{"id":46414,"date":"2025-05-06T14:07:02","date_gmt":"2025-05-06T17:07:02","guid":{"rendered":"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/?p=46414"},"modified":"2025-05-06T14:07:02","modified_gmt":"2025-05-06T17:07:02","slug":"o-fim-dos-estados-unidos-como-potencia-hegemonica-mundial-e-suas-consequencias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/o-fim-dos-estados-unidos-como-potencia-hegemonica-mundial-e-suas-consequencias\/","title":{"rendered":"O fim dos Estados Unidos como pot\u00eancia hegem\u00f4nica mundial e suas consequ\u00eancias"},"content":{"rendered":"<!--[if lt IE 9]><script>document.createElement('audio');<\/script><![endif]-->\n<audio class=\"wp-audio-shortcode\" id=\"audio-46414-1\" preload=\"none\" style=\"width: 100%;\" controls=\"controls\"><source type=\"audio\/mpeg\" src=\"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/O-fim-dos-Estados-Unidos-como-potencia-hegemonica-mundial-e-suas-consequencias.mp3?_=1\" \/><source type=\"audio\/ogg\" src=\"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/O-fim-dos-Estados-Unidos-como-potencia-hegemonica-mundial-e-suas-consequencias.ogg?_=1\" \/><a href=\"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/O-fim-dos-Estados-Unidos-como-potencia-hegemonica-mundial-e-suas-consequencias.mp3\">https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/O-fim-dos-Estados-Unidos-como-potencia-hegemonica-mundial-e-suas-consequencias.mp3<\/a><\/audio>\n<p><em>Por Fernando Alcoforado*<\/em><\/p>\n<p>Este \u00e9 o resumo do artigo de 11 p\u00e1ginas que tem por objetivo apresentar como ocorrer\u00e1 o fim dos Estados Unidos como pot\u00eancia hegem\u00f4nica mundial e suas consequ\u00eancias. Estudo do Institute for Policy Studies (Instituto de Estudos de Pol\u00edtica) demonstra que o governo dos Estados Unidos gasta 62% do or\u00e7amento com guerras ou a\u00e7\u00f5es militarizadas em detrimento do investimento produtivo. Pesquisadores do Institute for Policy Studies elaboraram o dossi\u00ea \u201cThe Warfare State\u201d (O Estado de guerra) que mostra como o financiamento do militarismo compromete o bem-estar da popula\u00e7\u00e3o norte-americana. Nesta pesquisa, constata-se a gritante despropor\u00e7\u00e3o das despesas de guerra dos Estados Unidos no or\u00e7amento de 2023 que destinou US$ 1,14 trilh\u00e3o a gastos militares em um or\u00e7amento governamental de US$ 1,8 trilh\u00e3o, ou seja, 62% do total. A economia dos Estados Unidos \u00e9, portanto, uma economia de guerra que \u00e9 sin\u00f4nimo da economia da morte. Os 62% de gastos militares do or\u00e7amento dos Estados Unidos tem como principal benefici\u00e1rio sua ind\u00fastria b\u00e9lica que patrocina as guerras atuais como promoveu outras guerras no passado para ganhar dinheiro. Dos 10 maiores fabricantes de armas do mundo, seis s\u00e3o norte-americanas, sendo cinco delas l\u00edderes da ind\u00fastria b\u00e9lica mundial. Os Estados Unidos foi o pa\u00eds que apresentou o maior gasto militar do mundo (39% do total) em 2021.<\/p>\n<p>Com 102 guerras em seu &#8220;curr\u00edculo&#8221; belicoso, os Estados Unidos s\u00e3o, provavelmente, um dos pa\u00edses mais envolvidos em a\u00e7\u00f5es militares do mundo que come\u00e7ou com a anexa\u00e7\u00e3o das terras do M\u00e9xico a seu territ\u00f3rio. N\u00e3o \u00e9 coincid\u00eancia que os Estados Unidos sejam um dos pa\u00edses mais beneficiados economicamente com os confrontos armados, j\u00e1 que os maiores fabricantes exportadores de armas do mundo s\u00e3o norte-americanos. Para al\u00e9m da venda de muni\u00e7\u00e3o e armas, os Estados Unidos