{"id":48088,"date":"2026-05-20T08:20:12","date_gmt":"2026-05-20T11:20:12","guid":{"rendered":"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/?p=48088"},"modified":"2026-05-19T12:22:55","modified_gmt":"2026-05-19T15:22:55","slug":"as-forcas-do-atraso-nao-improvisam","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/as-forcas-do-atraso-nao-improvisam\/","title":{"rendered":"As for\u00e7as do atraso n\u00e3o improvisam"},"content":{"rendered":"<!--[if lt IE 9]><script>document.createElement('audio');<\/script><![endif]-->\n<audio class=\"wp-audio-shortcode\" id=\"audio-48088-1\" preload=\"none\" style=\"width: 100%;\" controls=\"controls\"><source type=\"audio\/mpeg\" src=\"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/As-forcas-do-atraso-nao-improvisam.mp3?_=1\" \/><source type=\"audio\/ogg\" src=\"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/As-forcas-do-atraso-nao-improvisam.ogg?_=1\" \/><a href=\"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/As-forcas-do-atraso-nao-improvisam.mp3\">https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/As-forcas-do-atraso-nao-improvisam.mp3<\/a><\/audio>\n<p><em>Por Roberto Amaral*<\/em><\/p>\n<p>\u00c9 not\u00e1vel, tanto quanto desprez\u00edvel, o esfor\u00e7o do pensamento conservador brasileiro militando contra a economia nacional e, principalmente, contra qualquer sorte de progresso social. Tudo o que, mesmo remotamente, possa sugerir melhoria das condi\u00e7\u00f5es de vida das grandes massas \u00e9 bloqueado por essa corrente retr\u00f3gada. Ora se diz que a iniciativa \u00e9 muito cara (por exemplo, a escola p\u00fablica e o ensino em tempo integral, ou o saneamento b\u00e1sico), ora se diz que \u00e9 inflacion\u00e1ria \u2014 fal\u00e1cia de que foram acusadas, na sua origem, a introdu\u00e7\u00e3o das f\u00e9rias anuais, l\u00e1 atr\u00e1s, e o 13\u00ba sal\u00e1rio, em 1962, por iniciativa congressual, em lei sancionada pelo presidente Jo\u00e3o Goulart.<\/p>\n<p>Os dados brandidos contra essas conquistas sociais revelaram-se meras aleivosias desmentidas pela hist\u00f3ria. No entanto, seguem sendo arguidas por economistas formados pela tradi\u00e7\u00e3o deixada por Eug\u00eanio Gudin na FGV, ou pela cartilha do monetarismo da Escola de Chicago, envelhecida pelo curso das transforma\u00e7\u00f5es \u2014 agudas e profundas, em alguns aspectos talvez revolucion\u00e1rias \u2014 que v\u00eam moldando o mundo contempor\u00e2neo.<\/p>\n<p>Fen\u00f4meno \u00f3bvio, do qual, todavia, n\u00e3o se d\u00e1 conta a direita brasileira.<\/p>\n<p>Nessa linha de apego ao atraso, ao n\u00e3o desenvolvimento, a direita brasileira \u2014 esta que, nos EUA, peleja contra nossos interesses, em contradi\u00e7\u00e3o com suas matrizes hist\u00f3ricas, como o fascismo, que tinha preocupa\u00e7\u00f5es nacionalistas \u2014 combateu sempre o progresso, em quaisquer de suas dimens\u00f5es. No plano pol\u00edtico-econ\u00f4mico, bateu-se contra a autonomia brasileira na lavra do petr\u00f3leo: fez de tudo para impedir o monop\u00f3lio estatal e at\u00e9 hoje torce o nariz para a Petrobr\u00e1s.<\/p>\n<p>No plano social, combateu a institui\u00e7\u00e3o do sal\u00e1rio-m\u00ednimo e seus reajustes, acusando-o de inflacion\u00e1rio, como, nestes dias, reage contra a revis\u00e3o da obsoleta escala 6&#215;1, cuja extin\u00e7\u00e3o s\u00f3 pode ser recebida como promessa de avan\u00e7o, em face da mediocridade de nossas classes dominantes, que imp\u00f5em o atraso social.<\/p>\n<p>A prop\u00f3sito, ve\u00edculos como o Financial Times e The Economist, insuspeitos de esquerdismo, consideram limitado e atrasado nosso debate sobre o fim da escala 6&#215;1: hoje, a Europa \u2014 que n\u00e3o rasga dinheiro \u2014 j\u00e1 discute a ado\u00e7\u00e3o da escala 4&#215;3.