{"id":46286,"date":"2025-04-01T10:23:45","date_gmt":"2025-04-01T13:23:45","guid":{"rendered":"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/?p=46286"},"modified":"2025-04-01T10:23:45","modified_gmt":"2025-04-01T13:23:45","slug":"ditadura-militar-nunca-mais-lembrar-para-nao-repetir","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/ditadura-militar-nunca-mais-lembrar-para-nao-repetir\/","title":{"rendered":"Ditadura militar nunca mais: lembrar para n\u00e3o repetir"},"content":{"rendered":"<!--[if lt IE 9]><script>document.createElement('audio');<\/script><![endif]-->\n<audio class=\"wp-audio-shortcode\" id=\"audio-46286-1\" preload=\"none\" style=\"width: 100%;\" controls=\"controls\"><source type=\"audio\/mpeg\" src=\"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Ditadura-militar-nunca-mais-lembrar-para-nao-repetir.mp3?_=1\" \/><source type=\"audio\/ogg\" src=\"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Ditadura-militar-nunca-mais-lembrar-para-nao-repetir.ogg?_=1\" \/><a href=\"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Ditadura-militar-nunca-mais-lembrar-para-nao-repetir.mp3\">https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/Ditadura-militar-nunca-mais-lembrar-para-nao-repetir.mp3<\/a><\/audio>\n<p>Em 1964, o Brasil vivia um per\u00edodo de ascens\u00e3o da classe trabalhadora. O governo do presidente Jo\u00e3o Goulart, alinhado \u00e0s demandas populares, preparava as &#8220;Reformas de Base&#8221;, que trariam mudan\u00e7as significativas na economia, educa\u00e7\u00e3o, sa\u00fade e direitos trabalhistas.<\/p>\n<p>Para mobilizar a popula\u00e7\u00e3o em defesa das reformas, Jo\u00e3o Goulart realizou, em 13 de mar\u00e7o de 1964, o Com\u00edcio das Reformas no Rio de Janeiro, reunindo cerca de 200 mil pessoas. Entre as propostas anunciadas estavam o tabelamento de alugu\u00e9is, a nacionaliza\u00e7\u00e3o de refinarias privadas e a desapropria\u00e7\u00e3o de terras pr\u00f3ximas a a\u00e7udes, rodovias e ferrovias para fins de reforma agr\u00e1ria. Em resposta, as for\u00e7as conservadoras organizaram, no dia 19 de mar\u00e7o, a &#8220;Marcha da Fam\u00edlia com Deus pela Liberdade&#8221; em S\u00e3o Paulo, reunindo aproximadamente 500 mil pessoas e sinalizando o apoio civil ao golpe que se concretizaria em 1\u00ba de abril.<\/p>\n<p>Com a deposi\u00e7\u00e3o de Goulart, instaurou-se um regime de repress\u00e3o violenta. A elite conservadora, composta por empres\u00e1rios, setores da imprensa, do judici\u00e1rio, da igreja e das For\u00e7as Armadas, com apoio do governo dos Estados Unidos, articulou o golpe sob a justificativa de combater uma suposta amea\u00e7a comunista. Assim, teve in\u00edcio a ditadura militar.<\/p>\n<p>No dia 2 de abril, Ranieri Mazzilli assumiu interinamente a presid\u00eancia, mas o controle real estava nas m\u00e3os dos militares. Nos dias seguintes, uma onda de persegui\u00e7\u00f5es, pris\u00f5es e cassa\u00e7\u00f5es tomou conta do pa\u00eds. Em 9 de abril, foi decretado o Ato Institucional n\u00ba 1 (AI-1), que permitiu a cassa\u00e7\u00e3o de mandatos, a suspens\u00e3o de direitos pol\u00edticos e a puni\u00e7\u00e3o de servidores p\u00fablicos. No dia 11, o Congresso Nacional, em uma elei\u00e7\u00e3o de candidato \u00fanico, escolheu o Marechal Castelo Branco como presidente. O regime ditatorial duraria 21 anos.<\/p>\n<p>A repress\u00e3o se intensificou contra trabalhadores, estudantes, pol\u00edticos de esquerda e qualquer pessoa que ousasse desafiar o regime. Foram promovidas interven\u00e7\u00f5es em sindicatos e universidades, cassa\u00e7\u00f5es de mandatos e destitui\u00e7\u00f5es de governadores e prefeitos eleitos. Milhares de brasileiros foram presos, torturados e assassinados pelos militares.<\/p>\n<h2><strong>O Golpe e a repress\u00e3o na Petrobr\u00e1s na Bahia<\/strong><\/h2>\n<p>Na Bahia, os sindicatos dos petroleiros, Sindipetro e Stiep, foram invadidos pela pol\u00edcia. Suas diretorias foram cassadas, muitos dirigentes presos e demitidos da Petrobr\u00e1s. Trabalhadores foram brutalmente agredidos dentro das sedes sindicais.<\/p>\n<p>Na Refinaria Landulpho Alves (RLAM), em Mataripe, o Ex\u00e9rcito instalou uma base militar com celas para pris\u00e3o. Oper\u00e1rios foram detidos no pr\u00f3prio local de trabalho, torturados e demitidos. Entre os casos mais brutais, est\u00e1 o de Vivaldo, que teve as unhas arrancadas e os test\u00edculos esmagados com palmat\u00f3rias. Outro trabalhador foi preso apenas por se chamar Osvaldo, nome do fundador do Sindipetro.