{"id":46487,"date":"2025-05-22T12:49:56","date_gmt":"2025-05-22T15:49:56","guid":{"rendered":"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/?p=46487"},"modified":"2025-05-22T12:49:56","modified_gmt":"2025-05-22T15:49:56","slug":"a-producao-de-petroleo-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/a-producao-de-petroleo-no-brasil\/","title":{"rendered":"A produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo no Brasil"},"content":{"rendered":"<!--[if lt IE 9]><script>document.createElement('audio');<\/script><![endif]-->\n<audio class=\"wp-audio-shortcode\" id=\"audio-46487-1\" preload=\"none\" style=\"width: 100%;\" controls=\"controls\"><source type=\"audio\/mpeg\" src=\"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/A-producao-de-petroleo-no-Brasil.mp3?_=1\" \/><source type=\"audio\/ogg\" src=\"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/A-producao-de-petroleo-no-Brasil.ogg?_=1\" \/><a href=\"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/A-producao-de-petroleo-no-Brasil.mp3\">https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/A-producao-de-petroleo-no-Brasil.mp3<\/a><\/audio>\n<p><em>Por Jean Marc Von Der Wied*<\/em><\/p>\n<blockquote><p><em>O duplo desafio do petr\u00f3leo: enquanto o mundo enfrenta escassez de oferta e press\u00e3o por energias limpas, o Brasil investe pesado no pr\u00e9-sal<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>Sila e Caribdes eram dois monstros mitol\u00f3gicos no tempo da Gr\u00e9cia antiga. Viviam no estreito que separa a Sic\u00edlia e a pen\u00ednsula italiana e amea\u00e7avam os navegadores com ventos e correntes marinhas violentos, levando-os a se chocarem com os rochedos de um lado ou outro da passagem. O mito foi esquecido por muitos, mas a express\u00e3o ficou na linguagem de muitos pa\u00edses para designar situa\u00e7\u00f5es de dupla amea\u00e7a. Fugir de Sila significa poder ser atingido por Caribdes e vice-versa.<\/p>\n<p>Traduzindo para a realidade da produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo, Sila \u00e9 a tend\u00eancia mundial de produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo e Caribdes \u00e9 a tend\u00eancia mundial do consumo de petr\u00f3leo.<\/p>\n<p>Esta dupla amea\u00e7a implica em uma radical modifica\u00e7\u00e3o do contexto da ind\u00fastria petroleira no mundo. At\u00e9 os \u00faltimos anos, a amea\u00e7a era a diminui\u00e7\u00e3o da oferta de petr\u00f3leo, mas surge com for\u00e7a entre os especialistas do setor a amea\u00e7a de um \u201cpico de demanda\u201d.<\/p>\n<p>O debate sobre o \u201cpico\u201d da produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo, conhecido internacionalmente por \u201cpick oil\u201d come\u00e7ou nos anos 1950 com a previs\u00e3o do ge\u00f3logo americano King Hubert, indicando que a produ\u00e7\u00e3o americana, ent\u00e3o uma das maiores do mundo, chegaria a um m\u00e1ximo no ano de 1970 quando iniciaria um descenso cont\u00ednuo.<\/p>\n<p>Explicando para os n\u00e3o especialistas: todo po\u00e7o de petr\u00f3leo tem uma vida bem definida cuja dura\u00e7\u00e3o depende do tamanho das reservas do po\u00e7o explorado, da velocidade da extra\u00e7\u00e3o, da tecnologia utilizada e da rela\u00e7\u00e3o entre os custos operacionais e os pre\u00e7os do produto no mercado. Depois de um tempo, ao ser alcan\u00e7ada a explora\u00e7\u00e3o da metade da reserva \u00fatil (o que pode ser extra\u00eddo com lucro), a produ\u00e7\u00e3o come\u00e7a a cair at\u00e9 se tornar economicamente invi\u00e1vel. Usa-se no setor as express\u00f5es de po\u00e7os maduros e de po\u00e7os em senesc\u00eancia.