{"id":45474,"date":"2024-10-28T13:35:15","date_gmt":"2024-10-28T16:35:15","guid":{"rendered":"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/?p=45474"},"modified":"2024-10-28T13:36:05","modified_gmt":"2024-10-28T16:36:05","slug":"fmi-e-brics-nenhum-regresso-a-bretton-woods","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/fmi-e-brics-nenhum-regresso-a-bretton-woods\/","title":{"rendered":"FMI e BRICS: nenhum regresso a Bretton Woods"},"content":{"rendered":"<!--[if lt IE 9]><script>document.createElement('audio');<\/script><![endif]-->\n<audio class=\"wp-audio-shortcode\" id=\"audio-45474-1\" preload=\"none\" style=\"width: 100%;\" controls=\"controls\"><source type=\"audio\/mpeg\" src=\"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/FMI-e-BRICS-nenhum-regresso-a-Bretton-Woods.mp3?_=1\" \/><source type=\"audio\/ogg\" src=\"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/FMI-e-BRICS-nenhum-regresso-a-Bretton-Woods.ogg?_=1\" \/><a href=\"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/FMI-e-BRICS-nenhum-regresso-a-Bretton-Woods.mp3\">https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/FMI-e-BRICS-nenhum-regresso-a-Bretton-Woods.mp3<\/a><\/audio>\n<p><em>Por Michael Roberts*<\/em><\/p>\n<blockquote><p>Dom\u00ednio militar e financeiro dos EUA e aliados se apoia nas pernas de galinha de uma produtividade, investimento e rentabilidade fracos. Esta \u00e9 uma receita para a fragmenta\u00e7\u00e3o e o conflito global.<\/p><\/blockquote>\n<p>Esta semana realizou-se em Washington, EUA, a reuni\u00e3o semestral do FMI e do Banco Mundial. Ao mesmo tempo,\u00a0<span style=\"text-decoration: underline;\"><em><a href=\"https:\/\/brics-russia2024.ru\/en\/summit\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">o grupo BRICS+ reuniu-se em Kazan<\/a>,\u00a0<a href=\"https:\/\/brics-russia2024.ru\/en\/summit\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">na R\u00fassia<\/a>.<\/em><\/span> A coincid\u00eancia destas duas reuni\u00f5es resume o rumo da economia mundial em 2024.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a Segunda Guerra Mundial, o FMI e o Banco Mundial tornaram-se as principais ag\u00eancias de coopera\u00e7\u00e3o internacional e de a\u00e7\u00e3o no dom\u00ednio da economia mundial. S\u00e3o institui\u00e7\u00f5es que nasceram do\u00a0<span style=\"text-decoration: underline;\"><em><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Bretton_Woods_Conference\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">acordo de Bretton Woods de 1944<\/a><\/em><\/span>, que definiu a futura ordem econ\u00f4mica mundial a ser estabelecida no final da 2\u00aa Guerra Mundial. Na altura, o ent\u00e3o presidente dos EUA, Franklin Roosevelt, proferiu estas palavras prof\u00e9ticas: &#8220;O ponto da hist\u00f3ria em que nos encontramos est\u00e1 cheio de promessas e de perigos. O mundo ou caminhar\u00e1 para a unidade e para uma prosperidade amplamente partilhada, ou se dividir\u00e1 em blocos econ\u00f4micos necessariamente concorrentes\u201d.<\/p>\n<p>Roosevelt estava a referir-se \u00e0 divis\u00e3o entre os EUA e os seus aliados e a Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica. Essa \u201cguerra fria\u201d chegou ao fim com o colapso desta \u00faltima em 1990. Mas agora, 35 anos depois, as palavras de Roosevelt t\u00eam um novo contexto: entre os EUA e os seus aliados e um bloco emergente de na\u00e7\u00f5es do \u201cSul Global\u201d.<\/p>\n<p>A ordem econ\u00f4mica mundial acordada em Bretton Woods estabeleceu os EUA como a pot\u00eancia hegem\u00f3nica no mundo. Em 1945, era a maior na\u00e7\u00e3o produtora do mundo, tinha o setor financeiro mais importante, as for\u00e7as militares mais poderosas \u2013 e dominava o com\u00e9rcio e o investimento mundiais atrav\u00e9s da utiliza\u00e7\u00e3o internacional do d\u00f3lar.