{"id":48046,"date":"2026-05-11T13:57:20","date_gmt":"2026-05-11T16:57:20","guid":{"rendered":"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/?p=48046"},"modified":"2026-05-11T13:57:20","modified_gmt":"2026-05-11T16:57:20","slug":"brasil-fragilizado-na-guerra-apos-decadas-de-neoliberalismo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/brasil-fragilizado-na-guerra-apos-decadas-de-neoliberalismo\/","title":{"rendered":"Brasil fragilizado na guerra ap\u00f3s d\u00e9cadas de neoliberalismo"},"content":{"rendered":"<!--[if lt IE 9]><script>document.createElement('audio');<\/script><![endif]-->\n<audio class=\"wp-audio-shortcode\" id=\"audio-48046-1\" preload=\"none\" style=\"width: 100%;\" controls=\"controls\"><source type=\"audio\/mpeg\" src=\"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Brasil-fragilizado-na-guerra-apos-decadas-de-neoliberalismo.mp3?_=1\" \/><source type=\"audio\/ogg\" src=\"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Brasil-fragilizado-na-guerra-apos-decadas-de-neoliberalismo.ogg?_=1\" \/><a href=\"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Brasil-fragilizado-na-guerra-apos-decadas-de-neoliberalismo.mp3\">https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Brasil-fragilizado-na-guerra-apos-decadas-de-neoliberalismo.mp3<\/a><\/audio>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os conflitos na Ucr\u00e2nia e no Ir\u00e3, particularmente a disputa pelo controle do estreito de Ormuz, est\u00e3o mostrando ao Brasil o quanto o planejamento econ\u00f4mico \u00e9 arma essencial durante as guerras. Ap\u00f3s d\u00e9cadas de neoliberalismo, com a flexibiliza\u00e7\u00e3o das regras no setor financeiro e extin\u00e7\u00e3o ou privatiza\u00e7\u00e3o de estatais como Vale do Rio Doce, Eletrobr\u00e1s e subsidi\u00e1rias da Petrobr\u00e1s, como a Petrof\u00e9rtil ou a BR Distribuidora de combust\u00edveis, o Brasil \u00e9 hoje retrato de pa\u00eds fragilizado na capacidade de defesa e planejamento em setores estrat\u00e9gicos para a soberania alimentar e energ\u00e9tica, entre outras.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O ex-deputado federal Ricardo Maranh\u00e3o (PSB-RJ), que \u00e9 diretor da Aepet, aponta o setor de fertilizantes como pe\u00e7a exemplar.\u00a0 \u201cA guerra da Ucr\u00e2nia j\u00e1 mostrava o risco da depend\u00eancia de fertilizantes. Temos petr\u00f3leo e g\u00e1s para os fertilizantes nitrogenados, mas um pa\u00eds sem pol\u00edtica para isso se torna dependente, como estamos vendo de novo com o conflito no Ir\u00e3\u201d, pondera.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Maranh\u00e3o chama a aten\u00e7\u00e3o para \u201cconsequ\u00eancias nefastas\u201d da extin\u00e7\u00e3o da Petrof\u00e9rtil, subsidi\u00e1ria da Petrobr\u00e1s sepultada no governo Collor sob o argumento de que n\u00e3o seria o \u201cramo\u201d da estatal brasileira do petr\u00f3leo. \u201cUm dos mais importantes setores hoje \u00e9 o agroneg\u00f3cio, pela gera\u00e7\u00e3o de empregos, divisas e outros motivos. Depende de insumos e infraestrutura, especialmente fertilizantes, que corrigem e d\u00e3o produtividade ao solo\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O engenheiro esclarece que, dentro do complexo de fertilizantes NPK (nitrog\u00eanio, f\u00f3sforo e pot\u00e1ssio) o nitrog\u00eanio \u00e9 essencial para a produ\u00e7\u00e3o de am\u00f4nia e ureia, que por sua vez s\u00e3o mat\u00e9ria-prima para fertilizantes e ra\u00e7\u00e3o para o gado.