{"id":46555,"date":"2025-06-18T07:24:22","date_gmt":"2025-06-18T10:24:22","guid":{"rendered":"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/?p=46555"},"modified":"2025-06-17T18:11:45","modified_gmt":"2025-06-17T21:11:45","slug":"como-enfrentar-as-ameacas-das-forcas-da-natureza-existentes-no-planeta-terra","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/como-enfrentar-as-ameacas-das-forcas-da-natureza-existentes-no-planeta-terra\/","title":{"rendered":"Como enfrentar as amea\u00e7as das for\u00e7as da natureza existentes no planeta terra"},"content":{"rendered":"<!--[if lt IE 9]><script>document.createElement('audio');<\/script><![endif]-->\n<audio class=\"wp-audio-shortcode\" id=\"audio-46555-1\" preload=\"none\" style=\"width: 100%;\" controls=\"controls\"><source type=\"audio\/mpeg\" src=\"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Como-enfrentar-as-ameacas-das-forcas-da-natureza-existentes-no-planeta-terra.mp3?_=1\" \/><source type=\"audio\/ogg\" src=\"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Como-enfrentar-as-ameacas-das-forcas-da-natureza-existentes-no-planeta-terra.ogg?_=1\" \/><a href=\"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Como-enfrentar-as-ameacas-das-forcas-da-natureza-existentes-no-planeta-terra.mp3\">https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Como-enfrentar-as-ameacas-das-forcas-da-natureza-existentes-no-planeta-terra.mp3<\/a><\/audio>\n<p><em>Por Fernando Alcoforado*<\/em><\/p>\n<p>Este \u00e9 resumo do artigo de 16 p\u00e1ginas que tem por objetivo apresentar como enfrentar as amea\u00e7as localizadas ou globais contra os seres humanos provocadas pelas for\u00e7as da natureza existentes no planeta Terra.<\/p>\n<p>As amea\u00e7as contra os seres humanos provocadas pelas for\u00e7as da natureza existentes no planeta Terra dizem respeito aos terremotos e tsunamis que podem atingir \u00e1reas determinadas do planeta, \u00e0s erup\u00e7\u00f5es de vulc\u00f5es que podem atingir \u00e1reas determinadas do planeta ou ter impacto global, ao esfriamento do n\u00facleo do planeta Terra e \u00e0 invers\u00e3o dos polos magn\u00e9ticos da Terra, ambos com impacto global.<\/p>\n<ol>\n<li>\n<h2><strong>Como lidar com os terremotos e tsunamis<\/strong><\/h2>\n<\/li>\n<\/ol>\n<p>As placas tect\u00f4nicas s\u00e3o algumas partes que comp\u00f5em a crosta terrestre. Existem 28 placas tect\u00f4nicas na Terra. As placas tect\u00f4nicas s\u00e3o classificadas em tr\u00eas grupos. As grandes placas s\u00e3o a Norte-Americana, a Euroasi\u00e1tica, a Indoaustraliana, a Africana, a Ant\u00e1rtica, a Pac\u00edfica e a Sul-Americana, onde se localiza o Brasil. As placas secund\u00e1rias s\u00e3o as de Cocos, a das Cara\u00edbas, a de Nazca, a Filipina, a Ar\u00e1bica, de Anat\u00f3lia, a da Esc\u00f3cia e a Juan de Fuca. As demais s\u00e3o classificadas como microplacas. As fronteiras entre as grandes placas e as placas secund\u00e1rias marcam os pontos de maior risco de terremotos no planeta. A maior incid\u00eancia de terremotos ao redor do planeta est\u00e1, portanto, nas fronteiras entre as placas tect\u00f4nicas. De todos os terremotos registrados pela humanidade, aproximadamente 90% deles se distribuem nestas longas fronteiras entre as placas. Eles acontecem quando h\u00e1 um choque entre as placas. Quanto maior a velocidade a qual a placa se movimenta, mais grave ser\u00e1 o abalo s\u00edsmico.