{"id":46849,"date":"2025-08-29T11:38:42","date_gmt":"2025-08-29T14:38:42","guid":{"rendered":"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/?p=46849"},"modified":"2025-08-29T11:43:02","modified_gmt":"2025-08-29T14:43:02","slug":"por-que-votar-pela-isencao-do-ir-para-quem-ganha-ate-r-5-mil-e-pela-tributacao-dos-super-ricos-e-justica-tributaria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/por-que-votar-pela-isencao-do-ir-para-quem-ganha-ate-r-5-mil-e-pela-tributacao-dos-super-ricos-e-justica-tributaria\/","title":{"rendered":"Por que votar pela isen\u00e7\u00e3o do IR para quem ganha at\u00e9 R$ 5 mil e pela tributa\u00e7\u00e3o dos super-ricos \u00e9 Justi\u00e7a Tribut\u00e1ria?"},"content":{"rendered":"<!--[if lt IE 9]><script>document.createElement('audio');<\/script><![endif]-->\n<audio class=\"wp-audio-shortcode\" id=\"audio-46849-1\" preload=\"none\" style=\"width: 100%;\" controls=\"controls\"><source type=\"audio\/mpeg\" src=\"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Por-que-votar-pela-isencao-do-IR-para-quem-ganha-ate-R-5-mil-e-pela-tributacao-dos-super-ricos-e-Justica-Tributaria.mp3?_=1\" \/><source type=\"audio\/ogg\" src=\"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Por-que-votar-pela-isencao-do-IR-para-quem-ganha-ate-R-5-mil-e-pela-tributacao-dos-super-ricos-e-Justica-Tributaria.ogg?_=1\" \/><a href=\"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Por-que-votar-pela-isencao-do-IR-para-quem-ganha-ate-R-5-mil-e-pela-tributacao-dos-super-ricos-e-Justica-Tributaria.mp3\">https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/Por-que-votar-pela-isencao-do-IR-para-quem-ganha-ate-R-5-mil-e-pela-tributacao-dos-super-ricos-e-Justica-Tributaria.mp3<\/a><\/audio>\n<p><em>Por Eric Gil Dantas*<\/em><\/p>\n<p>O Brasil \u00e9 um dos pa\u00edses mais desiguais do mundo. Segundo o Relat\u00f3rio de Desenvolvimento Humano 2023\/2024, publicado pelo Programa das Na\u00e7\u00f5es Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), o Brasil tem o sexto maior coeficiente de Gini do mundo, e o primeiro da Am\u00e9rica Latina (a frente da Col\u00f4mbia). S\u00e3o v\u00e1rios os motivos que fizeram com que o Brasil chegasse neste n\u00edvel de concentra\u00e7\u00e3o de renda, como a coloniza\u00e7\u00e3o, escravid\u00e3o, economia agr\u00e1ria, elites extremamente atrasadas etc. Mas sem sombra de d\u00favidas, o sistema tribut\u00e1rio brasileiro \u00e9 um pilar de manuten\u00e7\u00e3o e aprofundamento desta mazela.<\/p>\n<p>Em nosso pa\u00eds, os pobres pagam mais impostos do que os milion\u00e1rios, relativamente \u00e0 sua renda. Isso ocorre, pois, a estrutura tribut\u00e1ria \u00e9 injusta, com um peso exagerado na tributa\u00e7\u00e3o sobre o consumo e com isen\u00e7\u00e3o do Imposto de Renda sobre dividendos, gerando assim regressividade. E por isto \u00e9 urgente inverter a l\u00f3gica, e cobrar mais dos ricos e menos dos pobres.<\/p>\n<p>Vejamos cada um dos problemas em detalhes.<\/p>\n<ol>\n<li>\n<h2><strong>\u00c9 falso que a carga tribut\u00e1ria brasileira \u00e9 alta<\/strong><\/h2>\n<\/li>\n<\/ol>\n<p>\u00c9 sempre importante come\u00e7ar pela desmistifica\u00e7\u00e3o do argumento de que no Brasil a carga tribut\u00e1ria \u00e9 excessiva. Pelo contr\u00e1rio, o nosso pa\u00eds tem uma carga tribut\u00e1ria abaixo da m\u00e9dia global. A carga tribut\u00e1ria em rela\u00e7\u00e3o ao PIB no Brasil \u00e9 de 33,3%, enquanto na m\u00e9dia da OCDE este n\u00famero \u00e9 de 34%. Estamos muito longe das maiores cargas tribut\u00e1rias do mundo: Fran\u00e7a (46,1%), Noruega (44,3%), \u00c1ustria (43,1%) e Finl\u00e2ndia (43%). Al\u00e9m do mais, diferentemente de quase todo o globo, financiamos um sistema gratuito e universal de Sa\u00fade, educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica e superior, previd\u00eancia social e um dos maiores programas de transfer\u00eancia de renda do mundo. Tudo isso com uma arrecada\u00e7\u00e3o muito menor (em termos relativos e absolutos) do que os pa\u00edses ricos.