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cA Am\u00f4nia \u00e9 produzida sobretudo a partir do g\u00e1s natural. Houve o bombardeio de uma produtora de g\u00e1s natural liquefeito no Catar, que fez disparar o pre\u00e7o do g\u00e1s em quase 80%. Embora tenhamos produ\u00e7\u00e3o no Brasil, isto p\u00f5e em risco os fertilizantes por falta de am\u00f4nia e ureia\u201d, denuncia Maranh\u00e3o, criticando a falta de vis\u00e3o estrat\u00e9gica da elite brasileira.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Mapeamento comercial da Rystad Energy, divulgado no site Oil Price, mostra que, em 2025, as vendas de 15% da am\u00f4nia global e 21% da ureia estavam atrelados \u00e0 exportadores potencialmente impactados pelo fechamento de Ormuz. Isso inclui os principais produtores, Ar\u00e1bia Saudita e Catar, seguidos por Kuwait, Bahrein, Emirados \u00c1rabes Unidos, Ir\u00e3 e Iraque.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ainda segundo o Oil Price, outros corredores comerciais j\u00e1 v\u00eam sofrendo press\u00e3o nos \u00faltimos anos. O volume proveniente da R\u00fassia diminuiu significativamente ap\u00f3s a invas\u00e3o da Ucr\u00e2nia, mas o pa\u00eds ainda representa uma parte importante do com\u00e9rcio de fertilizantes em 2025, com cerca de 5% do com\u00e9rcio global de am\u00f4nia e 15% das exporta\u00e7\u00f5es de ureia.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cPrivatista e imediatista, nossa elite tomou decis\u00f5es deslocadas do interesse nacional, sobretudo nos governos de Temer e Bolsonaro, mas at\u00e9 nas gest\u00f5es do PT. A Petrofertil conduzia a pol\u00edtica de fertilizantes (NPK), mas foi extinta por Collor de maneira injustific\u00e1vel. Foi criada porque a Petrobr\u00e1s, ao furar po\u00e7os, descobriu, por exemplo, jazidas de pot\u00e1ssio no estado de Sergipe\u201d, resume o ex-deputado federal, lembrando ainda a import\u00e2ncia da retomada das tr\u00eas unidades produtoras de fertilizantes nitrogenados (NF3), que fazem am\u00f4nia e ureia a partir do nitrog\u00eanio.<\/span><\/p>\n<h2><b>UFN III<\/b><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A Petrobr\u00e1s voltou a anunciar a retomada das obras da Unidade de Fertilizantes Nitrogenados III (UFN III), em Tr\u00eas Lagoas (MS). Com investimentos anunciados de cerca de US$ 1 bilh\u00e3o e capacidade nominal prevista de aproximadamente 3.600 toneladas por dia de ureia e 2.200 toneladas di\u00e1rias de am\u00f4nia, a Petrobr\u00e1s prev\u00ea que a UFN-III a redu\u00e7\u00e3o da importa\u00e7\u00e3o de fertilizantes de 80% para 65% do consumo.<\/span><\/p>\n<h2><b>PPI e refino<\/b><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Outro cr\u00edtico das pol\u00edticas neoliberais e seus efeitos nocivos \u00e0 economia brasileira, o economista David Deccache, doutor em Economia pela Universidade de Bras\u00edlia (UnB) e p\u00f3s-doutor pela Escola de Pol\u00edticas P\u00fablicas e Governo da Funda\u00e7\u00e3o Getulio Vargas (EPGE\/FGV), disse <\/span><em><span style=\"text-decoration: underline;\"><a href=\"https:\/\/aepet.org.br\/aepet-tv\/deccache-hoje-petrobras-serve-mais-ao-mercado-do-que-a-soberania-energetica-do-brasil\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-weight: 400;\">ao AEPET TV<\/span><\/a><\/span><\/em><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0 que a submiss\u00e3o ao mercado e \u00e0s regras neoliberais de austeridade e privatiza\u00e7\u00f5es privou o pa\u00eds do apoio fundamental das estatais nas pol\u00edticas de desenvolvimento aut\u00f4nomo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Deccache, que \u00e9 diretor do Instituto de Finan\u00e7as Funcionais para o Desenvolvimento, enfatiza que a Petrobr\u00e1s \u201cn\u00e3o foi criada para aumentar a rentabilidade de quem tem a\u00e7\u00f5es, mas para evitar que o povo brasileiro fique \u00e0 merc\u00ea dos pre\u00e7os internacionais\u201d. Ele criticou a pol\u00edtica de pre\u00e7os por paridade internacional (PPI) e a venda da BR Distribuidora.