{"id":46763,"date":"2025-08-04T11:45:13","date_gmt":"2025-08-04T14:45:13","guid":{"rendered":"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/?p=46763"},"modified":"2025-08-04T12:01:30","modified_gmt":"2025-08-04T15:01:30","slug":"da-usurpacao-do-territorio-da-palestina-por-israel-ao-genocidio-na-faixa-de-gaza","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/da-usurpacao-do-territorio-da-palestina-por-israel-ao-genocidio-na-faixa-de-gaza\/","title":{"rendered":"Da usurpa\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio da Palestina por Israel ao genoc\u00eddio na Faixa de Gaza"},"content":{"rendered":"<!--[if lt IE 9]><script>document.createElement('audio');<\/script><![endif]-->\n<audio class=\"wp-audio-shortcode\" id=\"audio-46763-1\" preload=\"none\" style=\"width: 100%;\" controls=\"controls\"><source type=\"audio\/mpeg\" src=\"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Da-usurpacao-do-territorio-da-Palestina-por-Israel-ao-genocidio-na-Faixa-de-Gaza.mp3?_=1\" \/><source type=\"audio\/ogg\" src=\"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Da-usurpacao-do-territorio-da-Palestina-por-Israel-ao-genocidio-na-Faixa-de-Gaza.ogg?_=1\" \/><a href=\"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Da-usurpacao-do-territorio-da-Palestina-por-Israel-ao-genocidio-na-Faixa-de-Gaza.mp3\">https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Da-usurpacao-do-territorio-da-Palestina-por-Israel-ao-genocidio-na-Faixa-de-Gaza.mp3<\/a><\/audio>\n<p><em>Por Fernando Alcoforado*<\/em><\/p>\n<p>Este \u00e9 o resumo do artigo de 8 p\u00e1ginas que tem por objetivo apresentar as origens do conflito entre os povos judeu e palestino, o processo de usurpa\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio da Palestina pelos judeus, a constitui\u00e7\u00e3o do Estado de Israel, o genoc\u00eddio praticado pelo governo israelense contra o povo palestino e como construir a paz na regi\u00e3o. O conflito entre os povos judeu e palestino teve in\u00edcio quando o nacionalismo judaico, que tomou o nome de sionismo, decidiu construir na Palestina o lar nacional judaico. Esta escolha era natural e particularmente mobilizadora, por causa da liga\u00e7\u00e3o do juda\u00edsmo \u00e0 Palestina e da atra\u00e7\u00e3o que ela exerce mesmo sobre muitos judeus que n\u00e3o s\u00e3o religiosos ou origin\u00e1rios desta regi\u00e3o. A 1\u00aa Guerra Mundial teve consequ\u00eancias decisivas para a Palestina. A derrota do Imp\u00e9rio Otomano (atual Turquia), aliado da Alemanha derrotada na 1\u00aa Guerra Mundial (1914-1918), que exercia a domina\u00e7\u00e3o sobre a Palestina, teve consequ\u00eancias decisivas para o futuro desta regi\u00e3o. Ap\u00f3s o conflito mundial, foi criado, pelo artigo 22 do Pacto da Liga das Na\u00e7\u00f5es a 28 de junho de 1919, o sistema dos Mandatos que se destinava a determinar o estatuto das col\u00f4nias e dos territ\u00f3rios que se encontravam sob o dom\u00ednio das na\u00e7\u00f5es vencidas. O Mandato para a Palestina sob a responsabilidade do Reino Unido foi aprovado pelo Conselho da Liga das Na\u00e7\u00f5es em 24 de julho de 1922.