<\/p>\n<p><strong>Gr\u00e1fico 1 \u2013 Carga Tribut\u00e1ria (% do PIB) no ano de 2022<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-46850\" src=\"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/grafico1.png\" alt=\"\" width=\"1951\" height=\"2020\" srcset=\"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/grafico1.png 1951w, https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/grafico1-290x300.png 290w, https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/grafico1-989x1024.png 989w, https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/grafico1-768x795.png 768w, https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/grafico1-1484x1536.png 1484w, https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/grafico1-348x360.png 348w, https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/grafico1-1200x1242.png 1200w, https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/grafico1-360x373.png 360w\" sizes=\"(max-width: 1951px) 100vw, 1951px\" \/>Fonte: Elabora\u00e7\u00e3o da Receita Federal com base nos dados da OCDE<\/p>\n<ol start=\"2\">\n<li>\n<h2><strong>Tributamos demais o consumo e de menos a renda, lucro e capital<\/strong><\/h2>\n<\/li>\n<\/ol>\n<p>41% da carga tribut\u00e1ria brasileira est\u00e1 baseada no consumo (ICMS, ISS, IPI, PIS, COFINS, CIDE e IOF), a quarta maior carga sobre o consumo dentre os pa\u00edses que a OCDE disponibiliza dados, e muito acima da m\u00e9dia da pr\u00f3pria OCDE, de 31%. Enquanto a carga tribut\u00e1ria sobre a renda e o capital \u00e9 a sexta menor, com apenas 28% do total da arrecada\u00e7\u00e3o, bem abaixo da m\u00e9dia da OCDE, de 36%.<\/p>\n<p><strong>Gr\u00e1fico 2 \u2013 Percentual da carga tribut\u00e1ria por base de incid\u00eancia<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-46851\" src=\"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/grafico2.png\" alt=\"\" width=\"1951\" height=\"1962\" srcset=\"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/grafico2.png 1951w, https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/grafico2-298x300.png 298w, https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/grafico2-1018x1024.png 1018w, https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/grafico2-150x150.png 150w, https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/grafico2-768x772.png 768w, https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/grafico2-1527x1536.png 1527w, https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/grafico2-358x360.png 358w, https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/grafico2-1200x1207.png 1200w, https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/grafico2-360x362.png 360w\" sizes=\"(max-width: 1951px) 100vw, 1951px\" \/>Fonte: Elabora\u00e7\u00e3o da Receita Federal com base nos dados da OCDE<\/p>\n<ol start=\"3\">\n<li>\n<h2><strong>Tributar o consumo penaliza os mais pobres<\/strong><\/h2>\n<\/li>\n<\/ol>\n<p>A tributa\u00e7\u00e3o sobre o consumo \u00e9 regressiva porque incide de forma proporcionalmente mais pesada sobre os estratos mais pobres da popula\u00e7\u00e3o, em compara\u00e7\u00e3o aos mais ricos. Segundo