monetizam, tamb\u00e9m, com contratos de seguran\u00e7a e treinamento militar, o que faz com que muitos membros do Congresso estadunidense entendam as guerras como uma m\u00e1quina de gerar emprego internamente e fazer dinheiro. A paz mundial, para os Estados Unidos, poderia lhe custar muito caro. No s\u00e9culo XXI, a prepara\u00e7\u00e3o para a guerra tornou-se mais central para os Estados Unidos do que jamais fora antes. No s\u00e9culo XXI, os Estados Unidos estiveram envolvidos em v\u00e1rios conflitos militares e opera\u00e7\u00f5es militares, incluindo o Afeganist\u00e3o, o Iraque, a S\u00edria e a Som\u00e1lia, entre outros. Fica evidente que, enquanto houver ind\u00fastria b\u00e9lica no mundo, as guerras continuar\u00e3o a proliferar em todo o planeta. A paz no mundo s\u00f3 acontecer\u00e1 quando houver a cessa\u00e7\u00e3o da fabrica\u00e7\u00e3o de armas no mundo com o fim da ind\u00fastria b\u00e9lica e o desarmamento de todos os pa\u00edses.<\/p>\n<p>Desde a 2\u00aa Guerra Mundial, os gastos militares se multiplicaram nos Estados Unidos e, impulsionados pela Guerra Fria e depois pelo 11 de setembro, nunca deixaram de crescer. A guerra tem sido utilizada, tamb\u00e9m, pelo governo dos Estados Unidos desde a 2\u00aa Guerra Mundial como um esfor\u00e7o permanente para evitar a deteriora\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas ou crises monet\u00e1rias do pa\u00eds, com o governo promovendo a expans\u00e3o de servi\u00e7os e empregos nas for\u00e7as armadas e a expans\u00e3o da ind\u00fastria b\u00e9lica que \u00e9 a maior do mundo. Com quase 40% dos gastos militares em todo o mundo, os Estados Unidos ultrapassam o que os demais pa\u00edses juntos gastam nessa rubrica. A guerra permanente dos Estados Unidos sustentada pelo complexo industrial-militar canibalizou o pa\u00eds criando um p\u00e2ntano social, pol\u00edtico e econ\u00f4mico. A economia de guerra permanente, implantada desde o fim da 2\u00aa Guerra Mundial, contribuiu para o desperd\u00edcio de trilh\u00f5es de d\u00f3lares do dinheiro dos contribuintes americanos. Os gastos com o complexo industrial-militar contribu\u00edram para elevar a d\u00edvida dos Estados Unidos a US$ 36 trilh\u00f5es atualmente, US$ 7 trilh\u00f5es a mais que o PIB do pa\u00eds de US$ 29 trilh\u00f5es. Os Estados Unidos pagam um alto custo social, pol\u00edtico e econ\u00f4mico por seu belicismo.<\/p>\n<p>A China ultrapassar\u00e1 os Estados Unidos nos planos econ\u00f4mico, tecnol\u00f3gico e militar n\u00e3o apenas por suas virtudes, mas sobretudo pela decad\u00eancia dos Estados Unidos. A guerra comercial que o governo Trump dos Estados Unidos est\u00e1 desencadeando contra a China e o sistema econ\u00f4mico mundial globalizado poder\u00e1 devastar as economias chinesa, norte-americana e global, destruindo o livre com\u00e9rcio entre pa\u00edses como ocorreu na 1\u00aa Guerra Mundial e destruindo, tamb\u00e9m, o processo de globaliza\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica e financeira. A segunda consequ\u00eancia da guerra comercial \u00e9 a de que o d\u00f3lar americano deixe de ser a moeda de reserva mundial, precipitando o colapso econ\u00f4mico dos Estados Unidos. Isso for\u00e7ar\u00e1 a contra\u00e7\u00e3o imediata do imperialismo norte-americano que ser\u00e1 obrigado a fechar a maioria de suas quase 800 bases militares em pelo menos 80 pa\u00edses no exterior. A terceira e pior consequ\u00eancia \u00e9 a de que a guerra comercial contra a China e, tamb\u00e9m contra a R\u00fassia, aliada da China, poder\u00e1 desencadear a 3\u00aa Guerra Mundial que se constituiria no Armagedom, isto \u00e9, na guerra final, com a possibilidade de que os contendores aliados e oponentes dos Estados Unidos usem suas armas nucleares.