<\/p>\n<p>Estendendo o conceito para o conjunto dos po\u00e7os de um pa\u00eds, no caso citado os Estados Unidos, King Hubert avaliou a evolu\u00e7\u00e3o dos po\u00e7os em produ\u00e7\u00e3o e a evolu\u00e7\u00e3o das descobertas de novos po\u00e7os e de seu potencial para mostrar que haveria uma tend\u00eancia de queda cont\u00ednua de oferta a partir de um \u201cpico\u201d em 1970.<\/p>\n<p>Chegar a um pico n\u00e3o significava uma interrup\u00e7\u00e3o brusca do fornecimento, mas uma queda paulatina inevit\u00e1vel. O pico de Hubert ocorreu precisamente no ano indicado. No entanto, a explos\u00e3o dos pre\u00e7os do petr\u00f3leo em 1973 e a cria\u00e7\u00e3o da OPEP (Organiza\u00e7\u00e3o dos Pa\u00edses Produtores de Petr\u00f3leo) permitiu que a ind\u00fastria americana de petr\u00f3leo pudesse esticar a explora\u00e7\u00e3o dos po\u00e7os maduros e em senesc\u00eancia por mais tempo, j\u00e1 que os custos maiores nesta opera\u00e7\u00e3o de \u201craspar o fundo do tacho\u201d ficaram, por algum tempo, abaixo dos pre\u00e7os de mercado.<\/p>\n<p>King Hubert fez o mesmo c\u00e1lculo para o resto do mundo e previu um pico mundial de produ\u00e7\u00e3o o ano 2000. Este pico n\u00e3o ocorreu e a produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo continuou em ascens\u00e3o depois daquela data, levando muita gente a crer que a amea\u00e7a de um pico mundial era incorreta. No entanto, os estudos de in\u00fameros especialistas compartilhando a an\u00e1lise de King Hubert indicavam que os dados usados por ele eram menos precisos do que os dispon\u00edveis para a ind\u00fastria americana e que o pico ocorreria em algum momento no horizonte de d\u00e9cadas, no m\u00e1ximo.<\/p>\n<p>O tempo mostrou que a hip\u00f3tese de King Hubert era v\u00e1lida e o pico ocorreu muito mais cedo do que se esperava. A produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo dito convencional (objeto dos c\u00e1lculos do ge\u00f3logo) alcan\u00e7ou um pico em 2006, levando os pre\u00e7os para um patamar inimagin\u00e1vel de 149,00 d\u00f3lares por barril, gerando uma profunda e ampla crise econ\u00f4mica. Entretanto, a oferta de petr\u00f3leo continuou subindo depois de ficar em um patamar limite por alguns anos. A previs\u00e3o falhou?<\/p>\n<p>O que ocorreu foi uma radical mudan\u00e7a na oferta de petr\u00f3leo no mundo. At\u00e9 as crises de 1973 e 1979 o petr\u00f3leo produzido era o chamado \u201cconvencional\u201d, um \u00f3leo leve conhecido como tipo Brent, com menores custos de extra\u00e7\u00e3o e de refino e maior qualidade.<\/p>\n<p>Os pre\u00e7os mais elevados, que passaram de cinco d\u00f3lares por barril para flutuar entre um m\u00ednimo de trinta e um m\u00e1ximo de cento e cinquenta entre 1973 e 2006, com uma m\u00e9dia de sessenta, permitiram que come\u00e7assem a ser exploradas de forma mais intensa outras possibilidades.<\/p>\n<p>Primeiro o petr\u00f3leo convencional encontrado em alto mar e, mais tarde (contribui\u00e7\u00e3o brasileira), o encontrado em \u00e1guas ultraprofundas e sob camadas de sal do fundo do mar, o pr\u00e9-sal. Por outro lado, muitas empresas se voltaram para a explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo de xisto (Estados Unidos) e das areias betuminosas (Canad\u00e1). Estas possibilidades eram bem conhecidas, mas s\u00f3 se tornaram vi\u00e1veis com os pre\u00e7os mais elevados que dominaram o mercado de petr\u00f3leo na segunda metade da primeira d\u00e9cada deste s\u00e9culo.<\/p>\n<p>A oferta de petr\u00f3leo, a partir da secunda d\u00e9cada deste s\u00e9culo, passou a ser garantida pelo \u00f3leo dito pesado, sendo que a produ\u00e7\u00e3o americana garantiu, sozinha, a cobertura entre a demanda sempre crescente, o estancamento da produ\u00e7\u00e3o convencional de petr\u00f3leo leve e o constante fiasco na busca de novos po\u00e7os.