estudo do IPEA, enquanto os 10% mais pobres comprometem cerca de 23,4% da sua renda total com tributos indiretos, os 10% mais ricos destinam apenas 8,6%. Isso ocorre porque as fam\u00edlias de baixa renda consomem a maior parte (ou mais do que) da sua renda, n\u00e3o tendo margem para poupan\u00e7a, e acabam pagando mais impostos proporcionalmente, j\u00e1 que a carga tribut\u00e1ria indireta recai sobre o consumo de bens e servi\u00e7os. J\u00e1 os mais ricos poupam ou investem uma parte significativa da renda, o que escapa \u00e0 incid\u00eancia dos tributos indiretos. Assim, o sistema tribut\u00e1rio brasileiro, fortemente baseado na tributa\u00e7\u00e3o sobre o consumo, amplia as desigualdades sociais ao inv\u00e9s de reduzi-las.<\/p>\n<p><strong>Gr\u00e1fico 3 \u2013 Incid\u00eancia dos tributos indiretos sobre a renda total, segundo d\u00e9cimos de renda familiar per capita \u2013 Brasil (2017-2018)<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-46852\" src=\"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/grafico3.png\" alt=\"\" width=\"1951\" height=\"1153\" srcset=\"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/grafico3.png 1951w, https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/grafico3-300x177.png 300w, https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/grafico3-1024x605.png 1024w, https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/grafico3-768x454.png 768w, https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/grafico3-1536x908.png 1536w, https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/grafico3-370x219.png 370w, https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/grafico3-1200x709.png 1200w, https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/grafico3-360x213.png 360w\" sizes=\"(max-width: 1951px) 100vw, 1951px\" \/>Fonte: Texto para Discuss\u00e3o do IPEA \u201cTributa\u00e7\u00e3o Indireta: Al\u00edquotas Efetivas e Incid\u00eancia sobre as Fam\u00edlias\u201d (2022)<\/p>\n<ol start=\"4\">\n<li>\n<h2><strong>O Brasil \u00e9 um dos \u00fanicos pa\u00edses do mundo a n\u00e3o tributar dividendos<\/strong><\/h2>\n<\/li>\n<\/ol>\n<p>A isen\u00e7\u00e3o de imposto sobre os dividendos no Brasil foi estabelecida em 1995, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso, por meio da Lei n\u00ba 9.249\/1995, que entrou em vigor em 1\u00ba de janeiro de 1996. A lei alterou a legisla\u00e7\u00e3o do Imposto de Renda, isentando da tributa\u00e7\u00e3o os lucros e dividendos pagos pelas empresas a pessoas f\u00edsicas residentes no pa\u00eds. A justificativa \u00e0 \u00e9poca era evitar a &#8220;bitributa\u00e7\u00e3o&#8221;, j\u00e1 que os lucros das empresas j\u00e1 haviam sido tributados na pessoa jur\u00eddica. Este arranjo t\u00e3o conveniente aos empres\u00e1rios n\u00e3o existe em nenhum outro lugar do mundo, com a exce\u00e7\u00e3o da Est\u00f4nia e Let\u00f4nia. E obviamente que o argumento n\u00e3o se sustenta aos dados.<\/p>\n<p>Mesmo se somarmos a tributa\u00e7\u00e3o do Imposto de Renda sobre Pessoa Jur\u00eddica (IRPJ) com o Imposto de Renda sobre Pessoa F\u00edsica (IRPF) das empresas e empres\u00e1rios brasileiros teremos uma tributa\u00e7\u00e3o muito inferior \u00e0 m\u00e9dia global. Como podemos ver na Tabela 1, o Brasil tem a quarta menor tributa\u00e7\u00e3o sobre lucros mais dividendos na compara\u00e7\u00e3o da OCDE, somando 32,2%. E muito inferior aos EUA, baluarte do pseudo-liberalismo, que cobra um total de 46,9% em lucros e dividendos.