<\/p>\n<p>As regi\u00f5es de mais risco de terremotos est\u00e3o localizadas nas fronteiras das placas tect\u00f4nicas na costa americana do Oceano Pac\u00edfico, do Chile ao Canad\u00e1, e no Jap\u00e3o. Tamb\u00e9m s\u00e3o regi\u00f5es de risco a \u00c1sia Central (do Himalaia ao Ir\u00e3) e o Mediterr\u00e2neo (Marrocos, Arg\u00e9lia e Turquia). O pa\u00eds mais avan\u00e7ado nas a\u00e7\u00f5es de preven\u00e7\u00e3o e de precau\u00e7\u00e3o contra terremotos \u00e9 o Jap\u00e3o, que \u00e9 considerado o pa\u00eds mais bem preparado para enfrentar terremotos. O territ\u00f3rio japon\u00eas est\u00e1 localizado em uma \u00e1rea s\u00edsmica e \u00e9 por isso que o pa\u00eds tem tantos vulc\u00f5es, alguns ainda ativos. Esse, tamb\u00e9m, \u00e9 o motivo de ser uma regi\u00e3o bastante afetada por terremotos e tsunamis. Estes s\u00e3o eventos que acontecem em intensidades diferentes. Ao longo dos anos, o Jap\u00e3o tem investido bilh\u00f5es de d\u00f3lares desenvolvendo novas tecnologias que ajudem seus cidad\u00e3os e infraestruturas contra abalos e tsunamis. O fato de o Jap\u00e3o estar situado no encontro de tr\u00eas placas tect\u00f4nicas (Pac\u00edfico, Euroasi\u00e1tica Oriental e das Filipinas) \u00e9 a causa dos frequentes abalos s\u00edsmicos que o pa\u00eds enfrenta de tempos em tempos.<\/p>\n<p>Diante dos frequentes terremotos, o Jap\u00e3o apresenta estrat\u00e9gias para a redu\u00e7\u00e3o de danos e prote\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o. Treinamentos de como agir durante os terremotos s\u00e3o realizados gratuitamente pelo corpo de bombeiros que contribuem muito para a prote\u00e7\u00e3o dos japoneses, mas o diferencial est\u00e1 na engenharia. Os edif\u00edcios apresentam em suas funda\u00e7\u00f5es um sistema de molas para absorver os tremores. Nas jun\u00e7\u00f5es entre as colunas \u00e9 colocado um material especial que dissipa a energia quando a estrutura se movimenta em dire\u00e7\u00f5es opostas. Quando os edif\u00edcios est\u00e3o muito pr\u00f3ximos, uma mola \u00e9 colocada entre eles para que n\u00e3o ocorram eventuais choques. Em todos os andares, estruturas de a\u00e7o internas nas paredes ajudam a suportar o peso do pr\u00e9dio. Outra tecnologia importante \u00e9 o uso de p\u00eandulos para amortecimento inercial. Uma esfera suspensa e pesada movimenta o pr\u00e9dio no sentido contr\u00e1rio \u00e0s vibra\u00e7\u00f5es ocasionadas pelo terremoto. Controlado eletronicamente, esse mecanismo diminui as vibra\u00e7\u00f5es dos pr\u00e9dios em at\u00e9 60%.<\/p>\n<p>Os japoneses aprendem desde cedo como se portar durante um terremoto, com treinamentos frequentes que acontecem nos escrit\u00f3rios, nas escolas etc. As emissoras de TV e r\u00e1dios do pa\u00eds t\u00eam a fun\u00e7\u00e3o de avisar com minutos de anteced\u00eancia caso um grande terremoto seja detectado. Assim as pessoas t\u00eam tempo de sair de casa e seguir para um local seguro. As casas devem sempre estar preparadas para tremores menores. As constru\u00e7\u00f5es mais modernas j\u00e1 s\u00e3o feitas para resistir aos terremotos, com amortecedores na funda\u00e7\u00e3o e outras tecnologias. Objetos pesados nunca ficam em locais altos ou que possam cair facilmente e toda casa deve ter um kit de sobreviv\u00eancia com \u00e1gua, comida e lanterna para casos mais extremos. Durante os tremores a recomenda\u00e7\u00e3o \u00e9 se abrigar debaixo de uma mesa para se proteger caso algo venha a cair. \u00c9 preciso, tamb\u00e9m, desligar