<\/p>\n<p>Nada de novo.<\/p>\n<p>Ep\u00edgono do pensamento conservador sempre mobilizado contra o interesse nacional, Eug\u00eanio Gudin destacou-se na c\u00e1tedra e no jornalismo. \u00c9 patrono do IBRE-FGV e ditou, por d\u00e9cadas, os marcos pol\u00edtico-te\u00f3ricos da institui\u00e7\u00e3o. Foi ministro da Fazenda de Caf\u00e9 Filho (governo resultante da crise de 1954) e pr\u00f3cer entusiasmado da ditadura militar instalada em 1\u00ba de abril de 1964. Por anos manteve uma coluna em O Globo (como poderia ter sido no Estad\u00e3o; hoje, talvez na Folha de S.Paulo).<\/p>\n<p>Nela, escrevendo em 18 de julho de 1973 (\u201cNosso problema de suprimento e de custo de combust\u00edveis\u201d), revelou seu contentamento com palestra de Glycon de Paiva \u2014 conhecido representante, entre n\u00f3s, de interesses estrangeiros \u2014, na qual o ge\u00f3logo reproduzia o cantoch\u00e3o da direita brasileira, reflexa em face do imperialismo, contra o esfor\u00e7o de autonomia energ\u00e9tica. Dizia o Glycon, secundado por Gudin: o Brasil n\u00e3o guardava petr\u00f3leo. Ponto final.<\/p>\n<p>Contestar a tese derrotista n\u00e3o passaria de populismo de esquerda.<\/p>\n<p>Na mesma empreitada, o insigne intelectual org\u00e2nico da direita traz \u00e0 cena o j\u00e1 ent\u00e3o desmoralizado \u201crelat\u00f3rio Link\u201d nome do ge\u00f3logo norte-americano contratado pelo Conselho Nacional do Petr\u00f3leo, ent\u00e3o presidido pelo gal. Juracy Magalh\u00e3es, para avaliar nossas reservas. O relat\u00f3rio afirmava que o Brasil n\u00e3o possu\u00eda reservas explor\u00e1veis comercialmente. Gudin conclu\u00eda: \u201c\u201cMau grado os apupos [da esquerda daqueles tempos] que ent\u00e3o lhe valeu essa declara\u00e7\u00e3o [de que o Brasil n\u00e3o possu\u00eda reservas de petr\u00f3leo], o tempo e experi\u00eancia vieram \u2013 infelizmente \u2014 dar-lhe-raz\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>N\u00e3o deram. T\u00ednhamos petr\u00f3leo e condi\u00e7\u00f5es de explor\u00e1-lo. Exploramos e tiramos proveito disso. \u00c9 a hist\u00f3ria conhecida.<\/p>\n<p>A prop\u00f3sito do Gal. Juracy Magalh\u00e3es, ex presidente do CNP, como vimos, embaixador do Brasil em Washington, nomeado nos primeiros dias da ditadura militar (governo do gal. Castello Branco (1964\u20131965), apresentou-se em seu posto afirmando \u201cO que \u00e9 bom para os EUA \u00e9 bom para o Brasil\u201d, f\u00f3rmula que seria a s\u00edntese da pol\u00edtica externa brasileira, at\u00e9, pelo menos, o mandarinato do gal. Ernesto Geisel.<\/p>\n<p>Como se v\u00ea, o processo hist\u00f3rico guarda certa l\u00f3gica em seu desenvolvimento: nada \u00e9 puro acaso.<\/p>\n<p>Trago o professor Eug\u00eanio Gudin \u00e0 balha por representar, em seu pensamento, a resist\u00eancia da direita brasileira \u2014 mesmo a pensante \u2014 diante da realidade. Ideol\u00f3gica, nega o que v\u00ea. \u00c9 simb\u00f3lico que o artigo citado, reiterando a inexist\u00eancia de petr\u00f3leo, date de 1973, quando j\u00e1 n\u00e3o havia d\u00favidas quanto ao acerto da op\u00e7\u00e3o brasileira, iniciada em 1954.<\/p>\n<p>A Petrobras era um fato. \u201cO petr\u00f3leo \u00e9 nosso\u201d vencera.<\/p>\n<p>Montada no dogma da inexist\u00eancia de petr\u00f3leo, ainda quando\u00a0 j\u00e1 consolidada a op\u00e7\u00e3o do monop\u00f3lio estatal \u2014 \u00e9 preciso repetir, consolidada tecnicamente e consolidada junto \u00e0 nacionalidade \u2014, a direita apresenta como alternativa ao Brasil a ciranda do mercado internacional, vespeiro gerido pela conhecida volatilidade de produ\u00e7\u00e3o e pre\u00e7os \u2014 valendo lembrar, ainda como interveniente perturbador, o papel monopolista das grandes empresas distribuidoras norte-americanas e inglesas, e nossa not\u00f3ria e n\u00e3o pequena pobreza em divisas.