<\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline;\"><em><a href=\"https:\/\/thenextrecession.wordpress.com\/2016\/04\/23\/keynes-and-bretton-woods-70-years-later\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">John Maynard Keynes esteve fortemente envolvido no acordo de Bretton Woods<\/a><\/em><\/span>. Comentou que a sua \u201cideia vision\u00e1ria de uma\u00a0<span style=\"text-decoration: underline;\"><em><a href=\"https:\/\/www.theguardian.com\/commentisfree\/2008\/nov\/18\/lord-keynes-international-monetary-fund\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">nova institui\u00e7\u00e3o<\/a><\/em><\/span>\u00a0para equilibrar de forma mais equitativa os interesses dos pa\u00edses credores e devedores foi rejeitada\u201d. O bi\u00f3grafo de Keynes, Robert Skidelsky, resumiu o resultado. &#8220;Naturalmente, os americanos conseguiram o que queriam devido ao seu poder econ\u00f4mico. A Gr\u00e3-Bretanha abdicou do seu direito de controlar as moedas do seu antigo imp\u00e9rio, cujas economias passaram a estar sob o controlo do d\u00f3lar e n\u00e3o da libra esterlina\u201d. Em troca, &#8220;os brit\u00e2nicos obtiveram cr\u00e9dito para sobreviver &#8211; mas com cobran\u00e7a de juros. Keynes disse ao parlamento brit\u00e2nico que o acordo n\u00e3o era \u201cuma afirma\u00e7\u00e3o do poder americano, mas um compromisso razo\u00e1vel entre duas grandes na\u00e7\u00f5es com os mesmos objetivos: restaurar uma economia mundial liberal\u201d. \u201cAs outras na\u00e7\u00f5es foram ignoradas, \u00e9 claro.<\/p>\n<p>Os EUA e os seus aliados na Europa dominam o FMI e o Banco Mundial desde ent\u00e3o, tanto em termos de pessoal como de pol\u00edticas. Apesar de algumas reformas muito pequenas na sua vota\u00e7\u00e3o e tomada de decis\u00f5es ao longo dos \u00faltimos 80 anos, o FMI continua a ser dirigido pelo G7, n\u00e3o dando quase nenhuma voz aos outros pa\u00edses. H\u00e1 um total de 24 lugares no conselho de administra\u00e7\u00e3o do FMI, com o Reino Unido, os EUA, a Fran\u00e7a, a Alemanha, a Ar\u00e1bia Saudita, o Jap\u00e3o e a China a terem lugares individuais &#8211; e os EUA a terem o poder de vetar quaisquer decis\u00f5es importantes.<\/p>\n<p>Quanto \u00e0 pol\u00edtica econ\u00f4mica, o FMI \u00e9 talvez mais conhecido pela imposi\u00e7\u00e3o dos \u201cProgramas de Ajustamento Estrutural\u201d. Os empr\u00e9stimos do FMI foram \u201cconcedidos\u201d a pa\u00edses em dificuldades econ\u00f4micas, na condi\u00e7\u00e3o de estes concordarem em equilibrar os seus d\u00e9ficits, reduzir a despesa p\u00fablica, abrir os seus mercados e privatizar setores-chave da economia. A pol\u00edtica mais recomendada pelo FMI continua a ser a de reduzir ou congelar os\u00a0<span style=\"text-decoration: underline;\"><em><a href=\"https:\/\/actionaid.org\/publications\/2021\/public-versus-austerity-why-public-sector-wage-bill-constraints-must-end\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">sal\u00e1rios do setor p\u00fablico<\/a><\/em><\/span>. E o FMI continua a recusar-se a exigir impostos progressivos sobre o rendimento e a riqueza dos indiv\u00edduos e empresas mais ricos. A partir de 2024,\u00a0<span style=\"text-decoration: underline;\"><em><a href=\"https:\/\/debtjustice.org.uk\/countries-in-crisis\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">54 pa\u00edses<\/a><\/em><\/span>\u00a0encontram-se atualmente numa crise de d\u00edvida e muitos deles est\u00e3o a gastar mais no servi\u00e7o da d\u00edvida do que no financiamento da educa\u00e7\u00e3o ou da sa\u00fade. Alguns dos\u00a0<span style=\"text-decoration: underline;\"><em><a href=\"https:\/\/thenextrecession.wordpress.com\/2024\/08\/14\/bangladesh-the-global-south-debt-crisis-intensifies\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">piores casos<\/a><\/em><\/span>\u00a0foram destacados\u00a0<span style=\"text-decoration: underline;\"><em><a href=\"https:\/\/thenextrecession.wordpress.com\/2024\/09\/21\/sri-lankas-debt-default\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">neste blogue.