fog\u00e3o, aquecedores e g\u00e1s, tirar aparelhos el\u00e9tricos da tomada e deixar a porta de entrada aberta para garantir uma sa\u00edda. Se estiverem no trem ou dentro de estabelecimentos comerciais, os japoneses seguem as instru\u00e7\u00f5es dos funcion\u00e1rios que s\u00e3o treinados para orientar as pessoas nestas situa\u00e7\u00f5es. Se estiverem na rua, os japoneses procuram um local seguro e ficam longe de postes, muros e pr\u00e9dios. Em regi\u00f5es litor\u00e2neas, seguem para um local alto e o mais afastado poss\u00edvel do mar, para se protegerem em caso de tsunami.<\/p>\n<p>Medidas de preven\u00e7\u00e3o e de precau\u00e7\u00e3o devem ser adotadas porque n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel saber quando ocorrer\u00e3o terremotos. Devido \u00e0s dificuldades de prever terremotos, todos os avan\u00e7os na \u00e1rea est\u00e3o concentrados em seu monitoramento. H\u00e1 alguns trabalhos com equipamentos de GPS de alta precis\u00e3o, em que eles conseguem ver os movimentos de placas tect\u00f4nicas. Quanto aos tsunamis causados como consequ\u00eancia de terremotos nos oceanos, eles podem ser previstos de forma r\u00e1pida e eficiente com a ajuda dos sism\u00f3grafos. Ocorrendo o terremoto, se consegue rapidamente definir o epicentro deste tremor, que \u00e9 a proje\u00e7\u00e3o dele na superf\u00edcie. Com esta intensidade, \u00e9 poss\u00edvel conseguir fazer a modelagem com que essa onda vai sair, verificar a sua velocidade e checar em quanto tempo ela vai atingir v\u00e1rios locais. Esta informa\u00e7\u00e3o \u00e9 fundamental para acionar planos de evacua\u00e7\u00e3o das popula\u00e7\u00f5es em caso de tsunamis.<\/p>\n<ol start=\"2\">\n<li>\n<h2><strong>Como lidar com as erup\u00e7\u00f5es de vulc\u00f5es<\/strong><\/h2>\n<\/li>\n<\/ol>\n<p>Os vulc\u00f5es s\u00e3o aberturas em montanhas e na superf\u00edcie da Terra que expelem gases, fogo e lava. O planeta Terra possui atualmente muitos vulc\u00f5es ativos que s\u00e3o fraturas ou aberturas na superf\u00edcie terrestre por onde s\u00e3o expelidos materiais que t\u00eam origem no interior do planeta, como lava, gases e outros materiais chamados de \u201cpiroclastos\u201d. Os vulc\u00f5es surgem quando as chamadas placas tect\u00f4nicas que fazem parte da crosta terrestre se chocam, movimentando o material presente sobre elas e deixando aberturas para camadas mais profundas do planeta. Os vulc\u00f5es ocorrem geralmente, em locais que possuem intensa movimenta\u00e7\u00e3o das placas tect\u00f4nicas. Por essas aberturas pode sair o magma sob a forma de lava. A estrutura do vulc\u00e3o \u00e9 constitu\u00edda por uma c\u00e2mara magm\u00e1tica, uma cratera vulc\u00e2nica, um cone, uma chamin\u00e9 e, em alguns casos, h\u00e1 sa\u00eddas laterais ou perif\u00e9ricas (chamin\u00e9s secund\u00e1rias).<\/p>\n<p>Existem aproximadamente 1.500 vulc\u00f5es ativos em todo o planeta Terra e, anualmente, em nosso planeta, cerca de 70 vulc\u00f5es entram em erup\u00e7\u00e3o. Os vulc\u00f5es inativos podem voltar a ser ativos. Os supervulc\u00f5es como o Pinatubo nas Filipinas, Krakatoa, Semeru e Merapi na Indon\u00e9sia, Yellowstone nos Estados Unidos e Fagradalsfjall na Isl\u00e2ndia podem gerar efeitos globais que podem levar \u00e0 extin\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies e da vida no planeta a depender da escala de suas erup\u00e7\u00f5es. Conforme a publica\u00e7\u00e3o cient\u00edfica