<\/strong><\/p>\n<figure class=\"image\"><img class=\"i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content\" src=\"https:\/\/revistaforum.com.br\/u\/fotografias\/m\/2024\/5\/20\/f768x1-129776_129903_5050.jpg\" alt=\"\" \/><figcaption>Reprodu\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p><em>Descri\u00e7\u00e3o: o pre\u00e7o da Petrobras \u00e9 composto pelos valores cobrados pelas seguintes refinarias: Reman (at\u00e9 a sua privatiza\u00e7\u00e3o), RNEST, Reduc, Regap, RPBC, Recap, Replan, Revap, Repar e Refap. O pre\u00e7o do PPI \u00e9 composto pelas refer\u00eancias de valores dos seguintes portos\/regi\u00f5es: Manaus (at\u00e9 a privatiza\u00e7\u00e3o da REMAN), Suape, Duque de Caxias, Betim, Cubat\u00e3o, Mau\u00e1, Paul\u00ednia, S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos, Arauc\u00e1ria e Canoas. As fontes s\u00e3o ANP e Petrobras.<\/em><\/p>\n<p>Por fim, o GLP foi o que mais se diferenciou em rela\u00e7\u00e3o ao PPI. A contradi\u00e7\u00e3o \u00e9 que, oficialmente, o g\u00e1s de cozinha n\u00e3o estava inclu\u00eddo na mudan\u00e7a de pol\u00edtica de pre\u00e7os. Ao anunciar o fim do PPI, a Petrobras o informou apenas para a gasolina e o diesel, n\u00e3o para o g\u00e1s de cozinha.<\/p>\n<p>O movimento para o GLP foi particular. Durante o per\u00edodo analisado, a Petrobras cobrou mais caro pelo g\u00e1s de cozinha do que o produto importado at\u00e9 o final de julho de 2023. A invers\u00e3o ocorreu por dois motivos, a Petrobras passou a cortar o pre\u00e7o do g\u00e1s de cozinha na refinaria enquanto o pre\u00e7o internacional subia. Depois disto o pre\u00e7o do GLP da Petrobras passou a ser inferior ao pre\u00e7o internacional. Mas deixando esse movimento de lado e utilizando o mesmo per\u00edodo de corte que demonstramos anteriormente, teremos que a Petrobras cobrou pelo GLP durante o \u00faltimo ano de PPI um valor 23% acima do PPI. Um ano ap\u00f3s o t\u00e9rmino desta pol\u00edtica de pre\u00e7os, o GLP da estatal ficou em m\u00e9dia 10% abaixo da refer\u00eancia internacional.<\/p>\n<figure class=\"image\"><img class=\"i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content\" src=\"https:\/\/revistaforum.com.br\/u\/fotografias\/m\/2024\/5\/20\/f768x1-129777_129904_5050.jpg\" alt=\"\" \/><figcaption>Reprodu\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p><em>Descri\u00e7\u00e3o: o pre\u00e7o da Petrobras \u00e9 composto pelos valores cobrados pelas seguintes refinarias: RNEST e RPBC. O pre\u00e7o do PPI \u00e9 composto pelas refer\u00eancias de valores dos seguintes portos\/regi\u00f5es: Suape e Santos. As fontes s\u00e3o ANP e Petrobras.<\/em><\/p>\n<p>A conclus\u00e3o que podemos tirar destes dados \u00e9 que sim, a partir do fim do PPI houve um barateamento dos pre\u00e7os dos combust\u00edveis se comparado aos pre\u00e7os internacionais, com a gasolina 6,1% abaixo da refer\u00eancia internacional, o diesel S-10 6,9% inferior e o GLP 10% mais barato. Mas \u00e9 dif\u00edcil sustentar que houve de fato um abrasileiramento. Como pudemos ver nos gr\u00e1ficos, \u00e0 exce\u00e7\u00e3o do GLP, a l\u00f3gica para a gasolina e diesel foi de uma correla\u00e7\u00e3o forte entre o que cobra a Petrobras e o que se paga na importa\u00e7\u00e3o do produto. Mas n\u00e3o \u00e9 surpresa. Afinal de contas, a pr\u00f3pria descri\u00e7\u00e3o da nova pol\u00edtica de pre\u00e7os j\u00e1 dizia isso. A sua \u00fanica pretens\u00e3o \u00e9 ser mais barata do que o PPI. E de fato isso aconteceu.<\/p>\n<p>Mas esta mudan\u00e7a n\u00e3o foi o suficiente para mudan\u00e7as radicais nos pre\u00e7os finais e sentidos pela popula\u00e7\u00e3o. Claro que h\u00e1 outros elementos que fizeram com que o cidad\u00e3o comum n\u00e3o tenha percebido grandes modifica\u00e7\u00f5es. As margens de distribui\u00e7\u00e3o e revenda de todos estes combust\u00edveis subiram drasticamente nos tr\u00eas anos, com subidas superiores aos 70%. E parte disto ocorreu por conta da privatiza\u00e7\u00e3o da BR e da Liquig\u00e1s. Ou seja, o pre\u00e7o do combust\u00edvel na refinaria caiu, mas parte da queda foi embolsado como novas receitas por distribuidoras e postos de combust\u00edveis. Mas ainda assim a Petrobras poderia ter feito mais, ter barateado mais o combust\u00edvel. O lucro da empresa, mesmo com esta mudan\u00e7a, se preserva em patamares muito elevados em termos hist\u00f3ricos. E a maior parte do lucro da Petrobras \u00e9 fruto do mercado interno, e n\u00e3o de exporta\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo ou derivados. Ou seja, quanto mais caro o pre\u00e7o do combust\u00edvel nas refinarias nacionais mais elevado ser\u00e1 o lucro da companhia. E \u00e9 o que continuou acontecendo.<\/p>\n<p>\u00c9 ineg\u00e1vel que a Petrobras avan\u00e7ou neste quase um ano e meio sob a gest\u00e3o Prates. Mas sua pol\u00edtica de n\u00e3o enfrentamento do mercado o colocou limites demais, nos pre\u00e7os, nos investimentos e nos dividendos. Lula n\u00e3o aceitou. Magda Chambriard \u00e9 nomeada para presidir a Petrobras com este desafio: continuar os avan\u00e7os da estatal que j\u00e1 haviam atingido seus limites sob Prates.<\/p>\n<p><strong><em>*Eric Gil Dantas \u00e9 economista do Instituto Brasileiro de Estudos Pol\u00edticos e Sociais (Ibeps).<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Artigo reproduzido na Revista F\u00f3rum<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Por Eric Gil Dantas* \u00c9 ineg\u00e1vel que a Petrobras avan\u00e7ou neste quase um ano e meio sob a gest\u00e3o Prates. 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Por\u00e9m, essa altera\u00e7\u00e3o n\u00e3o foi suficiente para mudan\u00e7as radicais nos pre\u00e7os finais e sentidos pela popula\u00e7\u00e3o; leia mais\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/um-ano-sem-ppi-o-que-mudou\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Um ano sem PPI: o que mudou?\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"O economista do Ibeps e tamb\u00e9m assessor econ\u00f4mico da AEPET-BA, Eric Gil, fa uma an\u00e1lise sobre o fim do PPI. Com base nos dados, ele conclui que, a partir do fim do PPI, houve um barateamento dos pre\u00e7os dos combust\u00edveis se comparado aos pre\u00e7os internacionais. 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