<\/a><\/em><\/span><\/p>\n<p>Os crit\u00e9rios do Banco Mundial para empr\u00e9stimos e ajuda \u00e0s na\u00e7\u00f5es mais pobres tamb\u00e9m se mant\u00eam dentro da vis\u00e3o econ\u00f3mica dominante de que o investimento p\u00fablico \u00e9 feito apenas para encorajar o sector privado a assumir a tarefa do investimento e do desenvolvimento.\u00a0<span style=\"text-decoration: underline;\"><em><a href=\"https:\/\/www.worldbank.org\/en\/publication\/wdr2024\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Os economistas do Banco Mundial ignoram o papel do investimento e do planeamento do Estado<\/a><\/em><\/span>. Em vez disso, o Banco quer criar \u201cmercados globalmente contest\u00e1veis, reduzir a regulamenta\u00e7\u00e3o dos mercados de factores e de produtos, abandonar as empresas improdutivas, refor\u00e7ar a concorr\u00eancia, aprofundar os mercados de capitais\u201d.<\/p>\n<p>Kristalina Georgieva acaba de ser aprovada para um segundo mandato como diretora do FMI.\u00a0<span style=\"text-decoration: underline;\"><em><a href=\"https:\/\/thenextrecession.wordpress.com\/2024\/04\/30\/inclusive-economics-and-the-imf\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">E fala agora de pol\u00edticas econ\u00f4micas \u201cinclusivas\u201d<\/a><\/em><\/span>. Diz que quer aumentar \u201ca colabora\u00e7\u00e3o global e reduzir a desigualdade econ\u00f3mica\u201d. O FMI afirma que agora se preocupa com as consequ\u00eancias negativas da austeridade fiscal, referindo frequentemente que as despesas sociais devem ser protegidas dos cortes atrav\u00e9s de condi\u00e7\u00f5es que estipulem limites m\u00ednimos de despesa. No entanto, uma an\u00e1lise da\u00a0<span style=\"text-decoration: underline;\"><em><a href=\"https:\/\/oxfamilibrary.openrepository.com\/handle\/10546\/621495\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Oxfam<\/a><\/em><\/span>\u00a0a dezessete programas recentes do FMI concluiu que por cada 1 d\u00f3lar que do FMI concluiu que para cada 1 d\u00f3lar que o FMI encorajava esses pa\u00edses a gastar em prote\u00e7\u00e3o social, dizia-lhes para cortar 4 d\u00f3lares por meio de medidas de austeridade. A an\u00e1lise concluiu que os pisos de gastos sociais eram \u201cprofundamente inadequados, inconsistentes, opacos e, em \u00faltima an\u00e1lise, fracassados\u201d.<\/p>\n<p>At\u00e9 recentemente, o FMI considerava que um crescimento mais r\u00e1pido dependia de maior produtividade, livre fluxo de capitais, globaliza\u00e7\u00e3o do com\u00e9rcio internacional e \u201cliberaliza\u00e7\u00e3o\u201d dos mercados, incluindo os mercados de trabalho (o que significa enfraquecer os direitos trabalhistas e os sindicatos). A desigualdade n\u00e3o foi levada em considera\u00e7\u00e3o. Essa era a f\u00f3rmula neoliberal para o crescimento econ\u00f4mico. Mas a experi\u00eancia da Grande Recess\u00e3o de 2008-9 e da queda pand\u00eamica de 2020 parece ter dado uma li\u00e7\u00e3o s\u00f3bria \u00e0 hierarquia econ\u00f4mica do FMI. Atualmente, a economia mundial est\u00e1 sofrendo de um \u201ccrescimento an\u00eamico\u201d.