<\/p>\n<p>Isto ocorreu com um enorme subs\u00eddio do governo americano, combinado com um aumento em 54% da efici\u00eancia da extra\u00e7\u00e3o do \u00f3leo de xisto com novas tecnologias. Registre-se que nada disso se garante sem um pre\u00e7o superior a 60,00 USD\/barril, tanto para a extra\u00e7\u00e3o do convencional em \u00e1guas profundas como os \u00f3leos pesados ou o de xisto.<\/p>\n<p>O debate sobre um pico da oferta de petr\u00f3leo foi posto de lado ao longo da d\u00e9cada de 2010, com o otimismo contaminando tanto os produtores de petr\u00f3leo como os consumidores. Mas j\u00e1 no final da d\u00e9cada come\u00e7aram os sinais de que um pico geral dos \u00f3leos combust\u00edveis estava pr\u00f3ximo.<\/p>\n<p>O primeiro sinal foi a rapidez com que os po\u00e7os americanos foram se esgotando, obrigando a investimentos em novos po\u00e7os em um ritmo fren\u00e9tico. Por outro lado, a ind\u00fastria americana teve que encarar custos crescentes e lucros estagnados ou em queda a partir de 2018, levando especialistas a preverem um pico (alguns em 2025, outros em 2030) inexor\u00e1vel.<\/p>\n<p>Apenas a Ag\u00eancia Americana de Energia esticou a previs\u00e3o para 2035. As reservas de \u00f3leo das areias betuminosas de Alberta, no Canad\u00e1, s\u00e3o bem maiores do que as estimativas para o petr\u00f3leo de xisto americano, mas este petr\u00f3leo \u00e9, de longe, o mais caro e o de pior qualidade.<\/p>\n<p>Para piorar o quadro da oferta de petr\u00f3leo, a d\u00e9cada passada mostrou que os picos do petr\u00f3leo convencional foram ocorrendo em v\u00e1rios pa\u00edses grandes produtores, notadamente na R\u00fassia e na Ar\u00e1bia Saudita (segundo e terceiro maiores produtores do mundo).<\/p>\n<p>No momento presente as previs\u00f5es de v\u00e1rios players do neg\u00f3cio do petr\u00f3leo v\u00e3o se multiplicando para apontar o risco de uma quebra de oferta. A Ag\u00eancia Internacional de Energia calcula que ela vai ocorrer em 2030, a empresa francesa Total na segunda metade da presente d\u00e9cada e a revista especializada Rystad International em 2035. Os \u00fanicos a manter o discurso da oferta suficiente no m\u00e9dio prazso s\u00e3o os dirigentes da OPEP, colocando um horizonte de seguran\u00e7a at\u00e9 2050.<\/p>\n<p>As \u00fanicas boas not\u00edcias neste quadro v\u00eam do Brasil. A Petrobr\u00e1s anunciou estes dias uma nova descoberta que pode ampliar as reservas brasileiras entre 50 e 70%, apenas em um novo campo na regi\u00e3o de Santos. Por outro lado, a empresa tem planos de investimento em 51 novos campos, 25 nas margens sul e sudeste, 15 na margem equatorial e 11 em terra firme, totalizando 7,9 bilh\u00f5es de d\u00f3lares.<\/p>\n<p>Estes novos campos n\u00e3o dever\u00e3o entrar em produ\u00e7\u00e3o antes da pr\u00f3xima d\u00e9cada, mas o investimento nos campos j\u00e1 pr\u00f3ximos de explora\u00e7\u00e3o ou em explora\u00e7\u00e3o est\u00e1 or\u00e7ado em 66 bilh\u00f5es de d\u00f3lares. O prop\u00f3sito \u00e9 triplicar a produ\u00e7\u00e3o exclusiva da empresa, com a entrada em opera\u00e7\u00e3o de 14 novas plataformas at\u00e9 2029 para extrair 3,2 milh\u00f5es de barris de \u00f3leo equivalente (petr\u00f3leo e g\u00e1s) por dia.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, h\u00e1 ainda a produ\u00e7\u00e3o em cons\u00f3rcio com empresas privadas e a produ\u00e7\u00e3o independente destas \u00faltimas. N\u00e3o encontrei previs\u00f5es para a produ\u00e7\u00e3o expandida destas \u00faltimas, mas elas devem ser significativas e podem levar a produ\u00e7\u00e3o total do Brasil para perto de sete ou oito milh\u00f5es de boe\/dia no final da d\u00e9cada.