Nature Geoscience, pesquisadores canadenses da universidade de Calgary descobriram evid\u00eancias para explicar como grandes erup\u00e7\u00f5es de vulc\u00f5es, ocorridas h\u00e1 250 milh\u00f5es de anos, acabaram com um ciclo de vida na Terra. Um estudo publicado pela renomada revista &#8220;Science&#8221; traz evid\u00eancias de que a atividade intensa de vulc\u00f5es h\u00e1 cerca de 200 milh\u00f5es de anos levou provavelmente \u00e0 extin\u00e7\u00e3o de cerca de metade das esp\u00e9cies de animais da Terra no per\u00edodo.<\/p>\n<p>Os cientistas t\u00eam usado h\u00e1 bastante tempo dados vindos de sat\u00e9lites, equipamentos de sensibilidade s\u00edsmica e outras fontes para detectar erup\u00e7\u00f5es de vulc\u00f5es que est\u00e3o para acontecer. \u00c9 poss\u00edvel prever erup\u00e7\u00f5es vulc\u00e2nicas com o monitoramento constante dos vulc\u00f5es para prevenir desastres de propor\u00e7\u00f5es catastr\u00f3ficas adotando planos de evacua\u00e7\u00e3o de popula\u00e7\u00f5es nas \u00e1reas abrangidas pelos vulc\u00f5es.\u00a0 Todas estas medidas devem ser adotadas, sobretudo, nos pa\u00edses onde h\u00e1 mais ocorr\u00eancia de erup\u00e7\u00e3o de vulc\u00f5es no mundo.<\/p>\n<ol start=\"3\">\n<li>\n<h2><strong>Como lidar com o esfriamento do n\u00facleo do planeta Terra<\/strong><\/h2>\n<\/li>\n<\/ol>\n<p>O n\u00facleo da Terra fica a quase 3 mil km de profundidade da crosta terrestre (a camada mais externa do planeta). As temperaturas do n\u00facleo do planeta Terra podem flutuar entre 4.400\u00b0 C e 6.000\u00b0 C, isto \u00e9, com temperaturas similares \u00e0s do Sol. O n\u00facleo interno da Terra \u00e9 uma esfera s\u00f3lida, composta majoritariamente de ferro. O n\u00facleo externo \u00e9 formado por um l\u00edquido male\u00e1vel, composto de ferro e n\u00edquel. \u00c9 no n\u00facleo externo que se forma o campo magn\u00e9tico da Terra. A colossal quantidade de energia t\u00e9rmica que emana do interior do planeta Terra coloca em marcha fen\u00f4menos como o movimento das placas tect\u00f4nicas e a atividade vulc\u00e2nica.\u00a0 Uma pesquisa recente calculou que o centro da Terra est\u00e1 esfriando mais r\u00e1pido do que se pensava. Com o esfriamento do n\u00facleo da Terra, as placas tect\u00f4nicas desaceleram mais r\u00e1pido do que o esperado. Sem a atividade do n\u00facleo, os vulc\u00f5es n\u00e3o entrariam em erup\u00e7\u00e3o. Mas sem o calor do interior da Terra, peixes e plantas que vivem no fundo do mar estariam amea\u00e7ados, o que causaria um grande desequil\u00edbrio na cadeia alimentar do planeta.<\/p>\n<p>Outro grande problema \u00e9 o de que o campo magn\u00e9tico terrestre, essencial para a vida na superf\u00edcie do planeta Terra, ficar\u00e1 muito enfraquecido ou desaparecer\u00e1 por completo. A radia\u00e7\u00e3o c\u00f3smica e a radia\u00e7\u00e3o solar, corrente de part\u00edculas carregadas emitidas pelo Sol, nos atingir\u00e1 diretamente e ir\u00e1 deteriorar nossa atmosfera. Para lidar com o esfriamento do n\u00facleo do planeta Terra que permaneceu quente por mais de 4,5 bilh\u00f5es de anos, mas que lenta e inevitavelmente est\u00e1 esfriando, \u00e9 bastante importante que haja um constante monitoramento da temperatura do n\u00facleo do planeta Terra para adotar, quando necess\u00e1rio, estrat\u00e9gias de fuga de seres humanos para locais que possam ser habitados no sistema solar, como Marte, com possibilidade de abrigar seres humanos, antes da perda do campo magn\u00e9tico da Terra e do desequil\u00edbrio na cadeia alimentar do planeta.