<\/p>\n<p>A usurpa\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio da Palestina come\u00e7ou quando o Reino Unido que exercia o Mandato para a Palestina deixou de considerar como objetivo levar \u00e0 plena independ\u00eancia a popula\u00e7\u00e3o que ent\u00e3o a habitava, isto \u00e9, a popula\u00e7\u00e3o palestina. Ao inv\u00e9s disso, promoveu a cria\u00e7\u00e3o de um lar nacional judaico na Palestina, isto \u00e9, a cria\u00e7\u00e3o de um estado judaico com gente que, na sua maioria esmagadora, estava ainda espalhada pelo mundo. A Gr\u00e3-Bretanha, pot\u00eancia hegem\u00f4nica na \u00e9poca, prometeu \u00e0 Federa\u00e7\u00e3o Sionista judaica que faria todo o poss\u00edvel para o estabelecimento de &#8220;um lar nacional para o povo judeu&#8221; na Palestina com a chamada Declara\u00e7\u00e3o Balfour. O territ\u00f3rio que os sionistas pretendiam para nele estabelecer o seu estado era bastante mais vasto do que a Palestina. Abarcava tamb\u00e9m toda a parte oeste da Transjord\u00e2nia, o planalto do Gol\u00e3 e a parte do L\u00edbano ao sul de Sid\u00e3o. O obst\u00e1culo que impediu o processo da independ\u00eancia do povo da Palestina foi, portanto, o privil\u00e9gio dado aos judeus pelos brit\u00e2nicos para a cria\u00e7\u00e3o do &#8220;lar nacional para o povo judeu&#8221; na Palestina. Ap\u00f3s a Declara\u00e7\u00e3o Balfour da Gr\u00e3-Bretanha, as organiza\u00e7\u00f5es sionistas judaicas aproveitaram as infraestruturas administrativas e econ\u00f4micas que o Mandato brit\u00e2nico colocou \u00e0 sua disposi\u00e7\u00e3o para acelerar a realiza\u00e7\u00e3o do projeto de cria\u00e7\u00e3o do Estado judaico na Palestina. Para isso intensificaram a imigra\u00e7\u00e3o dos judeus da Europa oriental e central, em tr\u00eas vagas principais: em 1919-1923, 1924-1928 e 1932-1940.<\/p>\n<p>Em 1931 os judeus eram 174.610 de um total de 1.035.821 habitantes da Palestina. Em 1939, j\u00e1 s\u00e3o mais de 445.000 e em 1946 atingem o n\u00famero de 808.230 de um total de habitantes da Palestina respectivamente de 1.500.000 e de 1.972.560. Na pr\u00e1tica, houve uma ocupa\u00e7\u00e3o progressiva da Palestina pelos judeus. Os palestinos viram no patroc\u00ednio que deram primeiro a Gr\u00e3-Bretanha e depois a Liga das Na\u00e7\u00f5es ao projeto sionista de cria\u00e7\u00e3o do lar nacional judaico na Palestina a nega\u00e7\u00e3o do seu direito \u00e0 independ\u00eancia. Os palestinos se sentiram espoliados. Naturalmente, os palestinos se opuseram ao projeto da cria\u00e7\u00e3o do lar nacional judaico na Palestina desde o primeiro instante logo que tiveram conhecimento da Declara\u00e7\u00e3o Balfour e tentaram, por todos os meios, impedir a sua realiza\u00e7\u00e3o, pois temiam que dela resultasse a sua submiss\u00e3o, n\u00e3o s\u00f3 pol\u00edtica, mas tamb\u00e9m, econ\u00f4mica aos sionistas judaicos, passando assim do dom\u00ednio turco para o dom\u00ednio judaico, com um intervalo brit\u00e2nico. Os palestinos apresentaram protestos contra a Declara\u00e7\u00e3o Balfour \u00e0 Confer\u00eancia de Paz de Paris e ao Governo Brit\u00e2nico. A primeira manifesta\u00e7\u00e3o popular contra o projeto sionista teve lugar em 2 de Novembro de 1918, primeiro anivers\u00e1rio da Declara\u00e7\u00e3o Balfour. Essa manifesta\u00e7\u00e3o foi pac\u00edfica, mas a Resist\u00eancia palestina logo se tornou violenta, expressando-se em ataques contra os judeus que degeneravam em confrontos sangrentos.