<\/p>\n<p>Esta expectativa de aumento de produ\u00e7\u00e3o no Brasil \u00e9 importante e pode levar o pa\u00eds, se tudo der certo, para um patamar mais alto entre os pa\u00edses (e empresas) produtoras de petr\u00f3leo, colocando-nos entre os cinco maiores. No entanto, sabendo-se que a demanda mundial deve chegar em 2030 a 104 milh\u00f5es de boe\/dia, a oferta do nosso pr\u00e9-sal n\u00e3o ter\u00e1 a capacidade de cobrir as quedas em curso em quase todos os campos convencionais (inclusive os de \u00e1guas profundas em outros pa\u00edses) e o estancamento da produ\u00e7\u00e3o do petr\u00f3leo de xisto nos Estados Unidos.<\/p>\n<p>A \u00fanica alternativa n\u00e3o avaliada at\u00e9 agora para cobrir a demanda \u00e9 a expans\u00e3o da explora\u00e7\u00e3o das areias betuminosas do Canad\u00e1, mas esta possibilidade vai depender de imensos investimentos e de pre\u00e7os do petr\u00f3leo acima dos 100,00 d\u00f3lares por barril, o que causaria um impacto gigantesco na economia de todo o mundo.<\/p>\n<p>Para concluir esta an\u00e1lise sobre a crise de oferta de petr\u00f3leo, vou lembrar um dado capital divulgado pela pr\u00f3pria AIE: o gasto mundial em subs\u00eddios diretos e indiretos para a produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo \u00e9 da ordem de um trilh\u00e3o de d\u00f3lares por ano. N\u00e3o existe melhor indicador do que este para mostrar o quanto esta ind\u00fastria est\u00e1 desequilibrando a economia internacional, sugando recursos que seriam important\u00edssimos para financiar um desenvolvimento sustent\u00e1vel e a transi\u00e7\u00e3o para energias renov\u00e1veis. Tudo para manter o sistema em produ\u00e7\u00e3o por mais tempo a pre\u00e7os toler\u00e1veis pelos consumidores.<\/p>\n<p>A amea\u00e7a de Sila (o pico mundial de oferta de petr\u00f3leo), parece ser terr\u00edvel para todo o mundo, mas aparentemente um b\u00f4nus para o Brasil. Resta ver agora a amea\u00e7a de Caribdes (o pico de demanda).<\/p>\n<p>Segundo alguns avaliadores, entre eles a Associa\u00e7\u00e3o Internacional de Energia (que foi por muitos anos uma representa\u00e7\u00e3o dos interesses da ind\u00fastria do petr\u00f3leo), a demanda de combust\u00edveis f\u00f3sseis vai ter um pico em 2030 e a multinacional British Petroleum, em 2025 (isso mesmo, neste ano).<\/p>\n<p>No entanto, prevalece na grande maioria das avalia\u00e7\u00f5es que o movimento de substitui\u00e7\u00e3o dos combust\u00edveis f\u00f3sseis por energia e\u00f3lica e solar, embora tenha dado um salto espetacular nos \u00faltimos cinco anos, mal e mal cobriu uma parte do aumento total de consumo de energia no per\u00edodo. H\u00e1 uma redu\u00e7\u00e3o percept\u00edvel neste consumo apenas nos pa\u00edses da Uni\u00e3o Europeia, no Jap\u00e3o e, em menor escala, nos Estados Unidos.<\/p>\n<p>Mesmo na China, de longe o maior investidor em energia renov\u00e1vel, o consumo de combust\u00edveis f\u00f3sseis (inclusive o super poluente carv\u00e3o) continuou crescendo com taxas significativas.<\/p>\n<p>Por outro lado, quase todos os pa\u00edses que se comprometeram a reduzir as emiss\u00f5es de Gases de Efeito Estufa no Acordo de Paris ficaram longe de cumprir as metas e as emiss\u00f5es cresceram significativamente nos pa\u00edses em desenvolvimento. N\u00e3o h\u00e1 qualquer possibilidade de que a redu\u00e7\u00e3o da demanda de petr\u00f3leo seja uma realidade, mesmo dilatando os prazos para 2040. A OPEP calcula que a demanda s\u00f3 vai se estabilizar em 2050!