<\/p>\n<ol start=\"4\">\n<li>\n<h2><strong>Como lidar com a invers\u00e3o dos polos magn\u00e9ticos da Terra<\/strong><\/h2>\n<\/li>\n<\/ol>\n<p>Existem evid\u00eancias que sugerem que um processo de invers\u00e3o dos polos magn\u00e9ticos da Terra est\u00e1 em pleno andamento quando o sul muda de lugar com o norte, cujo evento pode desencadear uma s\u00e9rie de efeitos catacl\u00edsmicos. Entre as cat\u00e1strofes est\u00e1 o deslocamento dos continentes, a ocorr\u00eancia de violentos terremotos, a extin\u00e7\u00e3o de milhares de esp\u00e9cies e a acentuada mudan\u00e7a clim\u00e1tica. Centenas de invers\u00f5es dos polos magn\u00e9ticos j\u00e1 ocorreram em nosso planeta. De acordo com os cientistas, o campo magn\u00e9tico da Terra vem mostrando crescentes sinais de enfraquecimento durante os \u00faltimos 160 anos. A troca de polos \u2014 quando o sul muda de lugar com o norte \u2014 acontece quando agrupamentos de \u00e1tomos presentes no ferro fundido do n\u00facleo da Terra sofrem um realinhamento. Pouco a pouco esses agrupamentos (que funcionam como pequenos \u00edm\u00e3s) v\u00e3o aumentando de tamanho, influenciando o restante do n\u00facleo e provocando a invers\u00e3o do campo magn\u00e9tico.<\/p>\n<p>Um enfraquecimento no campo magn\u00e9tico far\u00e1 com que a Terra fique mais vulner\u00e1vel \u00e0s tempestades solares, sat\u00e9lites artificiais, sistemas de telecomunica\u00e7\u00f5es e redes de energia el\u00e9trica fiquem danificadas afetando nossas vidas. Talvez um dos piores cen\u00e1rios se apresentaria se os continentes realmente se deslocassem gra\u00e7as \u00e0 invers\u00e3o dos polos magn\u00e9ticos. Outro dos efeitos mais dram\u00e1ticos seria o forte enfraquecimento do campo magn\u00e9tico um pouco antes da troca dos polos magn\u00e9ticos, o que tornaria a Terra mais vulner\u00e1vel \u00e0 radia\u00e7\u00e3o resultante de eventuais tempestades solares. As part\u00edculas emitidas pelo Sol poderiam interagir com a atmosfera terrestre, desencadeando uma s\u00e9rie de rea\u00e7\u00f5es qu\u00edmicas que resultariam em buracos na camada de oz\u00f4nio que, por sua vez, resultariam em v\u00e1rios problemas para os seres humanos. Na opini\u00e3o de alguns pesquisadores, processos como esse podem ter provocado h\u00e1 42 mil anos o desaparecimento de v\u00e1rias esp\u00e9cies, entre elas os Neandertais. H\u00e1 42 mil anos, o mundo enfrentou alguns s\u00e9culos de condi\u00e7\u00f5es apocal\u00edpticas causadas por uma revers\u00e3o dos polos magn\u00e9ticos da Terra combinada com mudan\u00e7as no comportamento do Sol. Essa \u00e9 a principal descoberta em novo estudo multidisciplinar, publicado na revista Science.<\/p>\n<p>Muito provavelmente, mudan\u00e7as dram\u00e1ticas e altos n\u00edveis sem precedentes de radia\u00e7\u00e3o ultravioleta levaram os primeiros humanos a buscar ref\u00fagio em cavernas, o que explica o aparente florescimento repentino da arte rupestre em todo o mundo h\u00e1 42 mil anos. Diante da amea\u00e7a contra os seres humanos representada pela invers\u00e3o dos polos magn\u00e9ticos da Terra que faria com que nosso planeta perdesse completamente seu escudo eficaz contra a radia\u00e7\u00e3o solar e radia\u00e7\u00e3o c\u00f3smica e muitas part\u00edculas penetrantes do espa\u00e7o entrariam na parte superior da atmosfera causando a perda