<\/p>\n<p>Vale lembrar que estamos falando em termos legislativos. Muitas empresas brasileiras n\u00e3o pagam efetivamente 32,2% do seu lucro em IRPJ, por conta de uma s\u00e9rie de mecanismos legais de elis\u00e3o fiscal, benef\u00edcios tribut\u00e1rios e op\u00e7\u00f5es de regime tribut\u00e1rio \u2013 como o lucro presumido, incentivos e ren\u00fancias fiscais, juros sobre capital pr\u00f3prio, planejamento tribut\u00e1rio etc.<\/p>\n<p><strong>Tabela 1 \u2013 Brasil e pa\u00edses da OCDE: al\u00edquotas legislativas do IRPJ, do IRPF sobre dividendos e tributa\u00e7\u00e3o combinada sobre o lucro (2025) (Em %)<\/strong><\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td><strong>Pa\u00eds<\/strong><\/td>\n<td><strong>IRPJ (%)<\/strong><\/td>\n<td><strong>Dividendos (%)<\/strong><\/td>\n<td><strong>Al\u00edquota Agregada (%)<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Est\u00f4nia<\/td>\n<td>22<\/td>\n<td>0<\/td>\n<td>22<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Hungria<\/td>\n<td>9<\/td>\n<td>15<\/td>\n<td>22,7<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Gr\u00e9cia<\/td>\n<td>22<\/td>\n<td>5<\/td>\n<td>25,9<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Brasil<\/td>\n<td>34<\/td>\n<td>0<\/td>\n<td>32,2<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Pol\u00f4nia<\/td>\n<td>19<\/td>\n<td>19<\/td>\n<td>34,4<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Su\u00ed\u00e7a<\/td>\n<td>19,6<\/td>\n<td>22,2<\/td>\n<td>37,4<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Nova Zel\u00e2ndia<\/td>\n<td>28<\/td>\n<td>39<\/td>\n<td>39<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Rep\u00fablica Tcheca<\/td>\n<td>19<\/td>\n<td>15<\/td>\n<td>31,8<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Turquia<\/td>\n<td>25<\/td>\n<td>40<\/td>\n<td>40<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Costa Rica<\/td>\n<td>30<\/td>\n<td>15<\/td>\n<td>40,5<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>M\u00e9xico<\/td>\n<td>30<\/td>\n<td>42<\/td>\n<td>42<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Finl\u00e2ndia<\/td>\n<td>20<\/td>\n<td>34<\/td>\n<td>43,1<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>It\u00e1lia<\/td>\n<td>24<\/td>\n<td>26<\/td>\n<td>44,2<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Jap\u00e3o<\/td>\n<td>29,7<\/td>\n<td>20,3<\/td>\n<td>44<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>\u00c1ustria<\/td>\n<td>25<\/td>\n<td>30,5<\/td>\n<td>44,2<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Su\u00e9cia<\/td>\n<td>20,6<\/td>\n<td>30<\/td>\n<td>44,4<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Chile<\/td>\n<td>27<\/td>\n<td>40<\/td>\n<td>44,5<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Estados Unidos<\/td>\n<td>25,6<\/td>\n<td>28,7<\/td>\n<td>46,9<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Austr\u00e1lia<\/td>\n<td>30<\/td>\n<td>47<\/td>\n<td>47<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>B\u00e9lgica<\/td>\n<td>25<\/td>\n<td>30<\/td>\n<td>47,5<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Espanha<\/td>\n<td>25<\/td>\n<td>30<\/td>\n<td>47,5<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Col\u00f4mbia<\/td>\n<td>35<\/td>\n<td>39<\/td>\n<td>48<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Alemanha<\/td>\n<td>30,1<\/td>\n<td>26,4<\/td>\n<td>48,5<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Pa\u00edses Baixos<\/td>\n<td>25,8<\/td>\n<td>31<\/td>\n<td>51,5<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Portugal<\/td>\n<td>30,5<\/td>\n<td>28<\/td>\n<td>50<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Noruega<\/td>\n<td>22<\/td>\n<td>35,2<\/td>\n<td>50,6<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Reino