<\/p>\n<p>S\u00f3 a\u00ed, e por a\u00ed, ou seja, pelo inamistoso com\u00e9rcio internacional, \u00e9 que poder\u00edamos obter os combust\u00edveis necess\u00e1rios. Dizia Gudin: \u201ca pre\u00e7os talvez at\u00e9 mais baratos do que os que resultariam da explora\u00e7\u00e3o de jazidas nossas\u201d, e repetia com a chamada grande imprensa, na qual influ\u00eda: por que gastar dinheiro em uma aventura, se podemos comprar gasolina barata dos \u00e1rabes?<\/p>\n<p>\u00c0quela altura, por\u00e9m, a L\u00edbia, explorada pelas companhias norte-americanas e inglesas, notadamente, j\u00e1 anunciava a inten\u00e7\u00e3o de restringir e, assim, encarecer o pre\u00e7o do combust\u00edvel que de suas reservas era encaminhado ao Ocidente. A OPEP come\u00e7ava a enfrentar a onipot\u00eancia anglo-americana.<\/p>\n<p>Por esses tempos, dif\u00edceis tempos (e nomeadamente at\u00e9 o choque do petr\u00f3leo de 1973), a ind\u00fastria petrol\u00edfera internacional era dominada por um cartel conhecido como \u201cAs Sete Irm\u00e3s\u201d, que controlava nada menos que cerca de 85% das reservas mundiais, fora do bloco socialista: Anglo-Persian Oil Company (BP); Royal Dutch Shell; Standard Oil of New Jersey (Esso); Standard Oil of New York (mais tarde ExxonMobil); Standard Oil of California (SoCal); Chevron Texaco; Gulf Oil. E assim, dominando a produ\u00e7\u00e3o e o com\u00e9rcio do petr\u00f3leo, portando o abastecimento internacional e os pre\u00e7os, assisters dominavam o mundo.<\/p>\n<p>A direita brasileira, repito, sempre jogou contra as esperan\u00e7as de constru\u00e7\u00e3o de um pa\u00eds desenvolvido, mais ou menos senhor de seu destino.<\/p>\n<p>Contrariando o discurso das cassandras de todo g\u00eanero, nossa produ\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo, fruto do monop\u00f3lio estatal, alcan\u00e7a hoje 3,77 milh\u00f5es de barris di\u00e1rios, o que corresponde a 1,37 bilh\u00e3o de barris por ano. \u00c9 um dos principais itens de nossas exporta\u00e7\u00f5es (ao lado do min\u00e9rio de ferro e da soja) e, assim, um dos arrimos da balan\u00e7a comercial.<\/p>\n<p>\u00c9 por esse tempo que Ant\u00f4nio Dias Leite, Ministro das Minas e Energia do ditador gal. Emilio Garrastazu M\u00e9dici, vai \u00e0 C\u00e2mara dos Deputados declarar nossa pobreza em reservas de min\u00e9rios nucleares. Ora, com apenas cerca de 25% do territ\u00f3rio prospectado, at\u00e9 aqui, j\u00e1 sabemos que nossas reservas de combust\u00edveis nucleares, principalmente ur\u00e2nio e t\u00f3rio, s\u00e3o estimadas em 276 mil toneladas.<\/p>\n<p>Devemos abrigar \u2014 e provavelmente abrigamos \u2014 a terceira reserva mundial.<\/p>\n<p>N\u00e3o poderia ser diversa a rea\u00e7\u00e3o do conservadorismo ante a introdu\u00e7\u00e3o do 13\u00ba sal\u00e1rio, em 1962. Seguiria a linha de continuidade hist\u00f3rica, que chega com a resist\u00eancia ao fim da escala 6&#215;1, como j\u00e1 f\u00f4ra contra o vale-transporte.<\/p>\n<p>A inova\u00e7\u00e3o \u00e9 criticada como interfer\u00eancia artificial no funcionamento do mercado de trabalho, falsidade de um liberalismo arcaico, que no passado arguiu que o sal\u00e1rio m\u00ednimo aumentaria os custos de produ\u00e7\u00e3o sem aumento de produtividade e desta forma pressionaria a infla\u00e7\u00e3o e desorganizaria as empresas. Nenhuma dessas previs\u00f5es se confirmou.<\/p>\n<p>O sal\u00e1rio m\u00ednimo foi assimilado, e muito bem, pela economia; os trabalhadores agradecem, e n\u00e3o s\u00f3: pol\u00edticas de valoriza\u00e7\u00e3o do sal\u00e1rio injetam bilh\u00f5es de reais no mercado interno, aquecendo o com\u00e9rcio e os servi\u00e7os.