de oz\u00f4nio estratosf\u00e9rico, \u00e9 bastante importante que haja um constante monitoramento da invers\u00e3o dos polos para avaliar seus efeitos. Para proteger os seres humanos durante o processo de invers\u00e3o dos polos magn\u00e9ticos da Terra, \u00e9 preciso construir em todo o planeta habita\u00e7\u00f5es subterr\u00e2neas e cidades subterr\u00e2neas capazes de abrigar a vida humana protegendo-a das radia\u00e7\u00f5es c\u00f3smica e solar e adotar, quando necess\u00e1rio, estrat\u00e9gias de fuga de seres humanos para locais que possam ser habitados no sistema solar, como Marte, com possibilidade de abrigar seres humanos, durante a perda do campo magn\u00e9tico da Terra.<\/p>\n<p>Pelo exposto, \u00e9 preciso que sejam implementadas as a\u00e7\u00f5es acima descritas para lidar com as amea\u00e7as de terremotos e tsunamis, as erup\u00e7\u00f5es de vulc\u00f5es, o esfriamento do n\u00facleo do planeta Terra e a invers\u00e3o dos polos magn\u00e9ticos da Terra. Mas, al\u00e9m dessas a\u00e7\u00f5es, \u00e9 preciso que seja montada uma estrutura mundial, uma Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Defesa Contra Cat\u00e1strofes Naturais de abrang\u00eancia global vinculada \u00e0 ONU (Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas) que tenha capacidade de coordenar tecnicamente as a\u00e7\u00f5es dos pa\u00edses em todo o mundo no enfrentamento dessas amea\u00e7as. A constitui\u00e7\u00e3o deste \u00f3rg\u00e3o \u00e9 absolutamente necess\u00e1ria porque a maior parte das amea\u00e7as das for\u00e7as da natureza existentes no planeta Terra tem impacto global. Para realizar suas fun\u00e7\u00f5es, \u00e9 preciso que este \u00f3rg\u00e3o conte com recursos financeiros provenientes de um fundo mundial contra cat\u00e1strofes naturais de abrang\u00eancia global a ser mantido por todos os pa\u00edses do planeta e administrado pela ONU. \u00c9 de se lamentar o fato de que nenhum governante do mundo trate as quest\u00f5es envolvidas relativas a todas as amea\u00e7as acima descritas e n\u00e3o tenha exigido que a ONU implante uma estrutura voltada para enfrentar todas as amea\u00e7as apresentadas. \u00c9 de se lamentar, tamb\u00e9m, que as institui\u00e7\u00f5es cient\u00edficas n\u00e3o usem os meios de comunica\u00e7\u00e3o mundiais para divulgar as amea\u00e7as que pairam contra os seres humanos e n\u00e3o proponham solu\u00e7\u00f5es para lidar com cada uma delas.<\/p>\n<h2><strong>Assista o v\u00eddeo:<\/strong><\/h2>\n<div class=\"video-wrapper\"><iframe src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/ckTSvzSP3wk?wmode=transparent\" width=\"560\" height=\"315\" style=\"border: none !important\"><\/iframe><\/div>\n<p><em>* Fernando Alcoforado, 85, \u00e9 associado da AEPET-BA, condecorado com a Medalha do M\u00e9rito da Engenharia do Sistema CONFEA\/CREA, membro da SBPC- Sociedade Brasileira para o Progresso da Ci\u00eancia e do IPB- Instituto Polit\u00e9cnico da Bahia, engenheiro pela Escola Polit\u00e9cnica da UFBA e doutor em Planejamento Territorial e Desenvolvimento Regional pela Universidade de Barcelona.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Fernando Alcoforado* Este \u00e9 resumo do artigo de 16 p\u00e1ginas que tem por objetivo apresentar como enfrentar as amea\u00e7as localizadas ou globais contra os seres humanos provocadas pelas for\u00e7as da natureza existentes no planeta Terra. 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