<\/p>\n<p>A atitude das empresas petroleiras indica que elas est\u00e3o dispostas a reduzir a prospec\u00e7\u00e3o de novos po\u00e7os de petr\u00f3leo (at\u00e9 porque os custos est\u00e3o cada vez mais importantes e os resultados cada vez mais frustrantes), mas tamb\u00e9m que v\u00e3o vender as suas reservas at\u00e9 o limite da rentabilidade para recuperar gastos anteriores.<\/p>\n<p>Para finalizar, os pesados investimentos da Petrobr\u00e1s em prospec\u00e7\u00e3o e extra\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo podem ter que enfrentar as duas amea\u00e7as mundiais: a queda da demanda (bastante improv\u00e1vel) e a queda da oferta (bastante prov\u00e1vel).<\/p>\n<p>No primeiro caso, se o mundo reagir a tempo \u00e0s amea\u00e7as do aquecimento global e investir pesadamente na substitui\u00e7\u00e3o do uso dos combust\u00edveis f\u00f3sseis por energia renov\u00e1vel e com baixa emiss\u00e3o de Gases de Efeito Estufa, a demanda de petr\u00f3leo (e seus pre\u00e7os) v\u00e3o cair e todo o investimento na expans\u00e3o da nossa oferta vai virar um mico.<\/p>\n<p>No segundo caso, apesar da Petrobras ser privilegiada por pre\u00e7os mais elevados provocados pela car\u00eancia mundial de petr\u00f3leo, quando seus novos po\u00e7os v\u00e3o entrar em produ\u00e7\u00e3o na primeira metade da pr\u00f3xima d\u00e9cada, o impacto do d\u00e9ficit mundial de produ\u00e7\u00e3o de energia vai provocar um caos na economia e um pesado freio na globaliza\u00e7\u00e3o, em particular pela press\u00e3o de custos sobre o transporte de mercadorias.<\/p>\n<p>Poderemos sobreviver nesta situa\u00e7\u00e3o? A nossa vantagem relativa vai nos ajudar a fazer uma transi\u00e7\u00e3o? Faz sentido nos empenharmos em aumentar a produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo (e das emiss\u00f5es de Gases de Efeito Estufa), torcendo para que o mercado continue em demanda crescente?<\/p>\n<p>Estas perguntas s\u00e3o respondidas positivamente por todos os defensores de uma Petrobras 2.0, mas ela ignora o outro problema capital para o futuro da humanidade: a emerg\u00eancia clim\u00e1tica provocada pelo aumento das emiss\u00f5es mundiais de Gases de Efeito Estufa, provocadas pelas emiss\u00f5es oriundas sobretudo pelo uso de combust\u00edveis f\u00f3sseis, inclusive as nossas.<\/p>\n<p>*Jean Marc Von Der Wied, \u00e9 ex-presidente da UNE (1969-71). Fundador da organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o governamental Agricultura Familiar e Agroecologia (ASTA).<\/p>\n<p>Fonte(s) \/ Refer\u00eancia(s):<\/p>\n<div class=\"jet-listing-dynamic-repeater__item\">\n<div><a href=\"https:\/\/aterraeredonda.com.br\/a-producao-de-petroleo-no-brasil\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">A Terra \u00e9 Redonda<\/a><\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Jean Marc Von Der Wied* O duplo desafio do petr\u00f3leo: enquanto o mundo enfrenta escassez de oferta e press\u00e3o por energias limpas, o Brasil investe pesado no pr\u00e9-sal Sila e Caribdes eram dois monstros mitol\u00f3gicos no tempo da Gr\u00e9cia&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":46488,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[325,5,87,10],"tags":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v19.3 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>A produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo no Brasil<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Neste artigo, Jean Marc Von Der Wied analisa o duplo desafio da ind\u00fastria do petr\u00f3leo: o risco de escassez de oferta global e os investimentos massivos do Brasil no pr\u00e9-sal. 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