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-22559\" src=\"https:\/\/aepet.org.br\/wp-content\/uploads\/brics_1.jpg.webp\" alt=\"\" width=\"560\" height=\"582\" \/><br \/>\nPor isso, o FMI est\u00e1 preocupado. Georgieva afirmou que a raz\u00e3o pela qual as principais economias est\u00e3o registrando um abrandamento e um baixo crescimento do PIB real \u00e9 a\u00a0<em><span style=\"text-decoration: underline;\"><a href=\"https:\/\/www.imf.org\/en\/Blogs\/Articles\/2024\/02\/26\/how-the-g20-can-build-on-the-world-economys-recent-resilience?s=09\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">crescente desigualdade de riqueza e renda<\/a><\/span><\/em>: &#8220;Temos a obriga\u00e7\u00e3o de corrigir o que tem sido mais gravemente errado nos \u00faltimos 100 anos \u2013 &#8211; a persist\u00eancia de uma alta desigualdade econ\u00f4mica. Os estudos do FMI mostram que uma menor desigualdade de renda pode estar associada a um crescimento mais alto e mais duradouro\u201d. As mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, o aumento da desigualdade e a crescente \u201cfragmenta\u00e7\u00e3o\u201d geopol\u00edtica tamb\u00e9m amea\u00e7am a ordem econ\u00f4mica mundial e a estabilidade do tecido social do capitalismo. Por isso, tem que fazer alguma coisa.<\/p>\n<p>Durante a Longa Depress\u00e3o da d\u00e9cada de 2010, a globaliza\u00e7\u00e3o se fragmentou ao longo de linhas geopol\u00edticas \u2013 cerca de 3.000 medidas de restri\u00e7\u00e3o ao com\u00e9rcio foram impostas em 2023, quase o triplo do n\u00famero registrado em 2019. Georgieva est\u00e1 preocupada: &#8220;A fragmenta\u00e7\u00e3o geoecon\u00f4mica est\u00e1 se aprofundando \u00e0 medida que os pa\u00edses mudam os fluxos comerciais e de capital. Os riscos clim\u00e1ticos est\u00e3o aumentando e j\u00e1 afetam o desempenho econ\u00f4mico, desde a produtividade agr\u00edcola at\u00e9 a confiabilidade do transporte e a disponibilidade e o custo dos seguros. frear regi\u00f5es com maior potencial demogr\u00e1fico, como a \u00c1frica Subsaariana\u201d.<\/p>\n<p>Enquanto isso, as taxas de juros mais altas e os custos do servi\u00e7o da d\u00edvida est\u00e3o sobrecarregando os or\u00e7amentos p\u00fablicos \u2013 deixando menos espa\u00e7o para os pa\u00edses fornecerem servi\u00e7os essenciais e investirem em pessoas e infraestrutura.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-22558\" src=\"https:\/\/aepet.org.br\/wp-content\/uploads\/brics_2.jpg.webp\" alt=\"\" width=\"423\" height=\"472\" \/><\/p>\n<p><em><span style=\"text-decoration: underline;\"><a href=\"https:\/\/www.imf.org\/en\/Blogs\/Articles\/2024\/02\/26\/how-the-g20-can-build-on-the-world-economys-recent-resilience?s=09\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Assim, Georgieva quer uma nova abordagem para seu novo mandato de cinco anos<\/a><\/span><\/em>. O modelo neoliberal anterior de crescimento e prosperidade deve ser substitu\u00eddo por um \u201ccrescimento inclusivo\u201d que tenha por objetivo reduzir as desigualdades e n\u00e3o apenas aumentar o PIB real. As quest\u00f5es-chave agora devem ser \u201cinclus\u00e3o, sustentabilidade e governan\u00e7a global, com uma \u00eanfase bem-vinda na erradica\u00e7\u00e3o da pobreza e da fome\u201d.<\/p>\n<p>Mas o FMI ou o Banco Mundial podem realmente mudar alguma coisa, mesmo que Georgieva queira, quando os EUA e seus aliados controlam essas institui\u00e7\u00f5es? As condi\u00e7\u00f5es dos empr\u00e9stimos do FMI quase n\u00e3o mudaram. Talvez haja algum al\u00edvio da d\u00edvida (ou seja, alguma reestrutura\u00e7\u00e3o dos empr\u00e9stimos existentes), mas n\u00e3o h\u00e1 cancelamentos de d\u00edvidas onerosas. Quanto \u00e0s taxas de juros desses empr\u00e9stimos, o FMI de fato imp\u00f5e taxas de penalidade adicionais ocultas aos pa\u00edses muito pobres que n\u00e3o conseguem cumprir suas obriga\u00e7\u00f5es de reembolso!