<\/p>\n<p>Mas, interessando fundamentalmente ao bra\u00e7o oper\u00e1rio, foi objeto, at\u00e9, de insurg\u00eancias militares. Em fevereiro de 1954 \u2014 pren\u00fancio do 24 de agosto \u2014 vem \u00e0 tona o chamado \u201cManifesto dos militares\u201d contra o reajuste do SM, acusado \u2014 veja-se! \u2014 de p\u00f4r em risco a disciplina militar e amea\u00e7ar a ordem econ\u00f4mica. Jango era ministro do Trabalho. Foi demitido. Botava a cabe\u00e7a de fora a \u201ccrise militar\u201d que teria seu fecho no suic\u00eddio de Vargas.<\/p>\n<p>Como se v\u00ea, as pe\u00e7as do xadrez da hist\u00f3ria dialogam.<\/p>\n<p>O fundo ideol\u00f3gico \u00e9 a resist\u00eancia \u00e0 conquista de direitos sociais, a intoler\u00e2ncia ranzinza aos avan\u00e7os derivados da legisla\u00e7\u00e3o trabalhista (malsinada porque heran\u00e7a da era Vargas), de par com a recorrente cantilena do equil\u00edbrio monet\u00e1rio e, na sequ\u00eancia, do ajuste fiscal, pondo por terra as pol\u00edticas redistributivas diretas, necess\u00e1rias e inadi\u00e1veis.<\/p>\n<p>Agora, trata-se da resist\u00eancia \u00e0 redu\u00e7\u00e3o da semana de trabalho, acusada de inflacion\u00e1ria (persiste o cacoete segundo o qual todo ganho trabalhista importa press\u00e3o inflacion\u00e1ria, que por sua vez deve ser combatida a todo custo).<\/p>\n<p>Mas o grande receio do dito mercado \u00e9 que a nova escala de trabalho, reduzindo a oferta de m\u00e3o de obra, proteja os sal\u00e1rios, quando a produ\u00e7\u00e3o capitalista, em sua fei\u00e7\u00e3o atual, emprega cada vez menos m\u00e3o de obra.<\/p>\n<p>De outra parte, contraditando os corifeus do atraso, o mercado de trabalho indica, em todo o mundo, que redu\u00e7\u00f5es de jornada podem coexistir com produtividade elevada, o que desloca o debate mesquinho para temas como qualidade de vida, sa\u00fade mental e organiza\u00e7\u00e3o do tempo social.<\/p>\n<p>Os marcos ideol\u00f3gicos da direita brasileira, por\u00e9m, ainda remontam aos prim\u00f3rdios da Revolu\u00e7\u00e3o Industrial.<\/p>\n<p><em>*Roberto Amaral \u00e9 cientista pol\u00edtico, ex-ministro da Ci\u00eancia e Tecnologia e ex-presidente do PSB. Autor de Hist\u00f3ria do presente- concilia\u00e7\u00e3o, desigualdade e desafios (Editora Express\u00e3o Popular e Books Kindle)<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Roberto Amaral* \u00c9 not\u00e1vel, tanto quanto desprez\u00edvel, o esfor\u00e7o do pensamento conservador brasileiro militando contra a economia nacional e, principalmente, contra qualquer sorte de progresso social. Tudo o que, mesmo remotamente, possa sugerir melhoria das condi\u00e7\u00f5es de vida das&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":48093,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[325,5,87,211,10],"tags":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v19.3 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>As for\u00e7as do atraso n\u00e3o improvisam<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Contra o sal\u00e1rio m\u00ednimo ontem. Contra o fim da escala 6x1 hoje. O artigo de Roberto Amaral mostra como a elite conservadora brasileira historicamente reage a direitos, avan\u00e7os sociais e conquistas da classe trabalhadora. De Get\u00falio \u00e0 Petrobr\u00e1s, do sal\u00e1rio m\u00ednimo \u00e0 jornada de trabalho, as for\u00e7as do atraso seguem defendendo privil\u00e9gios e resistindo \u00e0s mudan\u00e7as que promovem dignidade e justi\u00e7a social; leia\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/aepetba.org.br\/v1\/as-forcas-do-atraso-nao-improvisam\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"As for\u00e7as do atraso n\u00e3o improvisam\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Contra o sal\u00e1rio m\u00ednimo ontem. Contra o fim da escala 6x1 hoje. 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