Unido<\/td>\n<td>25<\/td>\n<td>39,4<\/td>\n<td>54,5<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Dinamarca<\/td>\n<td>22<\/td>\n<td>42<\/td>\n<td>54,8<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Canad\u00e1<\/td>\n<td>26<\/td>\n<td>39,3<\/td>\n<td>55,3<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Irlanda<\/td>\n<td>12,5<\/td>\n<td>51<\/td>\n<td>57,1<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Fran\u00e7a<\/td>\n<td>36,1<\/td>\n<td>36<\/td>\n<td>57,2<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Coreia do Sul<\/td>\n<td>26,4<\/td>\n<td>49,5<\/td>\n<td>59,1<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>Fonte: OECD Data Explorer apud. Carta de Conjuntura N\u00famero 67 do IPEA do 2 \u00b0 Trimestre de 2025<\/p>\n<ol start=\"5\">\n<li>\n<h2><strong>Atual arranjo tribut\u00e1rio gera carga maior para os pobres e menor para os ricos<\/strong><\/h2>\n<\/li>\n<\/ol>\n<p>Com tributa\u00e7\u00e3o excessiva no consumo e isen\u00e7\u00e3o nos dividendos, a carga tribut\u00e1ria pesa muito mais sobre os pobres do que sobre os ricos. Como podemos ver no Gr\u00e1fico 4, a carga tribut\u00e1ria em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 renda dos 10% mais pobres \u00e9 de 26,4%, enquanto para os 10% mais ricos este percentual cai para 19,2%. Os 10% mais pobres no pa\u00eds pagam 7,2 pontos percentuais a mais de tributos do que a m\u00e9dia, o que \u00e9 claramente uma invers\u00e3o da l\u00f3gica de justi\u00e7a tribut\u00e1ria.<\/p>\n<p><strong>Gr\u00e1fico 4 \u2013 Incid\u00eancia da tributa\u00e7\u00e3o direta e indireta na renda total, segundo d\u00e9cimos de renda familiar per capita \u2013 Brasil (2017-2018) (Em %)<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-46853\" src=\"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/grafico4.png\" alt=\"\" width=\"1951\" height=\"1137\" srcset=\"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/grafico4.png 1951w, https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/grafico4-300x175.png 300w, https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/grafico4-1024x597.png 1024w, https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/grafico4-768x448.png 768w, https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/grafico4-1536x895.png 1536w, https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/grafico4-370x216.png 370w, https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/grafico4-1200x699.png 1200w, https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/grafico4-360x210.png 360w\" sizes=\"(max-width: 1951px) 100vw, 1951px\" \/>Fonte: Texto para Discuss\u00e3o do IPEA \u201cTributa\u00e7\u00e3o Indireta: Al\u00edquotas Efetivas e Incid\u00eancia sobre as Fam\u00edlias\u201d (2022)<\/p>\n<ol start=\"6\">\n<li>\n<h2><strong>De onde vem o dinheiro dos 1%, 0,1% e 0,01% mais ricos?<\/strong><\/h2>\n<\/li>\n<\/ol>\n<p>Segundo estimativa do pesquisador do IPEA S\u00e9rgio Wulff Gobetti com dados de declara\u00e7\u00e3o do IRPF, publicada na Nota T\u00e9cnica \u201cProgressividade tribut\u00e1ria: diagn\u00f3stico para uma proposta de reforma\u201d, os 1,6 milh\u00f5es de indiv\u00edduos que comp\u00f5em o 1% mais rico do pa\u00eds recebeu 23,6% da Renda Nacional Dispon\u00edvel Bruta (RNDB) em 2022, enquanto os 153,6 mil indiv\u00edduos que comp\u00f5em o 0,1% mais ricos receberam 11,9% da RNDB, e, por fim, os 15.366 indiv\u00edduos mais ricos, que comp\u00f5em o 0,01% do topo da pir\u00e2mide, abocanhou 5,8% da renda nacional.