\u00a0<span style=\"text-decoration: underline;\"><em><a href=\"https:\/\/www.imf.org\/en\/About\/FAQ\/charges-and-surcharge-policy\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Ap\u00f3s um protesto crescente contra essas penalidades, essas taxas foram recentemente reduzidas (n\u00e3o abolidas), diminuindo assim os custos para os devedores em (apenas) 1,2 bilh\u00e3o de d\u00f3lares por ano<\/a><\/em><\/span>.<\/p>\n<p>Christine Lagarde, presidente do Banco Central Europeu (BCE), foi a ex-diretora do FMI. Na primavera passada, ele fez um importante discurso no Conselho de Rela\u00e7\u00f5es Exteriores dos EUA em Nova York. Lagarde falou com nostalgia do per\u00edodo p\u00f3s-1990 ap\u00f3s o colapso da Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica, supostamente anunciando um novo per\u00edodo pr\u00f3spero de dom\u00ednio global pelos EUA e sua \u201calian\u00e7a dos dispostos\u201d. &#8220;No per\u00edodo que se seguiu \u00e0 Guerra Fria, o mundo se beneficiou de um ambiente geopol\u00edtico extraordinariamente favor\u00e1vel. Sob a lideran\u00e7a hegem\u00f4nica dos Estados Unidos, as institui\u00e7\u00f5es internacionais baseadas em regras floresceram e o com\u00e9rcio mundial se expandiu. Isso levou a um aprofundamento das cadeias de valor globais e, \u00e0 medida que a China se juntava \u00e0 economia mundial, a um aumento maci\u00e7o da oferta global de m\u00e3o de obra\u201d.<\/p>\n<p>Estes foram os dias da onda de globaliza\u00e7\u00e3o do com\u00e9rcio crescente e dos fluxos de capital; do dom\u00ednio das institui\u00e7\u00f5es de Bretton Woods, como o FMI e o Banco Mundial, que ditavam os termos do cr\u00e9dito; e, acima de tudo, da expectativa de que a China seria colocada sob o bloco imperialista depois de ter aderido \u00e0 Organiza\u00e7\u00e3o Mundial do Com\u00e9rcio (OMC) em 2001.<\/p>\n<p>Contudo, as coisas n\u00e3o sa\u00edram como esperado.\u00a0<span style=\"text-decoration: underline;\"><em><a href=\"https:\/\/thenextrecession.wordpress.com\/2022\/04\/27\/has-globalisation-ended\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">A onda de globaliza\u00e7\u00e3o chegou a um fim abrupto ap\u00f3s a Grande Recess\u00e3o<\/a><\/em><\/span>\u00a0e a China n\u00e3o alinhou na abertura da sua economia \u00e0s multinacionais do Ocidente. Isso obrigou os EUA a mudar a sua pol\u00edtica em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 China, passando do \u201cempenhamento\u201d para a \u201cconten\u00e7\u00e3o\u201d \u2013\u00a0<span style=\"text-decoration: underline;\"><em><a href=\"https:\/\/thenextrecession.wordpress.com\/2018\/04\/04\/trump-trade-and-the-tech-war\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">e com intensidade crescente nos \u00faltimos anos<\/a><\/em><\/span>. E depois veio a determina\u00e7\u00e3o renovada dos EUA e dos seus sat\u00e9lites europeus em expandir o seu controlo para leste e assim garantir que a R\u00fassia falhe na sua tentativa de exercer controlo sobre os seus pa\u00edses fronteiri\u00e7os e enfraquecer permanentemente a R\u00fassia como for\u00e7a de oposi\u00e7\u00e3o ao bloco imperialista. Isto levou \u00e0 invas\u00e3o russa da Ucr\u00e2nia.<\/p>\n<p>Isto leva-nos \u00e0 ascens\u00e3o do bloco de pa\u00edses BRICS. BRICS \u00e9 o acr\u00f4nimo de Brasil, R\u00fassia, \u00cdndia, China e \u00c1frica do Sul, os membros originais. Agora, em Kazan, realizar-se-\u00e1 a primeira reuni\u00e3o do BRICS-plus com os seus novos membros: Ir\u00e3o, Egito, Eti\u00f3pia, Emirados \u00c1rabes Unidos (e talvez a Ar\u00e1bia Saudita).