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cEstatais sempre foram fundamentais para puxar investimentos estruturais. A Eletrobr\u00e1s deixou de existir neste sentido, enquanto a Petrobr\u00e1s vai seguindo cada vez mais o mercado, em detrimento da soberania energ\u00e9tica e estabilidade econ\u00f4mica. Abrir m\u00e3o desses instrumentos \u00e9 grave e est\u00e1 atrelado ao movimento global, com amea\u00e7as cada vez mais graves aos pa\u00edses perif\u00e9ricos. E n\u00f3s fomos abandonando mecanismos que poderiam nos proteger e garantir a possibilidade de planejar, como por exemplo, no caso dos pre\u00e7os dos combust\u00edveis atrelados \u00e0 paridade internacional e da degrada\u00e7\u00e3o da capacidade de refino.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Neste sentido, o presidente da Aepet, Felipe Coutinho, d\u00e1 conta do impacto da ado\u00e7\u00e3o da PPI e da redu\u00e7\u00e3o dos investimentos em refino ou entrega de refinarias. \u201cA virada ocorreu com a ado\u00e7\u00e3o do Pre\u00e7o de Paridade de Importa\u00e7\u00e3o (PPI) em outubro de 2016 e o aprofundamento do desmonte do Sistema Petrobr\u00e1s. O resultado foi imediato e devastador para o parque de refino nacional: o Fator de Utiliza\u00e7\u00e3o de Refino &#8211; FUT despencou de 89%, em 2015, para 81% em 2017, atingindo o fundo de 80% em 2020 \u2014 uma ociosidade de 20%\u201d, contabiliza Coutinho, no artigo Petr\u00f3leo: \u00e9 o fim do mundo como o conhecemos \u2013 e eu n\u00e3o me sinto bem.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Prossegue Coutinho: \u201cA guerra deflagrada em 28 de fevereiro de 2026 entre EUA\/Israel e o Ir\u00e3 exp\u00f4s de forma cruel a vulnerabilidade do Brasil \u2014 uma vulnerabilidade que n\u00e3o decorre da falta de capacidade instalada, mas sim da decis\u00e3o pol\u00edtica de subutilizar o parque de refino nacional e manter a depend\u00eancia externa de derivados\u201d. O presidente da Aepet enfatiza que \u201ca exporta\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo cru por empresas estrangeiras \u00e9 a consagra\u00e7\u00e3o do modelo colonial no s\u00e9culo XXI\u201d.<\/span><\/p>\n<h2><b>\u201cAsteric\u00eddio\u201d X Auditoria Cidad\u00e3 da D\u00edvida<\/b><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">J\u00e1 Deccache, acrescenta ao desmonte da soberana econ\u00f4mica brasileira a restri\u00e7\u00e3o imposta pelos sucessivos ajustes fiscais aos investimentos em infraestrutura e em instrumentos como estoques reguladores. \u201cNossa infraestrutura tamb\u00e9m deveria ter a capacidade de dar suporte \u00e0 produ\u00e7\u00e3o, o que tamb\u00e9m \u00e9 \u00fatil no controle da infla\u00e7\u00e3o\u201d, pondera, acrescentando o que chama de \u201cerro estrat\u00e9gico crasso\u201d: o abandono dos armaz\u00e9ns para estoques reguladores.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">De fato, o pa\u00eds obteve safra recorde ano passado, mas sua capacidade de armazenamento n\u00e3o chega a 62%. Sem estoques reguladores, log\u00edstica e modais integrados de transporte n\u00e3o h\u00e1 produtividade que extrapole a fronteira da empresa.