<\/p>\n<p>Como podemos ver na Tabela 2, quanto mais rico se \u00e9, maior \u00e9 a participa\u00e7\u00e3o da renda de capital e rural. Os 0,01% mais ricos tiveram 81% de sua renda advinda destes segmentos. Isto porque s\u00e3o empres\u00e1rios, diretores e CEOs, rentistas, grandes produtores rurais etc. E com isto, grande parte de suas rendas fica isenta do IRPF.<\/p>\n<p><strong>Tabela 2 \u2013 Decomposi\u00e7\u00e3o da renda dos declarantes da IRPF (2022)<\/strong><\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td><strong>Percentil Popula\u00e7\u00e3o<\/strong><\/td>\n<td><strong>Renda total (conceito RNDB) [R$ milh\u00f5es]<\/strong><\/td>\n<td><strong>Sal\u00e1rios, benef\u00edcios sociais, alugu\u00e9is e rendas mistas [R$ milh\u00f5es]<\/strong><\/td>\n<td><strong>Atividade rural (pessoal) [R$ milh\u00f5es]<\/strong><\/td>\n<td><strong>Juros, lucros e ganhos de capital [R$ milh\u00f5es]<\/strong><\/td>\n<td><strong>Outras diversas [R$ milh\u00f5es]<\/strong><\/td>\n<td><strong>% renda capital ou rural<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>0,01%+<\/td>\n<td>400.083<\/td>\n<td>22.997<\/td>\n<td>22.950<\/td>\n<td>300.860<\/td>\n<td>53.275<\/td>\n<td>81%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>0,1%+<\/td>\n<td>813.735<\/td>\n<td>77.568<\/td>\n<td>58.452<\/td>\n<td>566.300<\/td>\n<td>111.415<\/td>\n<td>77%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>1%+<\/td>\n<td>1.618.599<\/td>\n<td>406.181<\/td>\n<td>94.881<\/td>\n<td>897.842<\/td>\n<td>219.696<\/td>\n<td>61%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>5%+<\/td>\n<td>2.719.899<\/td>\n<td>1.161.174<\/td>\n<td>126.514<\/td>\n<td>1.119.753<\/td>\n<td>312.457<\/td>\n<td>46%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>10%+<\/td>\n<td>3.379.385<\/td>\n<td>1.709.350<\/td>\n<td>136.571<\/td>\n<td>1.186.390<\/td>\n<td>347.074<\/td>\n<td>39%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>Declarantes<\/td>\n<td>4.249.649<\/td>\n<td>2.499.529<\/td>\n<td>142.430<\/td>\n<td>1.235.100<\/td>\n<td>372.590<\/td>\n<td>32%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>PopAdulta<\/td>\n<td>6.860.933<\/td>\n<td>5.110.813<\/td>\n<td>142.430<\/td>\n<td>1.235.100<\/td>\n<td>372.590<\/td>\n<td>20%<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>1% \/ Pop<\/td>\n<td>23,60%<\/td>\n<td>8%<\/td>\n<td>67%<\/td>\n<td>73%<\/td>\n<td>59%<\/td>\n<td>&#8211;<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>Fonte: Carta De Conjuntura N\u00famero 65 do IPEA do 4\u00b0 Trimestre de 2024 \u2013 \u201cProgressividade tribut\u00e1ria: diagn\u00f3stico para uma proposta de reforma\u201d<\/p>\n<ol start=\"7\">\n<li>\n<h2><strong>Isentar o IR at\u00e9 R$ 5 mil e taxar os super-ricos em pelo menos 10%<\/strong><\/h2>\n<\/li>\n<\/ol>\n<p>Tendo como bandeira avan\u00e7ar na Justi\u00e7a Tribut\u00e1ria, o Governo Lula enviou ao Congresso o projeto de lei que prop\u00f5e, a partir de 2026, a completa isen\u00e7\u00e3o do Imposto de Renda para quem ganha at\u00e9 R$\u202f5 mil por m\u00eas (antes a faixa era R$\u202f2.259,20), beneficiando cerca de 10 milh\u00f5es de contribuintes, e elevando para 20 milh\u00f5es o total que ficar\u00e1 isento do IR, al\u00e9m de diminuir o imposto para quem recebe entre R$\u202f5 mil e R$\u202f7 mil mensais. Com isto, 90% da popula\u00e7\u00e3o que declara IR passar\u00e1 a estar isento ou ter\u00e1 uma redu\u00e7\u00e3o na sua al\u00edquota efetiva.