<\/p>\n<p>H\u00e1 muita conversa otimista entre a esquerda de que a emerg\u00eancia do grupo BRICS ir\u00e1 alterar o equil\u00edbrio das for\u00e7as econ\u00f3micas e pol\u00edticas a n\u00edvel global. \u00c9 verdade que os cinco pa\u00edses BRICS t\u00eam atualmente um PIB\u00a0<span style=\"text-decoration: underline;\"><em><a href=\"https:\/\/theprint.in\/economy\/led-by-china-india-the-5-brics-nations-now-contribute-more-to-world-gdp-than-industrialised-g7\/1490881\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">somado<\/a><\/em><\/span>\u00a0superior ao do G7 em termos de paridade do poder de compra (uma medida do que o PIB pode comprar internamente em bens e servi\u00e7os). E se acrescentarmos os novos membros, o fosso torna-se ainda maior.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-22557\" src=\"https:\/\/aepet.org.br\/wp-content\/uploads\/brics_3.jpg.webp\" alt=\"\" width=\"580\" height=\"351\" \/><\/p>\n<p>Mas h\u00e1 ressalvas. Em primeiro lugar, dentro dos BRICS, \u00e9 a China que fornece a maior parte do PIB dos BRICS (representando 17,6% do PIB mundial), seguida pela \u00cdndia, num distante segundo lugar (7%); enquanto a R\u00fassia (3,1%), o Brasil (2,4%) e a \u00c1frica do Sul (0,6%), em conjunto, representam apenas 6,1% do PIB mundial. N\u00e3o se trata, portanto, de uma partilha equitativa do poder econ\u00f3mico entre os BRICS. E quando medimos o PIB por pessoa, os BRICS n\u00e3o est\u00e3o em lado nenhum. Mesmo utilizando d\u00f3lares internacionais ajustados \u00e0 PPC, o PIB per capita dos Estados Unidos ascende a 80 035 d\u00f3lares, mais do triplo do da China, que ascende a 23 382 d\u00f3lares.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-22556\" src=\"https:\/\/aepet.org.br\/wp-content\/uploads\/brics_4.jpg.webp\" alt=\"\" width=\"541\" height=\"339\" \/><br \/>\nO grupo BRICS+ continuar\u00e1 a ser uma for\u00e7a econ\u00f4mica muito mais pequena e mais fraca do que o bloco imperialista do G7. Al\u00e9m disso, os BRICS s\u00e3o muito diversos em termos de popula\u00e7\u00e3o, PIB per capita, geografia e composi\u00e7\u00e3o comercial. E as elites dirigentes destes pa\u00edses est\u00e3o frequentemente em conflito (China contra \u00cdndia; Brasil contra R\u00fassia, Ir\u00e3o contra Ar\u00e1bia Saudita). Ao contr\u00e1rio do G7, que tem objetivos econ\u00f3micos cada vez mais homog\u00e9neos sob o firme controlo hegem\u00f3nico dos Estados Unidos, o grupo dos BRICS \u00e9 d\u00edspar em termos de riqueza e de rendimentos e n\u00e3o tem objetivos econ\u00f3micos unificados \u2013 exceto, talvez, tentar afastar-se do dom\u00ednio econ\u00f3mico dos Estados Unidos e, em particular, do d\u00f3lar americano.<\/p>\n<p>E mesmo esse objetivo vai ser dif\u00edcil de alcan\u00e7ar.\u00a0<em><span style=\"text-decoration: underline;\"><a href=\"https:\/\/thenextrecession.wordpress.com\/2023\/04\/22\/a-multipolar-world-and-the-dollar\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Como j\u00e1 apontei em artigos anteriores<\/a>,<\/span><\/em> embora se tenha verificado um decl\u00ednio relativo do dom\u00ednio econ\u00f3mico dos EUA a n\u00edvel mundial e do d\u00f3lar, este \u00faltimo continua a ser, de longe, a moeda mais importante para o com\u00e9rcio, o investimento e as reservas nacionais. Cerca de metade de todo o com\u00e9rcio mundial \u00e9 faturado em d\u00f3lares e esta percentagem praticamente n\u00e3o se alterou. O d\u00f3lar esteve envolvido em quase 90% das transa\u00e7\u00f5es cambiais mundiais, o que faz dele a moeda mais transacionada no mercado cambial. Aproximadamente metade de todos os empr\u00e9stimos transfronteiri\u00e7os, t\u00edtulos de d\u00edvida internacionais e faturas comerciais s\u00e3o denominados em d\u00f3lares americanos, enquanto cerca de 40% das mensagens SWIFT e 60% das reservas mundiais de divisas s\u00e3o em d\u00f3lares.