<\/p>\n<p>Houve motins em 1920, 1921, 1929 e 1933. De modo geral, as erup\u00e7\u00f5es de viol\u00eancia eram cada vez mais graves \u00e0 medida que o Mandato brit\u00e2nico se prolongava e a coloniza\u00e7\u00e3o judaica se estendia e se fortalecia na Palestina. A Resist\u00eancia palestina aconteceu tamb\u00e9m na revolta de 1936-1939. Em abril de 1936, dist\u00farbios locais degeneraram numa revolta generalizada dos palestinos contra os judeus. A revolta j\u00e1 n\u00e3o visava s\u00f3 a coloniza\u00e7\u00e3o judaica. Dirigia-se, sobretudo contra as autoridades brit\u00e2nicas, o poder estrangeiro, de quem os palestinos exigiam a constitui\u00e7\u00e3o de um governo nacional. As autoridades brit\u00e2nicas responderam com uma repress\u00e3o violenta e os sionistas judaicos com repres\u00e1lias. Tendo chegado \u00e0 conclus\u00e3o de que os palestinos n\u00e3o renunciariam \u00e0 independ\u00eancia, os brit\u00e2nicos encararam em 1937 a hip\u00f3tese de dividir a Palestina em dois estados, um \u00e1rabe e o outro judaico. Essa solu\u00e7\u00e3o n\u00e3o satisfazia nenhuma das partes. Ap\u00f3s a 2\u00aa Guerra Mundial, a ONU (Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas) elaborou em 1947 o Plano de Partilha da Palestina que dividiu a regi\u00e3o, ent\u00e3o sob Mandato brit\u00e2nico, em Estados \u00e1rabes e judeus contra a vontade dos palestinos porque consideravam que seu territ\u00f3rio estava sendo usurpado pelos judeus. A divis\u00e3o, programada pela ONU, previa o repasse de 55% do territ\u00f3rio aos judeus e 44% para os palestinos.<\/p>\n<p>Em 14 de maio de 1948, seis horas antes do t\u00e9rmino oficial do Mandato brit\u00e2nico, David Ben Gurion, que seria o primeiro governante israelense, leu a declara\u00e7\u00e3o de Independ\u00eancia de Israel ap\u00f3s o qual mais de 700 mil palestinos fugiram ou foram expulsos da Palestina, e a maioria teve o retorno negado. Os Estados Unidos e a Uni\u00e3o Sovi\u00e9tica, as grandes pot\u00eancias do p\u00f3s-guerra, reconheceram rapidamente o novo Estado de Israel. Com a forma\u00e7\u00e3o do Estado de Israel, houve o incremento da ocupa\u00e7\u00e3o da Palestina pelos judeus quando muitos deslocados da 2\u00aa Guerra Mundial e refugiados judeus migraram para o novo estado soberano. Estima-se que 170.000 deslocados de guerra e refugiados tenham emigrado para Israel no per\u00edodo entre o final da 2\u00aa Guerra Mundial e o ano de 1953. Estas s\u00e3o, portanto, as origens da usurpa\u00e7\u00e3o da Palestina pelos judeus. O roubo do territ\u00f3rio da Palestina pelos judeus fez com que na atualidade, 78% deste territ\u00f3rio esteja sendo ocupado pelos judeus, restando aos palestinos apenas 22% do territ\u00f3rio, ou seja, a Cisjord\u00e2nia e a Faixa de Gaza. Enquanto o conflito entre o Estado de Israel e o povo palestino permanece sem solu\u00e7\u00e3o, Israel, de forma arbitr\u00e1ria, continua expandindo seu territ\u00f3rio na Palestina com os assentamentos judaicos na Cisjord\u00e2nia contra todas as Resolu\u00e7\u00f5es do Conselho de Seguran\u00e7a da ONU.<\/p>\n<p>\u00c9 importante observar que, at\u00e9 recentemente, a Faixa de Gaza era um territ\u00f3rio palestino administrado pelo Hamas, sendo o outro, a Cisjord\u00e2nia, que faz fronteira com a Jord\u00e2nia, e \u00e9 administrado pela Autoridade Palestina, sendo ambos ocupados militarmente por Israel. A revolta dos palestinos contra a usurpa\u00e7\u00e3o e tirania exercida por Israel atingiu o \u00e1pice quando o Hamas, organiza\u00e7\u00e3o que governava a Faixa de Gaza, lan\u00e7ou em 7 de outubro de 2023 sua maior ofensiva contra