<\/p>\n<p>Como consequ\u00eancia da guerra comercial desencadeada pelo governo Trump, o d\u00f3lar americano poder\u00e1 deixar de ser a moeda de reserva mundial que resultar\u00e1 da falta de confian\u00e7a provocada pela aus\u00eancia de lastro da moeda, pelo decl\u00ednio da economia norte-americana, pela possibilidade da explos\u00e3o da bolha da d\u00edvida p\u00fablica dos Estados Unidos e, tamb\u00e9m, pelo uso pol\u00edtico do d\u00f3lar como arma para impor a vontade pol\u00edtica do governo norte-americano visando a manuten\u00e7\u00e3o da hegemonia dos Estados Unidos no plano mundial. O processo de desdolariza\u00e7\u00e3o global segue avan\u00e7ando, com os Bancos Centrais de v\u00e1rios pa\u00edses desfazendo-se do d\u00f3lar e adquirindo ouro. Al\u00e9m disso, v\u00e1rios pa\u00edses t\u00eam evitado o d\u00f3lar para fugir do alcance da jurisdi\u00e7\u00e3o americana. Pa\u00edses muito poderosos est\u00e3o evitando o uso do d\u00f3lar como a China, a R\u00fassia e os da Uni\u00e3o Europeia que s\u00e3o alguns dos principais respons\u00e1veis pelo processo de desdolariza\u00e7\u00e3o. A compra de ouro pelos Bancos Centrais de v\u00e1rios pa\u00edses est\u00e1 ocorrendo especialmente naqueles que preveem tens\u00f5es geopol\u00edticas com os Estados Unidos. Eles est\u00e3o se refugiando no ouro como principal reserva de valor. A China vem vendendo t\u00edtulos do governo dos Estados Unidos para adquirir ouro. At\u00e9 mesmo pessoas f\u00edsicas, em geral muito ricas, tamb\u00e9m est\u00e3o sendo aconselhadas pelo Goldman Sachs e est\u00e3o comprando ouro. Al\u00e9m de haver aumento da demanda de ouro para substituir o d\u00f3lar como reserva internacional, h\u00e1 a tend\u00eancia de substituir o d\u00f3lar por moedas mundiais capazes de substitu\u00ed-lo como, por exemplo, o Euro e o Yuan chin\u00eas. A situa\u00e7\u00e3o atual do d\u00f3lar \u00e9 insustent\u00e1vel.<\/p>\n<p>As reservas internacionais em d\u00f3lares v\u00eam declinando de 2014 at\u00e9 o momento atual. Em 2014, as reservas em d\u00f3lar correspondiam a 66% do total das reservas internacionais, em 2018, 61,7% e, em 2025, caiu ainda mais para 57,8%, que \u00e9 o n\u00edvel m\u00ednimo nos \u00faltimos 20 anos, demonstrando a falta de confian\u00e7a no d\u00f3lar. Esta perda de confian\u00e7a resulta do fato de a atual crise econ\u00f4mica mundial mostrar que um sistema monet\u00e1rio como o norte-americano baseado em papel-moeda, emitido livremente e sem lastro pelo governo dos Estados Unidos, \u00e9 algo inerentemente inst\u00e1vel cujas inevit\u00e1veis consequ\u00eancias desse processo s\u00e3o o crescimento econ\u00f4mico artificial, a euforia e os maus investimentos que tal crescimento gera, e, finalmente, as depress\u00f5es econ\u00f4micas. A tend\u00eancia \u00e9 a d\u00edvida p\u00fablica dos Estados Unidos crescer ainda mais com o aumento dos gastos militares. Especialistas especulam que, caso esta situa\u00e7\u00e3o se agrave, o pa\u00eds enfrentar\u00e1 uma crise em grande escala compar\u00e1vel \u00e0 Grande Depress\u00e3o dos anos 1930. Caso a economia global n\u00e3o seja capaz de digerir a gigantesca d\u00edvida dos Estados Unidos financiando-a, a crise subsequente levar\u00e1 o mundo \u00e0 depress\u00e3o econ\u00f4mica, \u00e0 pobreza extrema em massa, instabilidade geopol\u00edtica, agita\u00e7\u00e3o pol\u00edtica e guerras.