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-22555\" src=\"https:\/\/aepet.org.br\/wp-content\/uploads\/brics_5.jpg.webp\" alt=\"\" width=\"704\" height=\"296\" \/><\/p>\n<p>O yuan chin\u00eas continua a registar ganhos graduais e a quota do renminbi no volume de neg\u00f3cios mundial em divisas aumentou de menos de 1% h\u00e1 20 anos para mais de 7% atualmente. Mas a moeda chinesa continua a representar apenas 3% das reservas mundiais de divisas, contra 1% em 2017. E a China n\u00e3o parece ter alterado a quota-parte do d\u00f3lar nas suas reservas nos \u00faltimos dez anos.<\/p>\n<p><span style=\"text-decoration: underline;\"><em><a href=\"https:\/\/mronline.org\/2024\/06\/18\/what-is-the-realistic-strategy-for-de-dollarisation\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">John Ross fez observa\u00e7\u00f5es semelhantes na sua excelente an\u00e1lise da \u201cdesdolariza\u00e7\u00e3o\u201d<\/a>.<\/em><\/span> &#8220;Em suma, os pa\u00edses\/ empresas\/ institui\u00e7\u00f5es que se dedicam \u00e0 desdolariza\u00e7\u00e3o sofrem, ou correm o risco de sofrer, custos e riscos significativos. Em contrapartida, n\u00e3o existem ganhos imediatos equivalentes com o abandono do d\u00f3lar. Por conseguinte, a grande maioria dos pa\u00edses\/empresas\/institui\u00e7\u00f5es n\u00e3o se desdolarizar\u00e3o, a menos que sejam for\u00e7ados a faz\u00ea-lo. O d\u00f3lar, portanto, n\u00e3o pode ser substitu\u00eddo como unidade monet\u00e1ria internacional sem uma mudan\u00e7a total na situa\u00e7\u00e3o internacional global, para a qual ainda n\u00e3o existem as condi\u00e7\u00f5es internacionais objectivas\u201d.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, as institui\u00e7\u00f5es multilaterais que poderiam ser uma alternativa ao atual FMI e Banco Mundial (controlados pelas economias imperialistas) s\u00e3o ainda min\u00fasculas e fracas. Por exemplo, existe o Novo Banco de Desenvolvimento dos BRICS, criado em 2015 em Xangai. O NBD \u00e9 dirigido pela antiga presidente de esquerda do Brasil, Dilma. H\u00e1 muito barulho de que o NDB pode fornecer um p\u00f3lo oposto de cr\u00e9dito para as como institui\u00e7\u00f5es imperialistas do FMI e do Banco Mundial. Mas h\u00e1 um longo caminho a percorrer para conseguir. Um ex-funcion\u00e1rio do South African Reserve Bank (SARB) comentou: \u201ca ideia de que as iniciativas dos BRICS, das quais a mais proeminentes at\u00e9 agora tem sido o NDB, ir\u00e3o suplantar as institui\u00e7\u00f5es financeiras multilaterais dominadas pelo Ocidente \u00e9 uma quimera\u201d.<\/p>\n<p>E como\u00a0<span style=\"text-decoration: underline;\"><em><a href=\"https:\/\/www.counterpunch.org\/2022\/06\/24\/the-g7-prepares-a-divide-and-conquer-trap-as-brics-countries-try-to-reconstitute\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">disse Patrick Bond recentemente:<\/a><\/em><\/span>\u00a0&#8220;O papel dos BRICS nas finan\u00e7as globais \u00e9 vis\u00edvel n\u00e3o s\u00f3 no seu vigoroso apoio financeiro ao Fundo Monet\u00e1rio Internacional durante uma d\u00e9cada de 2010, mas tamb\u00e9m, mais recentemente, na do Novo Banco de Desenvolvimento dos BRICS \u2013 tentar uma alternativa ao Banco Mundial \u2013 de declarar o congelamento da sua carteira russa no in\u00edcio de mar\u00e7o, uma vez que, caso contr\u00e1rio, n\u00e3o teria suspendido a sua nota\u00e7\u00e3o de cr\u00e9dito ocidental de AA+ \u201cE a R\u00fassia det\u00e9m 20% do capital do NDB.<\/p>\n<p>Os BRICS s\u00e3o uma miscel\u00e2nea de na\u00e7\u00f5es com governos que n\u00e3o t\u00eam uma perspectiva internacionalista, certamente n\u00e3o uma perspectiva baseada no internacionalismo da classe trabalhadora, lideradas como muitos s\u00e3o por regimes autocr\u00e1ticos onde os trabalhadores t\u00eam pouca ou nenhuma palavra a dizer ou por governos ainda; fortemente ligados aos interesses do bloco imperialista.