<\/p>\n<p>Para compensar a ren\u00fancia fiscal de aproximadamente R$\u202f27\u202fbilh\u00f5es, o PL institui uma tributa\u00e7\u00e3o m\u00ednima escalonada para rendas acima de R$\u202f600\u202fmil por ano, come\u00e7ando em 2,5% (para R$\u202f750\u202fmil) e alcan\u00e7ando at\u00e9 10% para quem recebe mais de R$\u202f1,2\u202fmilh\u00e3o \u2014 atingindo cerca de 141 mil pessoas que hoje pagam al\u00edquotas efetivas muito inferiores. Isto impactar\u00e1 apenas 141,4 mil contribuintes (0,13% do total), que passar\u00e3o a contribuir pelo patamar m\u00ednimo, 0,06% da popula\u00e7\u00e3o total do Pa\u00eds. S\u00e3o pessoas que recebem mais de R$ 600 mil por ano e que n\u00e3o contribuem atualmente com al\u00edquota efetiva de at\u00e9 10% para o Imposto de Renda.<\/p>\n<ol start=\"8\">\n<li>\n<h2><strong>N\u00e3o acaba com o problema, mas \u00e9 um grande passo para a Justi\u00e7a Tribut\u00e1ria<\/strong><\/h2>\n<\/li>\n<\/ol>\n<p>Segundo Carta de Conjuntura publicada neste m\u00eas de julho pelo IPEA, a al\u00edquota efetiva dos mais ricos deveria ser maior, de 14,1%, simplesmente para se igualar \u00e0 classe m\u00e9dia. Ou seja, os ricos continuar\u00e3o pagando menos impostos do que os mais pobres no Brasil. Mas j\u00e1 \u00e9 um come\u00e7o.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disto, \u00e9 preciso aumentar mais a tributa\u00e7\u00e3o sobre patrim\u00f4nio dos ricos, sobre os dividendos, sobre bets, empresas prim\u00e1rio-exportadoras (fim da Lei Kandir), diminuir as isen\u00e7\u00f5es fiscais e um longo etc., para que possamos assim diminuir a carga tribut\u00e1ria sobre o consumo, e ir ajustando o nosso sistema tribut\u00e1rio rumo a um sistema \u201cnormal\u201d, em que quem ganha mais, paga mais.<\/p>\n<p>Sabemos que a conjuntura n\u00e3o nos \u00e9 favor\u00e1vel. A extrema-direita e o Centr\u00e3o \u2014 verdadeiras correias de transmiss\u00e3o dos interesses mais mesquinhos do mercado financeiro, do agroneg\u00f3cio e da elite do atraso \u2014 formam uma maioria esmagadora no Congresso. O Plebiscito deve ser uma ferramenta de mobiliza\u00e7\u00e3o popular para garantir a aprova\u00e7\u00e3o integral da proposta, que, mesmo assim, j\u00e1 \u00e9 bastante modesta. No entanto, o relator do projeto na C\u00e2mara, Arthur Lira, j\u00e1 prop\u00f4s altera\u00e7\u00f5es que isentam parcelas da renda dos grandes produtores rurais. Ainda que a maioria da popula\u00e7\u00e3o apoie o projeto e o ambiente pol\u00edtico pare\u00e7a relativamente prop\u00edcio, \u00e9 preciso estar atento: tentativas como a de Lira ser\u00e3o muitas, sempre com o objetivo de desidratar o projeto e preservar os privil\u00e9gios de quem vive \u00e0 custa do suor alheio.<\/p>\n<p><em>* Eric Gil Dantas \u00e9 economista do Ibeps e da AEPET-BA<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Eric Gil Dantas* O Brasil \u00e9 um dos pa\u00edses mais desiguais do mundo. 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Neste artigo, o economista da AEPET-BA e do Ibeps, Eric Gil, explica a necessidade de inverter essa l\u00f3gica, cobrando dos mais ricos.\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/por-que-votar-pela-isencao-do-ir-para-quem-ganha-ate-r-5-mil-e-pela-tributacao-dos-super-ricos-e-justica-tributaria\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Por que votar pela isen\u00e7\u00e3o do IR para quem ganha at\u00e9 R$ 5 mil e pela tributa\u00e7\u00e3o dos super-ricos \u00e9 Justi\u00e7a Tribut\u00e1ria?\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Centr\u00e3o e oposi\u00e7\u00e3o se articulam na C\u00e2mara para barrar as medidas compensat\u00f3rias da proposta que amplia a isen\u00e7\u00e3o do IR at\u00e9 R$ 5 mil. 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