Israel, quando 1,2 mil pessoas foram mortas e outras 251 foram tomadas como ref\u00e9ns. Em resposta, o governo de Israel lan\u00e7ou uma ofensiva contra o grupo palestino Hamas na Faixa de Gaza, que foi transformada em ru\u00ednas pelos bombardeios israelenses, cujo impacto humanit\u00e1rio sobre uma popula\u00e7\u00e3o de mais de 2 milh\u00f5es de habitantes tamb\u00e9m est\u00e1 sendo enorme com mais de 55 mil pessoas mortas em raz\u00e3o deste conflito. \u00c9 oportuno observar que o conflito atual entre o governo de Israel e os palestinos do Hamas est\u00e1 contribuindo, tamb\u00e9m, para acirrar os \u00e2nimos entre israelenses e a popula\u00e7\u00e3o de 3,2 milh\u00f5es de habitantes palestinos que vivem nas 11 cidades ou \u00e1reas administrativas que comp\u00f5em a Cisjord\u00e2nia, administrada pela Autoridade Nacional Palestina por decis\u00e3o da ONU, que vivem h\u00e1 anos uma progressiva ocupa\u00e7\u00e3o de seu territ\u00f3rio por colonos israelenses com o controle militar do governo de Israel.<\/p>\n<p>O n\u00famero de mortes de palestinos na Cisjord\u00e2nia desde o in\u00edcio da guerra em Gaza chega a 652, incluindo 150 crian\u00e7as, com mais de 5.400 pessoas feridas, al\u00e9m da pris\u00e3o de 524 pessoas ligadas a grupos armados. Hamas incita moradores da Cisjord\u00e2nia a resistir e atacar militares de Israel que l\u00e1 atuam. O cerco de Israel \u00e0 Faixa de Gaza gerou uma crise de fome generalizada no territ\u00f3rio palestino. Os centros de distribui\u00e7\u00e3o de comida de Gaza antes administrados pela ONU com 400 pontos de distribui\u00e7\u00e3o, que passaram a ser administrados por Israel com o apoio dos Estados Unidos com apenas 40 pontos de distribui\u00e7\u00e3o, se tornaram locais de viol\u00eancia praticados pelo ex\u00e9rcito de Israel que vem assassinando diariamente pessoas famintas. A culpa pela fome generalizada no territ\u00f3rio palestino \u00e9 do bloqueio de Israel \u00e0 entrada de ajuda humanit\u00e1ria antes administrada pela ONU. O assassinato em massa de Israel contra o povo palestino com os bombardeios de Gaza se completa com a morte de palestinos pela fome. Trata-se de um evidente processo de genoc\u00eddio do povo palestino denunciado por Omer Bartov, historiador israelense especialista em holocausto e professor de estudos sobre holocausto e genoc\u00eddio na Universidade Brown, nos Estados Unidos, que foi soldado do Ex\u00e9rcito israelense na d\u00e9cada de 1970. Omer Bartov \u00e9 um dos maiores especialistas em genoc\u00eddio mundialmente, de acordo com o site do Museu Memorial do Holocausto dos Estados Unidos.<\/p>\n<p>Omer Bartov afirma que \u201co que est\u00e1 acontecendo em Gaza se encaixa na defini\u00e7\u00e3o de genoc\u00eddio, uma tentativa de destruir um grupo como tal\u201d. Segundo Bartov, a destrui\u00e7\u00e3o em Gaza ocorreu em grande escala. A tonelagem de bombas lan\u00e7adas em Gaza \u00e9 maior do que a das bombas lan\u00e7adas sobre cidades alem\u00e3s durante a 2\u00aa Guerra Mundial. A destrui\u00e7\u00e3o direcionada, intencional e deliberada de escolas, hospitais, mesquitas, edif\u00edcios p\u00fablicos e universidades \u00e9 absolutamente extraordin\u00e1ria. Quando se considera quantos jornalistas foram mortos, quantas equipes m\u00e9dicas foram mortas, quando se l\u00ea relatos de crian\u00e7as sendo baleadas por franco-atiradores na cabe\u00e7a ou no peito, \u00e9 