<\/p>\n<p>Voltemos a Bretton Woods e \u00e0 profecia de Roosevelt Muitos dos keynesianos modernos decidiram o acordo de Bretton Woods como um dos grandes sucessos da pol\u00edtica keynesiana, para proporcionar o tipo de coopera\u00e7\u00e3o global que uma economia mundial necessita para sair da atual depress\u00e3o. O que \u00e9 necess\u00e1rio \u00e9 que todas as principais economias do mundo se re\u00fanam para elaborar um novo acordo sobre com\u00e9rcio e moeda, com regras que garantam que todos os pa\u00edses trabalhem para o bem global.\u00a0<span style=\"text-decoration: underline;\"><em><a href=\"https:\/\/thenextrecession.wordpress.com\/2016\/04\/23\/keynes-and-bretton-woods-70-years-later\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Dois keynesianos do Partido Democrata dos EUA<\/a>\u00a0<\/em><\/span>consideraram recentemente que \u201cnunca foi t\u00e3o claro um tipo diferente de vis\u00e3o do mundo\u201d. Isto \u00e9 revelado quando se olha para qualquer um dos problemas da nossa \u00e9poca, desde o clima \u00e0 desigualdade e \u00e0 exclus\u00e3o social&#8230; Conceber um novo quadro econ\u00f3mico global requer uma conversa \u00e0 escala global\u201d.<\/p>\n<p>De fato, mas ser\u00e1 isso realmente poss\u00edvel num mundo controlado por um bloco imperialista liderado por um regime cada vez mais protecionista e militarista (com Trump no horizonte) e que pode ser resistido por uma am\u00e1lgama de governos que frequentemente exploram e reprimem o seu pr\u00f3prio gente? Numa situa\u00e7\u00e3o destas, as esperan\u00e7as de uma nova ordem mundial coordenada no dom\u00ednio do dinheiro, do com\u00e9rcio e das administra\u00e7\u00f5es globais est\u00e3o restauradas. Um novo e justo \u201cBretton Woods\u201d n\u00e3o vai acontecer no s\u00e9culo XXI &#8211; pelo contr\u00e1rio.<\/p>\n<p>Voltando a Lagarde: \u201co fator mais importante que influencia a utiliza\u00e7\u00e3o da moeda internacional \u00e9 a \u2018for\u00e7a dos fundamentos\u2019. Por outras palavras, por um lado,<em><span style=\"text-decoration: underline;\">\u00a0<a href=\"https:\/\/www.worldbank.org\/en\/research\/publication\/long-term-growth-prospects\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">a tend\u00eancia de enfraquecimento das economias do bloco imperialista, que enfrenta um crescimento muito lento e quebras durante o resto de sua d\u00e9cada<\/a><\/span><\/em>; e, por outro, uma expans\u00e3o cont\u00ednua da China e mesmo da \u00cdndia. Isto significa que o forte dom\u00ednio militar e financeiro dos EUA e dos seus aliados assenta sobre as pernas de galinha de uma produtividade, investimento e rentabilidade relativamente fracos. Esta \u00e9 uma receita para a fragmenta\u00e7\u00e3o e o conflito global.<\/p>\n<p>*Michael Roberts, \u00e9 economista. Coeditor, entre outros livros, de &#8220;The Great Recession: a Marxist View&#8221;, &#8220;The Long Depression&#8221; e &#8220;Marx 200: a Review of Marx&#8217;s Economics 200 years after his Birth&#8221;. Autor do blog &#8220;The Next Recession&#8221;<\/p>\n<p>O texto original encontra-se em: <span style=\"text-decoration: underline;\"><em><a href=\"https:\/\/thenextrecession.wordpress.com\/2024\/10\/20\/imf-and-brics-no-return-to-bretton-woods\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">thenextrecession.wordpress.com\/2024\/10\/20\/imf-and-brics-no-return-to-bretton-woods\/<\/a><\/em><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Michael Roberts* Dom\u00ednio militar e financeiro dos EUA e aliados se apoia nas pernas de galinha de uma produtividade, investimento e rentabilidade fracos. 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