\u00a0 O mundo caminha para uma crise mais grave do que a grande recess\u00e3o de 2008 com magnitude semelhante ou pior do que a depress\u00e3o de 1929. \u00c9 importante destacar que a depress\u00e3o da economia mundial eclodida em 1929 nos Estados Unidos s\u00f3 foi superada gra\u00e7as \u00e0 2\u00aa Guerra Mundial que demandou vultosos investimentos na ind\u00fastria b\u00e9lica. A 3\u00aa Guerra Mundial com investimentos na ind\u00fastria b\u00e9lica seria a solu\u00e7\u00e3o para superar a depress\u00e3o econ\u00f4mica que deve resultar da crise atual?<\/p>\n<p>A emerg\u00eancia da China como uma superpot\u00eancia \u00e9 inevit\u00e1vel e conflitos de interesses com os Estados Unidos ser\u00e3o incontorn\u00e1veis. Uma confronta\u00e7\u00e3o militar entre os Estados Unidos e a China est\u00e1 em processo de prepara\u00e7\u00e3o pelos Estados Unidos com a constitui\u00e7\u00e3o do QUAD (Di\u00e1logo de Seguran\u00e7a Quadrilateral formado pelos Estados Unidos, Austr\u00e1lia, Jap\u00e3o e \u00cdndia) e da AUKUS (alian\u00e7a militar tripartite formada pela Austr\u00e1lia, Reino Unido e Estados Unidos), enquanto a China adota medidas visando seu fortalecimento militar com o aumento constante dos seus gastos militares.\u00a0 O mundo est\u00e1 se aproximando de um conflito militar catastr\u00f3fico no Pac\u00edfico entre a China e os Estados Unidos e seus aliados com a possibilidade de eclos\u00e3o da 3\u00aa Guerra Mundial. Para evitar a eclos\u00e3o da 3\u00aa Guerra Mundial, os governantes e povos do mundo inteiro amantes da paz mundial deviam se mobilizar para, de in\u00edcio, constituir um poderoso movimento mundial em defesa da paz mundial atrav\u00e9s de um F\u00f3rum Mundial pela Paz e pelo Progresso da Humanidade a ser constitu\u00eddo por organiza\u00e7\u00f5es da Sociedade Civil e governos de todos os pa\u00edses do mundo amantes da paz mundial. Neste F\u00f3rum deveriam ser debatidos e estabelecidos os objetivos e estrat\u00e9gias de constitui\u00e7\u00e3o de um governo mundial para tornar realidade um mundo de paz e de progresso para toda a humanidade. Este seria o caminho que tornaria poss\u00edvel transformar a utopia do governo mundial em realidade. Sem a constitui\u00e7\u00e3o de um governo mundial democr\u00e1tico, o cen\u00e1rio que se descortina para o futuro da humanidade ser\u00e1 o de desordem econ\u00f4mica, pol\u00edtica e social, da guerra de todos contra todos, e de extin\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie humana com o uso de armas nucleares pelos pa\u00edses contendores pelo poder mundial.<\/p>\n<p><strong>Assista o v\u00eddeo:<\/strong><\/p>\n<div class=\"video-wrapper\"><iframe src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/R2bUSOaCscs?wmode=transparent\" width=\"560\" height=\"315\" style=\"border: none !important\"><\/iframe><\/div>\n<p><em>*Fernando Alcoforado \u00e9 associado da AEPET-BA. Ele \u00e9 engenheiro pela UFBA e doutor em Planejamento Territorial pela Universidade de Barcelona. Condecorado pelo CONFEA\/CREA, \u00e9 membro da SBPC, do IPB e da Academia Baiana de Educa\u00e7\u00e3o. <\/em><em>Professor universit\u00e1rio e consultor em planejamento estrat\u00e9gico, atuou em cargos de destaque na LIGHT, CEPED e no governo da Bahia. Autor de in\u00fameras obras sobre globaliza\u00e7\u00e3o, desenvolvimento e sustentabilidade, contribui amplamente para o debate acad\u00eamico e social.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Fernando Alcoforado* Este \u00e9 o resumo do artigo de 11 p\u00e1ginas que tem por objetivo apresentar como ocorrer\u00e1 o fim dos Estados Unidos como pot\u00eancia hegem\u00f4nica mundial e suas consequ\u00eancias. 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