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Segundo a Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Agricultura (CNA) a capacidade de armazenamento de gr\u00e3os dever\u00e1 atingir o maior d\u00e9ficit j\u00e1 registrado na s\u00e9rie hist\u00f3rica, ficando no final de 2026 em 135,4 milh\u00f5es de toneladas abaixo da produ\u00e7\u00e3o esperada, de 353,4 milh\u00f5es de toneladas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A pedagogia da guerra, segundo a coordenadora nacional da Auditoria Cidad\u00e3 da D\u00edvida P\u00fablica, Maria Lucia Fattorelli, ensina que a explos\u00e3o dos pre\u00e7os do petr\u00f3leo no mundo devido \u00e0 guerra EUA x Ir\u00e3 n\u00e3o deveria impactar os pre\u00e7os do setor de combust\u00edveis no Brasil, em grande parte auto-suficiente, e que ainda exportou US$ 29,6 bilh\u00f5es mais do que importou em 2025.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cSeria uma quest\u00e3o de matem\u00e1tica que, mantidos os lucros do setor de combust\u00edveis, os pre\u00e7os n\u00e3o precisariam subir. Por\u00e9m, as privatiza\u00e7\u00f5es ocorridas nesse setor \u2013 que \u00e9 estrat\u00e9gico \u2013 realizadas, sobretudo, nos governos Temer e Bolsonaro (BR Distribuidora e Refinarias) fragmentaram a cadeia do petr\u00f3leo e abriram espa\u00e7o para que interesses privados passassem a aumentar os pre\u00e7os, mesmo quando n\u00e3o h\u00e1 motivo para isso\u201d, sublinha.<\/span><\/p>\n<h2><b>Energia: vulnerabilidade estrat\u00e9gica cr\u00edtica<\/b><\/h2>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Por sua vez, Luiz Martins de Mello, doutor em Economia da Ind\u00fastria e da Tecnologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), define soberania nacional como \u201cautonomia tecnol\u00f3gica e capacidade de oferecer servi\u00e7os p\u00fablicos \u00e0 cidadania que aumentem a coes\u00e3o social e pol\u00edtica\u201d. Para ele, sem energia barata e dispon\u00edvel para todos, isso n\u00e3o acontece.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u201cA guerra entre os EUA e Israel contra o Ir\u00e3 \u00e9 um alerta para o Brasil: a energia continua sendo uma vulnerabilidade estrat\u00e9gica cr\u00edtica. Energia \u00e9 a principal infraestrutura transversal de servi\u00e7os p\u00fablicos que viabiliza o fortalecimento do estado de bem-estar social e a forma\u00e7\u00e3o da esperan\u00e7a na transforma\u00e7\u00e3o da sociedade atual para uma mais civilizada, igualit\u00e1ria e democr\u00e1tica\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Mello acentua que a geopol\u00edtica hoje \u00e9 cada vez mais moldada por duas for\u00e7as intrinsecamente ligadas: energia e Intelig\u00eancia Artificial (IA). \u201cCentros de dados convertem energia em computa\u00e7\u00e3o, que forma a base do poder econ\u00f4mico e estrat\u00e9gico. A IA, em larga escala, equivale assim \u00e0 infraestrutura cr\u00edtica, com as economias que transformam energia em &#8220;intelig\u00eancia&#8221; obtendo de forma mais eficiente uma vantagem decisiva.\u201d<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Para o economista, o Brasil parece estar perdido no caminho a percorrer. \u201cTendo uma matriz energ\u00e9tica limpa com capacidade para ter papel relevante, poderia, no futuro, estar em posi\u00e7\u00e3o entre os l\u00edderes mundiais, pelo menos no lado energ\u00e9tico da equa\u00e7\u00e3o\u201d, define.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Fonte: AEPET\/Rogerio Lessa<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os conflitos na Ucr\u00e2nia e no Ir\u00e3, particularmente a disputa pelo controle do estreito de Ormuz, est\u00e3o mostrando ao Brasil o quanto o planejamento econ\u00f4mico \u00e9 arma essencial durante as guerras. 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