<\/p>\n<p>A ditadura militar deixou marcas profundas na Petrobr\u00e1s, onde a persegui\u00e7\u00e3o pol\u00edtica se tornou sistem\u00e1tica. Durante a \u201cOpera\u00e7\u00e3o Limpeza\u201d de 1964, a Comiss\u00e3o Geral de Investiga\u00e7\u00e3o (CGI) da empresa investigou cerca de 3 mil petroleiros. Pelo menos 1.500 Inqu\u00e9ritos Policiais Militares (IPMs) foram instaurados e mais de 500 trabalhadores foram demitidos arbitrariamente.<\/p>\n<h2><strong>A Petrobr\u00e1s e o terrorismo de Estado<\/strong><\/h2>\n<p>Documentos e depoimentos revelam que a Petrobr\u00e1s colaborou ativamente com a repress\u00e3o, tornando-se um instrumento de vigil\u00e2ncia e puni\u00e7\u00e3o de seus pr\u00f3prios trabalhadores. Suas instala\u00e7\u00f5es foram usadas como centros de deten\u00e7\u00e3o e tortura. Al\u00e9m disso, a empresa encobriu acidentes de trabalho e participou de graves viola\u00e7\u00f5es ambientais, como o inc\u00eandio na Vila Soc\u00f3 (Cubat\u00e3o\/SP) em 1984 e impactos em territ\u00f3rios ind\u00edgenas no Vale do Javari (AM).<\/p>\n<p>O livro \u201cPetrobr\u00e1s e Petroleiros na Ditadura: Trabalho, Repress\u00e3o e Resist\u00eancia\u201d, resultado de uma pesquisa interdisciplinar iniciada em 2021, detalha o envolvimento da estatal na repress\u00e3o. Al\u00e9m de documentar as viola\u00e7\u00f5es, o estudo prop\u00f5e medidas de repara\u00e7\u00e3o \u00e0s v\u00edtimas e seus familiares. Um relat\u00f3rio foi enviado ao Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal e ao Minist\u00e9rio P\u00fablico do Trabalho para responsabilizar a empresa e garantir essa repara\u00e7\u00e3o pol\u00edtica e financeira aos perseguidos.<\/p>\n<h2><strong>Compromisso com a democracia<\/strong><\/h2>\n<p>A mem\u00f3ria dos crimes da ditadura deve servir de alerta para as amea\u00e7as que ainda rondam a democracia brasileira.<\/p>\n<p>A anistia concedida durante a ditadura militar, sob o pretexto de perdoar presos e exilados que resistiram como podiam aos crimes cometidos pelos ditadores, serviu tamb\u00e9m para isentar de puni\u00e7\u00e3o aqueles que cometeram crimes de lesa-humanidade. Esse erro hist\u00f3rico colocou no mesmo patamar torturados e torturadores, promovendo uma falsa equival\u00eancia entre v\u00edtimas e algozes.<\/p>\n<p>No entanto, a hist\u00f3ria n\u00e3o esquece. Menos de 40 anos ap\u00f3s a redemocratiza\u00e7\u00e3o, o ex-presidente Jair Bolsonaro, inepto e politicamente med\u00edocre, desprovido de compromisso com a democracia, tentou novamente solapar a jovem democracia brasileira em uma tentativa de golpe de Estado.<\/p>\n<p>Ainda que frustrada, essa investida autorit\u00e1ria gerou consequ\u00eancias graves para o sistema democr\u00e1tico, que segue em constru\u00e7\u00e3o. Uma verdadeira democracia \u00e9 incompat\u00edvel com desigualdades sociais profundas, viol\u00eancias institucionais e a fragilidade dos mecanismos de controle p\u00fablico sobre a atividade pol\u00edtica.<\/p>\n<p>Passados 61 anos do golpe militar e mais de quatro d\u00e9cadas de redemocratiza\u00e7\u00e3o, o clamor \u00e9 claro: sem anistia para quem atentou contra a democracia!<\/p>\n<p>Executores, organizadores e financiadores da trama golpista e a invas\u00e3o e depreda\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio p\u00fablico, nas sedes dos Tr\u00eas Poderes, em Bras\u00edlia,\u00a0no dia 8 de janeiro de 2023 precisam ser punidos. Nenhum envolvido pode escapar da justi\u00e7a. Cada integrante dessa engrenagem criminosa deve responder na medida de sua participa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Defender a democracia significa garantir que epis\u00f3dios de repress\u00e3o, censura e persegui\u00e7\u00e3o pol\u00edtica nunca mais se repitam. O povo brasileiro deve permanecer vigilante, mobilizado e comprometido com a liberdade, a justi\u00e7a e a soberania nacional.<\/p>\n<p><em><strong>Sem anistia! Justi\u00e7a para a democracia.<\/strong><\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em 1964, o Brasil vivia um per\u00edodo de ascens\u00e3o da classe trabalhadora. O governo do presidente Jo\u00e3o Goulart, alinhado \u00e0s demandas populares, preparava as &#8220;Reformas de Base&#8221;, que trariam mudan\u00e7as significativas na economia, educa\u00e7\u00e3o, sa\u00fade e direitos trabalhistas. 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