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Por Marival Matos

 

A Petrobras é um capítulo da história econômica e política do Brasil. Sem petróleo não haverá o New Deal brasileiro. Nesses 70 anos, inúmeros foram os desafios vencidos pelos trabalhadores para que a empresa fosse erguida e reerguida várias vezes. O fim do monopólio de mercado a partir de 1995, a Lei de Concessão do Petróleo 9.478/1997, o Modelo de Partilha do Petróleo/2010 e a operação lava-jato desencadearam enormes perdas entre as quais o mercado nordestino e o da região Norte do país nos últimos 2 (dois) anos. A Operação Lava-jato desmontou a engenharia nacional. Certamente, se não fossem vendidos importantes ativos, o valor do ativo total da Petrobras seria mais expressivo do que os atuais R$976 bilhões contabilizados pelo balanço patrimonial e financeiro da Petrobras/23. O lucro líquido seria bem maior na ordem de 1/3 a mais e a dívida liquida seria muito menor. As reservas provadas, a produção de petróleo e gás e a relação reservas/produção (R/P) também seriam muito maiores, assim como o número de empregados (45 mil).  No atual governo Lula nos defrontamos com o imenso desafio de, ao menos, reconstruí-la e fortalecê-la para o cumprimento do seu objetivo constitucional central: abastecer o país aos menores custos abrasileirando os preços dos seus produtos para que a empresa possa continuar como instrumento de irradiação do desenvolvimento econômico brasileiro. Mas, para tão nobre missão há que se recuperar o monopólio de mercado, reestatizá-la como uma nova empresa pública como é a Petro-Sal (PPSA), para que o país volte a ser soberano em sua política energética e não incorrer em novos riscos de desmonte com a eleição de governos antinacionalistas.

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