dif\u00edcil encontrar uma equival\u00eancia para isso que aconteceu em um espa\u00e7o t\u00e3o pequeno com uma popula\u00e7\u00e3o de mais de dois milh\u00f5es de pessoas. Para o s\u00e9culo 21, certamente n\u00e3o h\u00e1 precedentes. Em outubro, logo ap\u00f3s o ataque e o massacre do Hamas de 7 de outubro, os l\u00edderes pol\u00edticos e militares israelenses deram declara\u00e7\u00f5es dizendo que isso era o que eles queriam fazer, queriam destruir Gaza. A inten\u00e7\u00e3o genocida foi manifestada, e tem sido manifestada repetidamente. O que aconteceu foi uma tentativa coordenada de tornar Gaza inabit\u00e1vel para a popula\u00e7\u00e3o palestina que vive l\u00e1, de destru\u00ed-la como um grupo, destruindo edif\u00edcios, matando um grande n\u00famero de pessoas. Bartov afirma que Israel matou mais de 53 mil pessoas, das quais metade s\u00e3o crian\u00e7as, e os n\u00fameros s\u00e3o provavelmente muito mais altos do que isso. Tamb\u00e9m vemos a destrui\u00e7\u00e3o de tudo o que permite que essa popula\u00e7\u00e3o, se sobreviver, se reconstrua como grupo, porque tudo relacionado \u00e0 sua cultura, educa\u00e7\u00e3o, sa\u00fade e religi\u00e3o foi sistematicamente destru\u00eddo.<\/p>\n<p>A \u00fanica solu\u00e7\u00e3o que permitiria acabar com o sofrimento do povo palestino seria os judeus humanistas em Israel e no mundo se empenharem no sentido de colocar os extremistas sionistas fora do poder no Estado de Israel. A constru\u00e7\u00e3o da paz s\u00f3 poder\u00e1 acontecer na regi\u00e3o da Palestina se o povo judeu humanista em Israel e no mundo inteiro, bem como os palestinos constitu\u00edrem governos que busquem a concilia\u00e7\u00e3o entre os povos judeu e palestino. Esta concilia\u00e7\u00e3o consistiria em, de um lado, Israel aceitar a constitui\u00e7\u00e3o do Estado palestino, buscar uma solu\u00e7\u00e3o justa e negociada sobre Jerusal\u00e9m e sobre o destino de refugiados palestinos, acabar com os assentamentos judaicos na Cisjord\u00e2nia e reconstruir a Faixa de Gaza e, de outro, os palestinos reconhecerem o Estado de Israel porque nem palestinos nem israelenses podem impor sua vontade um ao outro. Nem os extremistas de direita que governam Israel nem os grupos extremistas palestinos ter\u00e3o condi\u00e7\u00f5es de impor sua vontade pela for\u00e7a das armas na Palestina. Sem esta solu\u00e7\u00e3o, a vit\u00f3ria de Israel com o aniquilamento dos integrantes do Hamas da Faixa de Gaza e a transforma\u00e7\u00e3o de Gaza em um t\u00famulo de sua popula\u00e7\u00e3o civil far\u00e3o com que aumente o \u00f3dio de palestinos e \u00e1rabes contra os judeus e impe\u00e7a qualquer possibilidade de conviv\u00eancia pac\u00edfica entre judeus e palestinos na regi\u00e3o no futuro.<\/p>\n<p>* Fernando Alcoforado, 85, \u00e9 associado da AEPET-BA, condecorado com a Medalha do M\u00e9rito da Engenharia do Sistema CONFEA\/CREA, membro da SBPC- Sociedade Brasileira para o Progresso da Ci\u00eancia e do IPB- Instituto Polit\u00e9cnico da Bahia, engenheiro pela Escola Polit\u00e9cnica da UFBA e doutor em Planejamento Territorial e Desenvolvimento Regional pela Universidade de Barcelona.<\/p>\n<p>Assista ao v\u00eddeo!<\/p>\n<div class=\"video-wrapper\"><iframe src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/snxrlQ8RiR8?wmode=transparent\" width=\"560\" height=\"315\" 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